domingo, 7 de agosto de 2011

O que Você entende por Esclerose Múltipla? - Parte I
:: Rosemeire Zago ::
 
Após uma luta que começou em novembro de 2001, enfim, foi sancionada Lei que institui o 30 de agosto como o Dia Nacional da Esclerose Múltipla. Acredito que é muito importante divulgar e promover a reflexão sobre essa doença que poucas pessoas conhecem, mas cuja estimativa só no Brasil é de mais de 30.000 portadores atualmente e mais de dois milhões no mundo.
Não tenho a menor pretensão de falar da parte física, a reação do organismo em cada portador ou seja, da parte médica, mas sim refletir sobre seu aspecto simbólico perante uma doença considerada auto-imune, e que a Psicossomática colabora com sua literatura para quem tem necessidade de maior informação. Como sempre pensamos que doenças sérias, tragédias, acidentes, só acontecem com os vizinhos, nunca conosco, devemos sempre levar alguma informação do pouco que se sabe pelos próprios profissionais da classe médica.

Quando se fala em Esclerose, logo se pensa em doença de velho, terceira idade, mas não é nada disso. Os sintomas são mais evidentes entre os 20 aos 40 anos, mas podemos ver crianças de 8, 10 anos, já sendo portadoras, com predominância nas mulheres, mas como é uma doença difícil de ser diagnosticada, podendo levar anos até o diagnóstico final, sempre é válida mais e mais informação, pois nunca sabemos quem poderá desenvolvê-la.

Mas afinal, o que Esclerose Múltipla? É uma doença do Sistema Nervoso Central que afeta o cérebro e a medula espinhal, interferindo na capacidade do cérebro em controlar funções importantíssimas como caminhar, enxergar, falar, etc. É importante salientar que não é uma doença mental, nem contagiosa, nem hereditária e nem fatal. Atualmente, embora ainda não se saiba a causa, não exista cura e não há como determinar quem poderá desenvolver a E.M., existem medicamentos que podem modificar a evolução da doença.

Os sintomas variam muito de pessoa para pessoa e da parte afetada do sistema nervoso, por isso o mais importante ao reconhecer alguns dos sintomas é procurar um neurologista de sua confiança para a realização de exames laboratoriais e clínicos.
Os sintomas mais comuns são:
- problemas de visão dupla, perda de visão ou de uma vista;
- problema na fala, como fala arrastada, lenta;
- tremor nas mãos;
- fraqueza ou cansaço anormal;
- paralisia parcial ou total de uma parte do corpo;
- perda de coordenação dos movimentos;
- dormência ou sensação de formigamento;
- perda de controle da bexiga e do intestino;
- arrastar os pés ao caminhar.
-
Estes são apenas alguns dos sintomas, mas nunca pense que você está com a doença sem procurar um profissional capacitado para o diagnóstico, pois outras doenças do sistema nervoso apresentam alguns dos sintomas da E.M.. O mais desagradável de tudo isso, não são apenas esses sintomas, mas sim o fato de que a E.M. interrompe o fluxo de mensagens dos nervos. A maioria das fibras nervosas estão envolvidas pela mielina, uma substancia de gordura que facilita a transmissão das mensagens, e na E.M. a mielina é destruída, e por este motivo a transmissão das mensagens são retardadas ou bloqueadas, podendo causar muitos danos. Ou seja, há uma degeneração da capa de mielina que recobre os nervos, o que a longo prazo leva à perda da capacidade de condução nervosa, é como se a comunicação fosse interrompida. Mas é possível reduzir seus efeitos com um tratamento adequado. Dessa forma, como não há como saber qual área do cérebro poderá sofrer uma lesão, não há como saber que parte do corpo poderá ser afetada.

A Psicossomática nos leva a refletir sobre o aprendizado que cada sintoma/doença o inconsciente quer nos sinalizar. É preciso assim, que a própria pessoa entenda que o inconsciente – parte importante de nossa mente – se expressa através de sonhos e também através de nosso corpo. É preciso entender essas mensagens de maneira simbólica. Para isso esqueça a razão e procure compreender com os olhos da emoção, pois esta é a linguagem do inconsciente e que este deseja mostrar ao portador, no caso da EM.

É importante entender que há uma imensa capacidade em cada um de transformar cada sintoma em uma oportunidade de crescimento, desde que se entenda sua mensagem. Para isso é preciso interpretar cada sintoma. Por exemplo, se está com uma dor no ouvido, deve se perguntar: o que não quero ouvir? ou ainda, o que ouvi e não gostei? essa é a linguagem simbólica do inconsciente. Sim, é preciso coragem para olhar bem dentro de si e aprender o que nosso corpo está querendo transmitir e ensinar. Tudo aquilo que não queremos ver em nós mesmos, ignoramos e deixamos de lado, na sombra como define Jung. A sombra consiste de tudo aquilo que não percebemos e não aceitamos e não gostaríamos de ver. Sintomas nada mais são que manifestações da sombra muito acessíveis devido ao fato de terem emergido das profundezas da alma para a superfície do corpo, tornando-se indicadores do caminho que devemos seguir, se estivermos dispostos na busca de si mesmo e portanto, da cura.

Para entendermos melhor, vamos interpretar alguns sintomas, começando a entender o termo esclerose, que traduzido do latim, significa endurecimento. Esta expressão define o padrão psíquico básico do afetado, que se caracteriza por uma extraordinária dureza contra si mesmo e contra o mundo, expressando-se como falta de consideração em relação às próprias necessidades, negligenciando-as. Em geral, são pessoas rígidas consigo mesmas e perfeccionistas, tendendo a fazer tudo com perfeição, exigindo muito de si mesma. Como o inconsciente é muito sábio, ele busca uma forma alternativa da pessoa exercitar mudar alguns padrões de seu comportamento, que muitas vezes nem havia sido percebidos. Diante desse quadro, alguns chegam a aceitar o diagnóstico como um alívio, já que os libera da pressão sobre si mesmos, dando-lhes um pretexto para relaxar ao menos um pouquinho o próprio perfeccionismo. Eles agora não precisam mais poder e fazer tudo, não porque não querem, mas porque não conseguem. É nesse momento que surge a oportunidade do aprendizado, procurando entender o que seu inconsciente através de seu corpo quer transmitir com seus sintomas.

Muitos se queixam de dores nos pés, o que denota como para eles é doloroso agüentar o caminho que está sendo percorrido. Em algumas fases, alguns demonstram uma certa “apatia”, que vai além do seu significado literal, já que quer dizer “não sofrer” (do grego a = não e pathos = sofrimento), como uma recusa em participar da vida e suas exigências. Há uma perda de energia que surge em quase todos os casos, e aos poucos vão se dando conta de que tudo lhes custa muito esforço.
Em alguns portadores as pernas não se sustentam mais, como se o corpo sinalizasse que a base da vida perdeu sua capacidade de suporte. A paralisia corporal externa pode demonstrar uma reprodução da interna. Pesquisas sobre o sistema imunológico vêem na E.M. uma doença de auto-agressão. A rigidez e a concepções fixas contrastam com a tendência de fazer justiça a tudo. Com isso, negligenciam suas próprias necessidades, o que os torna internamente irados. Sentindo-se muitas vezes incapazes de externar agressões, eles a dirigem para dentro, contra si mesmos. Por isso é considerada uma doença auto-imune, ou seja, a própria pessoa busca, inconscientemente, se punir ou se destruir.

Como o assunto ainda requer mais explicações, continuarei no próximo artigo.
É importante lembrar que existem muitos serviços disponíveis que podem ajudar os portadores da E.M. e suas famílias, e que podem ser encontrados na ABEM – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESCLEROSE MÚLTIPLA – Telefone: (11) 5587-6050. Ou no site: www.abem.org.br O mais importante é a missão da ABEM: divulgar e esclarecer a Esclerose Múltipla e suas terapias e proporcionar assistência e orientação ao portador e seus familiares.

Fonte: ABEM
Bibliografia indicada: “A Doença como Linguagem da Alma”
Rudiger Dahke
Ed. Cultrix

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TRAÇOS E CARACTERÍSTICAS DAS CRIANÇAS CRISTAL




Por Frank Myhre

Julho de 2011.
 
Talvez vocês conheçam alguém que suspeitem ser Cristal. Deixe-me explicar as características e traços das crianças Cristal.
As Crianças Cristal, além das Crianças Índigo e Arco-Íris, são muitas vezes referidas como as crianças da Nova Era.  O que torna estas pessoas semelhantes são as suas habilidades surpreendentes, que muitas vezes são paranormais. As Crianças Índigo estiveram aparecendo desde antes do movimento hippie, enquanto as Crianças Cristal começaram a aparecer em meados dos anos 80. As Crianças do Arco-Íris são crianças de um novo tipo que nunca apareceram antes do século 21.
Aqui estão alguns traços e características comuns das Crianças Cristal.
Elas têm grandes olhos.
Elas têm um QI elevado. Muitas têm um QI de 160, enquanto a média é ao redor de 130.
Muitas vezes elas começam a falar mais tarde na infância. Geralmente ao redor dos 3 anos. Especula-se que a razão para isto é por causa de suas habilidades telepáticas.
Elas são muito empáticas e sensitivas.
Elas são muitas vezes diagnosticadas (erroneamente) com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).
Muitas vezes elas são telepáticas. Tem havido muitos casos onde isto tem sido relatado.
Elas são cuidadosas com o que comem. Frequentemente preferem refeições saudáveis e muitas são vegetarianas.
Elas são generosas e muitas vezes bem ingênuas.
Tendem a ter um interesse em espíritos, religião e no sobrenatural. Algumas dizem que elas podem também ver fantasmas.
Sua aura tem uma cor Cristal. Esta é a razão para o seu nome.
Estas são apenas algumas das características das Crianças Cristal. Muitas pessoas acreditam que estas crianças são sinais do próximo passo evolutivo para nós, seres humanos.

Publicado por Fatima dos Anjos em 1 agosto 2011 às 0:38 em SAGRADA CRIANÇA CRIAÇÃO DO DIVINO AMOR - www.portalarcoiris.ning.com


Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br


O QUE TRAZEMOS E O QUE LEVAMOS .... OSHO   
 













Você vem ao mundo sem coisa alguma. Assim, uma coisa é certa: nada lhe pertence. Você vem absolutamente despido, porém com ilusões. É por isso que toda criança nasce com as mãos fechadas, cerradas, acreditando que está trazendo tesouros, e aqueles punhos estão vazios. E todos morrem com as mãos abertas. Tente morrer com as mãos cerradas, até o momento ninguém conseguiu. Ou tente nascer com as mãos abertas, ninguém conseguiu também. Nada lhe pertence, então você está preocupado com qual insegurança? Nada pode ser roubado, nada pode ser tirado de você.

 
Tudo o que você está usando pertence ao mundo. E um dia você terá que deixar tudo aqui. Você não será capaz de levar coisa alguma com você. "Será que estou no caminho certo?"


As indicações de que você está no caminho certo são muito simples:
 
a) Suas tensões começam a desaparecer
b) Você fica mais e mais senhor de si. Mais e mais calmo.
c) Encontrará beleza em coisas que jamais concebeu pudessem ser belas
d) As menores coisas começarão a ter imenso significado.
e) O mundo inteiro se tornará mais e mais misterioso a cada dia.
f) Você se tornará menos e menos culto e mais "inocente" como uma criança correndo atrás de borboletas, ou pegando conhas do mar numa praia.
g) Você sentirá a vida não como um problema, mas como uma dádiva, uma benção, uma graça.
 
Essas indicações crescerão continuamente se você estiver na pista certa.
BASTE-SE!
NÃO DEPENDA DE NADA PARA SER FELIZ. VOCÊ TEM A VIDA!

 
(Osho no livro "Mais Pepitas de Ouro")

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

SONS CURATIVOS - DEEPAK CHOPRA - PARTE 2

SONS CURATIVOS - DEEPAK CHOPRA - PARTE 1

Deixe aflorar toda a sua doçura!



Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente... Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente... Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em nos empenhar para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser... Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...

E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos... Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado...
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar... doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!

Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: você está me machucando... pode parar, por favor!. Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...

Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis...
Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver... sentir, amar...
E que 2004 seja todo coração, muito mais sentimento, inundado de um amor transparente, apesar de todo o risco que isso possa significar...



ROSANA BRAGA
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terça-feira, 2 de agosto de 2011

CONTO DA FALTA DE COMUNICAÇÃO















Para além das colinas ninguém ia. Era superstição, era MEDO, eram histórias que pipocavam na mente desde criança, porque desde pequenos todos eram instruídos a jamais ultrapassarem para além das colinas. 

E a vida da ilha se resumia ao cais, ao mercado e um pouco além, mas jamais ultrapassava as colinas, jamais ninguém ia lá. As casas se esparramavam e se encolhiam ao longo da encosta, porque as colinas, sempre elas, não deixavam ir além. 

Mas um dia eu resolvi que saberia o que tinha atrás das colinas. O que fazia com que todos ficassem assustados. 

Na verdade, como ninguém ia lá, eu acho que ninguém sabia realmente o que temia. 
O que elas temiam eram as histórias que se contavam, histórias tão antigas que já não se sabiam quem as havia inventado, histórias que se passaram de geração em geração, gerando cada vez mais temor. 

Apesar de tambem estar com medo, porque eu tambem ouvi muitas histórias que ficaram em minha mente, resolvi que saberia e comecei a subir as colinas. 

Eram verdes e tranquilas, não despertavam qualquer temor, o que se temia era o que estava além. Poderia não ser nada, apenas histórias, mas também poderiam haver muitas coisas. Subi e desci as colinas, até que cheguei ao limite, à última colina da linha. 

Eu a subi tremendo, e a desci espantado. Muitas casas se esparramavam e se encolhiam ao longo da encosta. Um cais, um mercado, e nada mais. 

Fui recebido com enormes olhos arregalados e vozes que pareciam temer alguma coisa. 

Fui recebido e levado a um conselho de moradores, onde fui curiosamente questionado sobre várias coisas, sobre o que havia além das colinas, sobre como era, quem havia. 

Tomei conhecimento de diversas histórias, que se contavam entre aquela gente por gerações, sobre o perigo que por detrás havia das verdes e tranquilas colinas.....


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AROMATERAPIA

AROMATERAPIA :  técnica que busca equilibrar o indivíduo utilizando essências extraídas de flores, folhas, cascas, raízes e frutos. Elas se encontram na forma de óleos.

O PODER DO CHEIRO :  toda vez que você sente um aroma, sensores localizados no nariz o identificam e repassam a informação para o sistema límbico, arquivo de sensações dentro do cérebro. Lá esse estímulo age sobre as células capazes de ativar lembranças, aliviar o estresse ou causar uma revigorante sensação de bem-estar.


PELA MANHÃ : Para esbanjar energia logo cedo; massagear o corpo com essência de ALECRIM dissolvido em óleo básico de amêndoa ou de uva; ou na banheira adicione 4 a 8 gts na água morna.

EM CASA :  Para aliviar o cansaço do dia; borrife óleos de essências cítricos, como laranja, bergamota ou mandarim, diluídos em água.

NO TRABALHO : Para manter a concentração, aromatize o ambiente com olíbano, óleo extraído de árvores das regiões montanhosas da Índia que vem sendo utilizado como incenso há milhares de anos; Coloque algumas gotas da essência em um borrifador com água ou utilizando um aromatizador.


AROMATERAPIA  X  LAVANDA  

A LAVANDA tem mil e uma utilidades :  

ANTIBACTERIANO : o óleo ataca várias bactérias; pesquisa recente nos EUA mostram sua eficácia contra a temida estreptococo, que causa infecções hospitalares.  
ANTIINFLAMATÓRIO : contém substâncias que barram ou neutralizam moléculas envolvidas nos processos inflamatórios. Ótimos resultados em machucados, ao mesmo tempo ajuda na assepsia. CALMANTE : Seda o sistema nervoso, por isso é usada para combater a irritabilidade e a insônia. ANALGÉSICO SUAVE : Seu efeito maior no uso tópico. Alivia também cólicas, dores de cabeça e nas articulações, porque aí se soma a ação antiinflamatória. 
CONTRA A CANDIDÍASE : É capaz de matar o fungo Candida albicans, causador do problema, quando diluído em banhos de assento. Também resolve outras infecções por fungos, como certas micoses de pele.
CONTRA A PRESSÃO ALTA :  Estudos europeus e japoneses indicam que a lavanda ajuda a tratar a hipertensão, relaxando minúsculos músculos que participam da contração dos vasos sanguíneos. REPELENTE :  afasta os borrachudos, porém com efeito menor que o da citronela.
SEMPRE A NOITE :  Diminui a capacidade de atenção e dá sono por isto não é indicada durante o dia.

POR NÃO TER EFEITOS TÓXICOS, O ÓLEO PODE SER PASSADO DIRETO NA PELE. 

CURIOSIDADES :  Durante a II Guerra Mundial, uma Europa na penúria lançou mão da lavanda, aclamada na época como planta curativa, porque não tinha outro remédio para tratar os feridos.

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Fonte : Revista Saúde
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O SOM  É SAGRADO

O bater do tambor; o sopro da flauta, o toque do sino e do gongo. Em cada ritual, os instrumentos musicais abrem portas para a elevação da consciência.
Corpo, mente e espírito se revigoram com esses sons celestiais.



A música toca o coração de diversas formas, trazendo alegria, tristeza, melancolia, euforia. E essa força transformadora se amplifica por meio dos instrumentos sagrados, presentes nos rituais religiosos desde tempos remotos.

Esses sons, sim, têm poder. Batidas de tambores e toque de gongos, repetidos sucessivamente, elevam o espírito e conduzem o ouvinte a estágios alterados de consciência, como transes e estados meditativos.
Ao apaziguar, promovem o bem-estar físico e mental. Esse conhecimento já era compartilhado pelos xamãs, uma mistura de sacerdote, feiticeiro e adivinho que curava e afastava os maus espíritos usando a música.

Os antigos reconheciam nos sons remédios para os males do corpo e da alma. Há cerca de 2,5 mil anos, o filósofo grego Platão proclamava seus efeitos terapêuticos, frisando a virtude deles ao aprimorar o caráter, a saúde e o raciocínio. No âmbito do sagrado, esse vigor é ainda maior. O som do instrumento ritualístico faz parte de uma experiência coletiva, enraizada no imaginário dos povos. Embora cada ouvinte reaja de maneira particular, as vibrações unem os indivíduos em sua essência mais primitiva, além do intelecto.

Nesses objetos, formatos, materiais e jeitos de serem manipulados contribuem para um tipo de efeito em nível inconsciente. “Como os sinos das igrejas, que, segundo o toque, agregam ou dispensam os fiéis”, explica a musicoterapeuta Ana Carla Estevez Balthazar.

Diferente da música linear, em que acordes se encadeiam formando a melodia, os sons sacros são longos repetitivos e retomam a nota fundamental. Por isto, ajudam a mente a se desligar do mundo externo.

CONHEÇA A SEGUIR INSTRUMENTOS SAGRADOS DE VÁRIAS DOUTRINAS:


NA BATIDA DO TAMBOR, A VIAGEM DO XAMÃ

No xamanismo, um conjunto de crenças originado há milhares de anos, centrado na figura do xamã, o toque do tambor representa o pulsar do coração da Mãe Terra, um som primordial que reverbera no inconsciente de cada pessoa. “Esse instrumento é o meio de transporte dos iniciados para outros níveis de consciência por meio do qual são feitas as viagens de autoconhecimento e cura”, explica Vânia Vorveloni, terapeuta do Paz Geia Instituto de Pesquisas Xamânicas, de SP. “Por isso, chamamos o tambor de cavalo do xamã”, completa Carminha Levy, psicóloga e fundadora do instituto.
Feitos de madeira e pele, os tambores provocam alterações no sistema nervoso e conduzem ao transe, de acordo com o toque. “O som ativa uma região cerebral que guarda nossas memórias ancestrais e os arquétipos, imagens psíquicas compartilhadas por toda a humanidade”, salienta Carminha Levy.
Nas viagens conduzidas ao som do tambor, a expansão da percepção e da sensibilidade traz sensação de apaziguamento e bem-estar e, alguns acreditam, atenua até males físicos.

Cada instrumento é confeccionado especialmente pelo xamã. O couro, a madeira, as penas usadas como enfeites, tudo é escolhido segundo a instuição e consagrado em rituais e preces, conta Vânia Corveloni. O resultado é sempre único, inclusive em termos de sonoridade. “Às vezes, faço dois tambores do mesmo tamanho e material, e os timbres resultam completamente diferentes”, afirma.

Nos rituais, os xamãs batem o tambor não apenas com a baqueta mas também com o maracá, outro instrumento com funções mágicas.
“Além de afastar a negatividade, o som do chocalho reúne pedacinhos de nossa alma que ficam perdidos no dia-a-dia, em meio a mágoas, traumas e doenças”, diz a terapeuta.


O GONGO CHINÊS CONVOCA OS SERES ILUMINADOS

Chamado de TA TCHING, o gongo de metal é um isntrumento central do cerimonial do budismo chinês – essa religião, de origem indiana, fundada pelos seguidores de BUDA, chegou à China mais de 2 mil anos atrás. Em formato de uma grande tigela, é bem diferente do disco metálico popularmente conhecido por gongo chinês, presente inclusive em orquestras sinfônicas.

Para bate-lo, usa-se um bastão de madeira e borracha.
O toque do ta tching assinala o início das cerimônias budistas. “São geralmente três batidas, e a cada uma delas acende-se um incenso”, conta o mestre Hui Hou, do Templo Zu Lai, de Cotia, em SP, orientador pedagógico da universidade local.

Esse som profundo e solene, segundo Hui Hou, “comove e pacifica o espírito de quem o escuta”. E também convida os seres celestiais, como os budas e bodisatvas, a se reunir e participar dos cultos. Eles, por sua vez, têm diversas finalidades no cotidiano dos templos e centros budistas: homenagear e atrair bênçãos de seres iluminados, fazer oferendas e celebrar o amor, a compaixão e o arrrependimento, que estão nos fundamentos da filosofia. “Nessas ocasiões, tocar o instrumento representa uma enorme responsabilidade, reservada apenas ao religioso que vai conduzir o ritual”, completa Hui Hou.


JACUÍ, O SOPRO MÁGICO INDÍGENA

Apesar dos diferentes costumes entre as tribos, os índios brasileiros de modo geral consideram os instrumentos musicais como meios de ligação com o mundo espiritual.
“Flautas, maracás e tambores são usados nos rituais tanto para exorcizar espíritos malignos como para curar doenças e atrair a proteção para a aldeia”, explica o artista plástico Walde-Mar, pesquisador e coordenador do Centro de Informação da Cultura Indígena (Cici), de Embu das Artes, em São Paulo.

Entre esses objetos mágicos, o jacuí aparece como o traço comum entre os grandes grupos étnicos da região do Alto Xingu – Aruaque,  Karib e Tupi, no Mato Grosso.
A flauta, feita de madeira, com duas partes unidas com cera de abelha e embira (a casca de um cipó chamado embé), tem a faculdade de evocar proteção e boas energias para a tribo. Seu sopro acorda os bons espíritos que habitam o fundo dos rios, onde as flautas recém-confeccionadas têm de descansar para então serem vedadas com cera. “Nos rituais, antes de tocado, o jacuí recebe sempre um banho de água limpa”, lembra Walde-Mar.

Como usar a flauta é privilégio masculino, ela deve ficar bem escondida, embalada em esteiras de palha, na oca do dono. Ou então ser guardada na habitação coletiva que abriga os jovens solteiros. As índias podem ouvir o sopro do jacuí, mas nunca ver o isntrumento, segundo Walde-Mar. “Uma mulher flagrada olhando para ele costuma ser severamente castigada”, conta o estudioso.

Diz a lenda que em tempos míticos, os homens roubaram das mulheres os instrumentos musicais, símbolos de poder. A partir daí elas  foram condenadas a participar também dos trabalhos pesados da aldeia, como fazer as colheitas e carregar a lenha.


SINOS TIBETANOS CURAM E APAZIGUAM

Repletos de símbolos, os instrumentos musicais são objetos ritualísticos de vital importância no budismo do Tibete, outra vertente da religião nascida na inda com base nos ensinamentos de Buda. Sinos, tambores e chocalhos, feitos de ligas de metal (especialmente bronze), desempenham funções distintas nos ritos.

“Cada som canaliza um tipo de energia sutil. Por isso, os instrumentos são usados de formas diferentes em bênçãos, festas e cerimônias fúnebres, limpando o ambiente ou evocando os seres espirituais”, conta o lama Karma Zopa Norbu, fundador do centro de estudos e práticas budistas Jardim do Dharma, em SP.

Acredita-se que muitos desses instrumentos são tão antigos quanto o próprio budismo. Alguns servem especificamente para invocar entidades masculinas (caso do tambor damaru) e outros apenas as femininas (como os sinos), segundo o lama.

O milenar conhecimento do poder dos sons também é explorado com fins terapêuticos. Ao mexer profundamente com o corpo e a mente, as vibrações de sinos e címbalos, por exemplo, estimulam a meditação e trazem o bem-estar. Sozinhos ou em conjunto com exercícios e vocalização de mantras, ajudam a aliviar tensão, depressão, fobias e medos.
“Ouvi-los acalma e induz ao relaxamento profundo”, diz Zopa Norbu.

Pesquisas mostram que esses sons diminuem até o nível da pressão sanguínea. Em algumas terapias, tais objetos são colocados diretamente sobre a pessoa a fim de alinhar os chacras (os centros de energia do corpo, segundo as filosofias orientais).


Postado por : Ana Lúcia - integracaoholistica.blogspot.com
Fonte : Revista Bons fluídos
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SONO À INDIANA –  DEEPAK CHOPRA
  
Afastar a insônia passa pela sutileza de perceber cada um de nosso cinco sentidos. Esses são alguns dos ensinamentos ditados aqui por Deepak Chopra, médico indiano que prega o respeito à natureza e às nossas sensações para banir os ruídos internos e ter uma noite de sono tranqüila.


Seguir o ciclo da natureza.
Essa é a receita do médico indiano Deepak Chopra em seu livro Uma Boa Noite de Sono (ed. Sextante). “Quando seus ritmos fisiológicos se sintonizam com a natureza, o movimento da Terra, do Sol, da Luz e das estrelas, o ciclo das estações do ano e as marés, o sono vem sem esforço”, diz ele.

CHOPRA é um dos divulgadores, no Ocidente, da medicina ayurvédica, que segue os preceitos de saúde da filosofia indiana. Sua lição para dormir bem parece fácil, mas na prática seguir o ritmo do Sol e da Lua não é tão simples. Mas, mesmo para essas eventuais dificuldades, Deepak Chopra tem alguma resposta sábia, que passa por nossos instintos mais primitivos : tato, audição, olfato, visão e paladar. “Tudo o que você toca, prova, vê, cheira e ouve é metabolizado em seu corpo físico, mental e emocional”, acredita ele.

Entre os principais vilões de uma noite mal dormida estão o excesso de estresse, ansiedade, depressão.
Um estudo feito pelo Instituto do Sono, da Universidade Federal de SP (Unifesp), em 1987, 1995  e 2006, apontou que 81% dos paulistanos têm queixa de sono. Desses, 35% sofrem de insônia.
“Os dados brasileiros coincidem com os internacionais em relação à insônia. Sabe-se também que 10% das pessoas desenvolvem o problema crônico”, conta Lia Bittencourt, médica do instituto  e coordenadora do estudo. As pesquisas mostram ainda, que as mulheres são as que mais sofrem com as noites mal dormidas causadas pela insônia; os homens têm queixas de ronco, na maior parte das vezes.
A explicação para isso estão relacionadas com a predisposição genética; existem famílias inteiras de insones por elas terem maior tendência à depressão e à ansiedade e pelo vai-e-vem hormonal.
Na menopausa, por exemplo, a redução do hormônio feminino progesterona afeta a qualidade do sono.


FOGO INTERNO

Ter uma boa noite de sono acaba revigorando e rejuvenesce o corpo e a mente. É nessas horas que relaxamos, deixamos a tensão de lado e damos um tempo para que o organismo trabalhe com calma. “Se ao acordar você não estiver relaxado, é porque não chegou à fase de sono profundo”, afirma José Knoplich, reumatologista e especialista em higiene do sono.
É nesse período que uma série de processos importantes acontece : uma arrumação interna na qual a memória e tudo o que foi visto e aprendido durante o dia é organizado e um conjunto de hormônios é liberado para manter o humor em alta.

A MEDICINA AYURVÉDICA vai além e  estabelece horários para as funções biológicas : das 22 às 2 horas acontece a regeneração do corpo, e das 2 às 6 horas da manhã , a dos neurônios.
“É por isso que quem trabalha à noite envelhece mais rápido”, acredita Márcia de Luca, formada pelo Centro de Bem-Estar CHOPRA e fundadora do Ciyma – Centro Integrado de Yoga, Meditação e Ayurveda.
Para a MEDICINA INDIANA, a hora de, a hora de ir para a cama não deve ultrapassar as 22 horas porque é a partir daí que começa o horário pitta, que se estende até as 2 da madrugada.

Assim como existem em nós características ditadas pelos tipos pitta, kapha e vata (relacionadas ao biótipo de cada um), o passar do dia também sofre influência disso. O simbolismo é que, nesse período de horas, o elemento predominante é o fogo, em detrimento da água. “PITTA acelera o metabolismo e quem já tem problemas  para dormir pode ter maior dificuldade para cair no sono depois das 22 horas”, esclarece Márcia De Luca.
Uma boa dica para evitar o excesso do elemento fogo nesse horário e a conseqüente insônia é fazer uma refeição leve, no mínimo 2 horas antes de ir para a cama. “nada de comer sólidos depois do pôr-do-sol. O ideal é optar por sopas”, diz Márcia.


A PRÁTICA DA YOGA : é bem vinda na visão de Deepak Chopra para ajudar no combate à insônia. Só que a atividade, aconselha ele, deve ser feita até o início do anoitecer e não antes de deitar. O mesmo vale para a meditação. Algumas pessoas experimentam um efeito profundamente relaxante após meditar. Outras conseguem aquietar os pensamentos mas ficam com a mente em alerta, o que prejudica os estágios mais profundos do sono.

Para quem já tem dificuldade para dormir, o indicado, de acordo com o médico indiano, é não deixar que o horário de meditação ultrapasse o pôr-do-sol.

Adaptar o corpo à cronologia da natureza, afinal, demanda persistência e organização. E estabelecer rituais antes de ir para a cama ajuda bastante. É um jeito de cada um desacelerar e reduzir os ruídos internos; pensamentos, ansiedades, energias acumuladas ao longo do dia.
Vale manter o quarto confortável e aconchegante para que o sono chegue sem sobressaltos. Isso inclui diminuir a luminosidade do ambiente, ouvir uma música relaxante, vestir um pijama bem fofo e quente e evitar a TV ou comer guloseimas calóricas antes de cair no sono.
“O segredo para manter as energias é não estimular excessivamente os sentidos”, diz Chopra.


VISÃO :

Aqui, vale : quanto menos luz, melhor. Dormir à noite é típico do ser humano. Sabe-se, por exemplo, que em países menos ensolarados, dorme-se mais tempo. A média  é de 6 8 horas por noite.

AUDIÇÃO :

Deepak Chopra ensina um mantra para ser recitado, repetidas vezes, ao deitar. As palavras “agasthi sharina” levam a um relaxamento profundo e aquietam, em especial, os ruídos internos.


PALADAR :

A medicina ayurvédica tem uma receita infalível que esquenta o corpo e traz a sensação de acolhimento. A fórmula é simples : um copo de leite morno, com uma pitada de noz-moscada, açafrão e cardamomo. O ingrediente especial é a noz-moscada, que induz ao sono.
Vale adoçar com um pouco de mel.

OLFATO :

A lavanda tem o poder especial para deixar as tensões do corpo de lado. O óleo essencial aplicado sobre a pele ou em forma de ervas, colocadas próximas ao travesseiro, melhora a qualidade do sono.
A idéia aqui é fazer uma delicada almofada recheada de lavanda

TATO :

Sem o Sol à vista, a Lua manda no tempo. Isso faz, entre outras coisas, o calor ser menos intenso. E a temperatura tem uma relação direta com a qualidade do sono.
Quanto mais frio mais nos aquecemos e mais confortável se torna o ritual de ir para a cama. Vale vestir pijamas de textura macia e se aquecer com mantas quentes.



ZZZZZZZZZZZZZZZZ

CHÁS QUE FAZEM DORMIR :

CAMOMILA : possui flavonóide apigenina e um componente do óleo essencial, o bisabolol, de discreta ação sedativa. Prefira o tipo orgânico, com odor ativo. A maior parte das ervas encontradas em mercados, já teve o óleo essencial extraído e seu efeito fica muito reduzido.

PASSIFLORA DE MARACUJÁ : têm flavonóides com ação sedativa. Use as folhas secas.

MELISSA E ERVA CIDREIRA : ervas ricas em óleos essenciais. Estudos mostram que ajudam a relaxar e trazem um sono gostoso.

IOGA : relatório do Dpto de medicina do sono da Universidade de Harvard mostrou que a ioga, se praticada regularmente, ajuda a dormir melhor. A pesquisa foi feita entre pessoas com insônia crônica e que, após oito semanas de aulas, tiveram melhora na qualidade do sono.

SILÊNCIO NECESSÁRIO : uma conversa ou o barulho do liquidificador são suficientes para  acordar alguém. Os ruídos externos atrapalham o cérebro em seu funcionamento noturno. Assim fica difícil atingir o grau mais profundo de sono.


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7 OBJETOS TRADICIONAIS DE CURA - FENG SHUI

    7 OBJETOS TRADICIONAIS DE CURA   -  FENG SHUI



Moedas chinesas para ativar a prosperidade, mensageiros-dos-ventos para fazer circular a energia, cristais multifacetados para anular forças desfavoráveis – conheça as curas clássicas do feng shui, técnica milenar chinesa de harmonização de ambientes, para ativar a energia vital da casa.

Quem começa a estudar os primeiros passos do Feng Shui se depara com uma palavra intrigante :  CURA. Será mesmo possível curar a energia ? Como se pode equilibrar, ativar ou retardar o seu fluxo? A linha mais popular do Feng Shui no Ocidente, a Escola do Chapéu Negro, criada pelo mestre do budismo tibetano Lin Yun, ensina que  é possível trabalhar a energia e fazê-la circular com a utilização de cores, formas, materiais e objetos.

Para isso, especialistas dessa escola utilizam objetos tradicionais, que, pelo seu formato e cor, ativam a energia vital, o ch´i. Essas peças tidas como auspiciosas (de boa fortuna) na cultura chinesa e ainda hoje usadas para trabalhar o fluxo energético.
“São peças de incrível força, ainda mais quando colocadas com a intenção de ativar uma das áreas de nossa vida : Relacionamentos, Trabalho, Saúde....”, sugere Sandra Siciliano, consultora da Escola do Chapéu Negro, de SP. Segundo essa linha de Feng Shui, a intenção de ativar o amor ou a prosperidade ajuda a focalizar a energia, aumentando o efeito da forma dos objetos.
Mesmo especialistas de outras escolas ocasionalmente se voltam para os objetos tradicionais. “Eles dão efeito, mas é preciso saber com precisão onde e como coloca-los”, lembra a consultora paulista Cláudia d´Ávila, que  trabalha com a Escola Ba Zhai, uma vertente da Escola da Bússola, a mais tradicional da China.

Veja agora como funcionam e como devem ser aplicados os sete objetos de cura mais usados no Feng Shui da Escola do Chapéu Negro.



FLAUTAS DE BAMBU

Na tradição chinesa, elas representam estabilidade, segurança e paz em lares e empresas. Segundo a tradição, os nós das flautas ativam a energia – nos casamentos tocava-se a flauta de bambu para trazer os efeitos benéficos do ch´i sobre o casal, pois acreditava-se que a flauta chamava a felicidade. Assim como nos tubos dos mensageiros-dos-ventos, o ch´i entra e sai pela flauta, fazendo circular a energia pelo local.
Como cura, pode ser colocada perto de vigas, consideradas como desfavoráveis no Feng Shui. Nesse caso, deve-se pendurar duas delas na viga, amarradas com um fio vermelho e com o bocal para baixo. As flautas também atuam como proteção quando colocadas na entrada da casa ou do escritório.


BA – GUÁ

É um dos mais poderosos objetos tradicionais do Feng Shui. Deve ser usado somente do lado de fora de casa, em cima da porta da entrada. A seqüência dos oito trigramas, conjuntos de três linhas contínuas ou partidas dispostos em forma circular, cria um potente campo de energia vital (ch´i) direcionado para a moradia.
O espelho no meio rebate ou anula a energia negativa que vem de fora, principalmente se chegar de lugares não auspiciosos, como cemitérios e delegacias.
É muito importante que a disposição dos trigramas do ba – guá siga a seqüência do céu anterior, com o trigrama CHIEN  em cima (com três linhas contínuas) e o KUN (com três linhas partidas) embaixo. Chien representa o Céu e Kun a Terra; essa seqüência representa a ordem perfeita entre o cosmo e o plano material.
O ba-guá também pode ser colocado em cima de uma janela externa que dê para um lugar ou pontos desfavoráveis, como um transformador de energia elétrica ou um hospital, por exemplo.
Ao colocar o ba-guá, os especialistas aconselham fazer uma pequena oração ou a mentalização da proteção da casa, assim o efeito é intensificado.


BOLA DE CRISTAL MULTIFACETADO

Usada para dispensar a energia sha (estagnada) dos corredores e para dividir ambientes, a bola de cristal multifacetada deve ser dependurada num fio vermelho com 9 cm (ou múltiplo de 9, como 18, 36 cm).
O número nove, para os chineses, representa o ciclo completo de energia entre céu e a terra, por isso, é considerado um número forte e mágico. Além disso, cada um dos losangos lapidados esconde o encontro de dois triângulos, que representam, também, o encontro entre o céu e a terra.
A refração da luz do sol espalha arco-íris e reflexos, mas acredita-se que o ch´i, uma força invisível, brinque com a bola mesmo quando não há luz. Assim ele permanece mais tempo no local, espalhando sua força benéfica e impedindo a formação de energia estagnada.


AQUÁRIOS

Na Escola do Chapéu Negro, os aquários são usados para ativar o ch´i e podem ser colocados em qualquer lugar da casa, menos nos quartos, pois o movimento dos peixes ativa a energia YANG, de agitação. A água, associada à riqueza na cultura chinesa, é energizada com o movimento dos peixes – assim eles ajudam a trazer prosperidade.
O mestre Lin Yun aconselha colocar 8 peixes vermelhos e 1 preto; o nove é considerado um número de boa sorte. Em certos países, como Malásia, Cingapura e Tailândia, também se usa muito o peixe arowana, cujo corpo prateado com matizes rosa é considerado bom Feng Shui.
Segunda maioria dos consultores, as fontes têm a mesma função dos aquários.


ENVELOPES VERMELHOS

Alguns especialistas de Feng Shui só recebem seus honorários dentro de envelopes vermelhos. Mais : determinadas curas custam um número preciso destes pequenos envelopes (9 envelopes, por exemplo, ou múltiplos de 9). Ao recebê-los, os consultores fazem uma pequena oração pedindo a prosperidade de quem as oferece, para manter a circulação de energia.
Consideradas como uma cura de Prosperidade, também são oferecidos como presentes no Ano-Novo, com uma moedinha dentro – quem recebe e quem dá têm a promessa de viver um ano abundante. Os envelopes, vindos da China, são recobertos de símbolos e desenhos auspiciosos, gravados em dourado.


MOEDAS CHINESAS

Um dos mais simpáticos objetos tradicionais do Feng Shui, elas são utilizadas para  atrair a prosperidade. As peças, cópias de antigas moedas chinesas, são furadas no meio e amarradas em um fio vermelho.
A forma das moedas, com um buraco quadrado no meio, é tida pela cultura chinesa como muito favorável – o círculo lembra o céu, e quadrado, a materialidade da terra.
Muitos consultores afirmam que é o fio vermelho que conduz a energia YANG (ativa, masculina) que energiza as moedas.
Os chineses acreditam, inclusive, que, se o fio vermelho terminar com o nó da felicidade, em forma de laço duplo, o resultado é ainda melhor.
Três moedas são suficientes (às vezes, são usadas até nove).
As moedas podem ser colocadas no canto da Prosperidade da casa, dentro da bolsa ou carteira, ou mesmo, atrás da porta de entrada.


MENSAGEIROS – DOS – VENTOS

São utilizadas pela Escola do Chapéu Negro do budismo tibetano, mas também por outras linhas do Feng Shui. A forma, o som e o material (tubo de metal) são importantes nessa cura.
O ch´i, a força vital, entra e sai dos tubos na linguagem poética chinesa, ele brinca com as formas tubulares e, assim, espalha boas energias. O som produzido também interage com a energia de cada pessoa, acalmando o estado de espírito (por isso, é melhor deixar os sinos onde bata uma leve brisa para que o som seja suave e não estridente).
Na Escola do Chapéu Negro, os mensageiros-dos-ventos devem ficar perto das janelas, mas também em locais onde é preciso retardar o ch´i, como no final de um corredor e na quina de uma parede em L.
Eles ainda têm outra função : separar energeticamente os ambientes (por isso, são pendurados entre a sala e a cozinha, por exemplo).
Um sino com cinco tubos é ideal para equilibrar a energia de um espaço. Já para criar ou ativar o ch´i, melhor optar por peças com seis, oito ou nove tubos. Para dar sorte, um mensageiro de seis ou oito tubos é colocado na área da casa que se quer ativar.
Os sinos também são muito utilizados na área da Criatividade, cujo elemento é o metal (com que é confeccionado o sino).



Fonte : Revista Bons Fluídos
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ALIMENTOS MÁGICOS

                 

AS ABELHAS PRODUZEM MEL, PRÓPOLIS, PÓLEN E GELÉIA REAL.  DESCUBRA COMO ELES CHEGAM ATÉ NÓS E QUAIS SÃO SEUS BENEFÍCIOS.


MEL :   Depois de visitarem dezenas de flores e coletarem o néctar, as abelhas retornam à colméia, onde iniciam a produção do mel.
“Ele ajuda a combater a tosse, dores na garganta e resfriados”.
E, por conter fibras, ajuda no trabalho do intestino”, afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em SP.  Mas de nada adianta se ele não for 100% puro. Para garantir isso, coloque uma colher de mel em uma pequena quantidade de água. Se dissolver, é falso, Outro ponto é que o verdadeiro sempre cristaliza, de baixo para cima. Para voltar à sua consistência normal, basta aquece-lo em banho-maria, a uma temperatura de 40º até 45ºC.

PRÓPOLIS : Pense em um lugar abarrotado e fechado. A probabilidade de uma doença se espalhar é muito grande. É por isso que, para proteger e manter a temperatura das colméias, as abelhas descobriram uma poderosa fórmula : unir resinas vegetais encontradas nas árvores e misturar com ceras produzidas por elas mesmas. A proteção desse mix também vale para o nosso corpo. “A própolis é um alimento rico em vitaminas e possui efeito antioxidante em nossas células, combatendo o envelhecimento precoce e o surgimento das doenças degenerativas”, explica a nutricionista Roseli.

GELÉIA REAL : Feita por um grupo de abelhas jovens (conhecidas como nutridoras), é um alimento exclusivo dos recém-nascidos e da rainha. Para nós, é um importante complemento nutricional.
“Por ser rica em proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais, fortalece o corpo de maneira geral”, reforça ela.

PÓLEN : O pólen usado para a alimentação de todas as abelhas junto com o mel. Embora pouco consumido por nós, é um aliado da nossa saúde por conter vitaminas e proteínas. “Também é rico em antioxidantes e ainda capaz de minimizar alguns tipos de alergia e os sinais de estresse”, relata David Wolfe em seu livro Superalimentos (ed.Alaúde)


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Fonte : Revista Bons Fluídos
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O EU AUTOCENTRADO - ECKHART TOLLE


A mente está sempre querendo alimentar-se para pensar. Ela procura alimento para sua própria identidade, para seu sentido de ser. É assim que o ego se cria e se recria continuamente.
Quem percebe isso ? Quem compreende que sua forma física e psicológica é passageira? É o “Eu Sou”, que não tem nada a ver com o passado e o futuro.
O que restará de todos os medos e desejos associados aos problemas de sua vida e que diariamente exigem o máximo de sua atenção? Restará apenas seu nome gravado na lápide de sua sepultura e as datas ligando seu nascimento à sua morte.


Para o eu autocentrado para o ego esse  é um pensamento deprimente.
Para o que você é essencialmente, é libertador.
Quando cada pensamento absorve toda a sua atenção, isso mostra que você se identifica com a voz que está dentro da sua cabeça. O pensamento se confunde então com o sentido do eu.  Esse é o eu criado pela mente, o que chamamos de ego. Esse ego construído pela mente se sente totalmente incompleto e precário. Por isso o medo e o desejo são as emoções e forças dominantes e motivadores desse ego.

Quando você se dá conta de que existe uma voz na sua cabeça que pretende ser você e não para de falar, percebe que, de forma inconsciente, você vem se identificando com a corrente do pensamento.

Quando percebe a existência dessa voz, você compreende que não é essa voz, mas a pessoa que a percebe.
Ter liberdade é saber que você é a consciência por trás dessa voz.

O ego está sempre buscando. Busca sem cessar isso ou aquilo para se sentir mais completo. Isso explica por que ele se preocupa compulsivamente com futuro.
Ao concentrar toda a atenção no momento presente, uma inteligência muito superior à mente autocentrada entra em sua vida.

Ao viver através do ego, você faz do momento presente apenas um meio para atingir um fim. Você vivem em função do futuro, mas, quando atinge seus objetivos, eles não o satisfazem ou não o satisfazem por muito tempo.

Quase todo ego tem um pouco do que poderíamos chamar de identidade da vítima. Muitas pessoas se vêem de tal forma como vítimas que essa imagem se torna ponto central de seu ego. O ressentimento e a mágoa passam a ocupar uma parte essencial da visão que essas pessoas têm de si com sua história de vítima e perceba sua compulsão de pensar ou falar a respeito.Testemunhe o seu estado interior.

Você não precisa fazer mais nada além disso. Ao perceber isso, a transformação e a liberdade virão. Reclamar e reagir são as formas preferidas da mente para fortalecer o ego.

Para muitas pessoas, grande parte da atividade mental e emocional consiste em reclamar e reagir contra isso ou aquilo. Procuram fazer com que os outros ou as coisas estejam errados e só elas estejam certas. Estando certas, elas se sentem superiores e, assim, fortalecem seu ego. No entanto, estão apenas fortalecendo a ilusão do ego. Pare um pouco e pense : você tem esses padrões de comportamento ? Consegue perceber a voz em sua mente que está sempre reclamando e apontando os outros como culpados ? O eu autocentrado precisa do conflito para fortalecer sua identidade.
Ao lutar contra algo ou alguém, ele demonstra para si mesmo que isto sou eu e aquilo não sou eu.

É comum que países, tribos e religiões procurem fortalecer sua sensação de identidade coletiva colocando-se em oposição aos seus inimigos. Quem seriam os crentes se não existissem os que não crêem?
Ao se relacionar com pessoas, você é capaz de perceber em si mesmo sentimentos sutis de superioridade e de inferioridade em relação à elas? Quando isso acontece, é o ego que está se manifestando, porque ele precisa da comparação para se afirmar. A identidade do ego dependa da comparação e se alimenta do mais. Ele se agarra a qualquer coisa. Quando nada disso funciona, as pessoas procuram fortalecer seu ego considerando-se mais injustamente tratadas pela vida, mais doentes ou mais infelizes do que os outros.

Quais são as histórias que você cria para encontrar sua própria identidade?
O eu autocentrado tem também necessidade de se opor, resistir e excluir a idéia de separação da qual depende sua sobrevivência. Assim, ele coloca eu contra e nós contra eles. O ego precisa estar em conflito com alguém ou alguma coisa. Isso explica por que, apesar de você querer paz e amor, não consegue suportar a paz, a alegria e o amor por muito tempo. Você diz que quer ser feliz, mas está viciado em ser infeliz.

A culpa é outra forma que o ego tem para criar uma identidade. Para o ego não importa que essa identidade seja negativa ou positiva. O que você fez ou deixou de fazer foi uma manifestação de inconsciência, que é natural da condição humana.
Se você estivesse mais alerta, mais consciente, teria agido de outra maneira.
Se você estabelece objetivos autocentrados na sua busca de libertação e de auto valorização, mesmo que os atinja eles não irão satisfazê-lo.

DISSE O MESTRE : quando lhe pediram para explicar o sentido mais profundo do budismo : Sem o ego, não há problema.

ECKHART  TOLLE

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