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sexta-feira, 2 de novembro de 2018
sábado, 11 de agosto de 2018
Vídeo: "Detector de ficha de político"
É só baixar o aplicativo no celular e digitar o nome do político que mostra se tem algum processo contra ele, se está sendo julgado por algo.
sábado, 24 de fevereiro de 2018
Amazônia está à beira do abismo.
Boa parte dela, simplesmente está deixando de ser floresta. Uma péssima notícia para dezenas de milhões de habitantes da América do Sul, que simplesmente não terão chuva, nem agricultura... O alerta é de dois cientistas respeitadíssimos: Carlos Nobre e Tomas Lovejoy. Esse é o link para o artigo deles publicado na revista Science Advances: http:// advances.sciencemag.org/ content/4/2/ eaat2340?utm_source=meio&ut m_medium=email
Foto de Araquém Alcântara
sexta-feira, 19 de maio de 2017
Muita oração minha gente; o plano é maquiavélico para quem ainda não
entendeu as entrelinhas!!
O plano espiritual precisa da nossa ajuda.
Menos brincadeiras com a situação em que nos colocaram, a qual temos a
nossa parcela de culpa, por conivência e por falta de indignação na hora certa, por
achar que tudo o que vinha acontecendo era algo normal!!
Ana Lucia do Carmo.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
A vantagem de ser ético!
Muita gente no Brasil vai precisar tomar rivotril para aguentar os dias que vem pela frente. Rivotril pra dormir, rivotril pra passar o dia também; após a prisão de Eduardo Cunha.
Como diz Leandro Karnal, sobre a vantagem de ser ético; "só as pessoas éticas tem amigos; pessoas não éticas tem cúmplices e não amigos; só pessoas boas tem amigos; pessoas desonestas tem cúmplices"; (frase escrita pelo filósofo francês Etienne de La Boétie).
Obrigada Juiz Sérgio Moro.
Ana Lúcia do Carmo.
integracaoholistica.blogspot.com
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Não basta só fazer uma abertura de olimpíadas de tirar o fôlego. É
preciso investir no treinamento e no condicionamento dos atletas como
fazem as grandes potências do esporte.
A maioria dos atletas sequer tem patrocínio, usam recurso próprio e como bom brasileiro dá sempre um jeitinho aqui e ali pra conseguir o dinheiro para treinar, para viajar, para competir, etc.
Não falta dinheiro, falta é um direcionamento sério de recursos para o esporte.
Fico triste a cada atleta brasileiro que ou não consegue medalhas, ou nem consegue classificar-se. Trocando em miúdos; nada, nada e morre na praia como diz o velho ditado. Esforço, garra e talento, os atletas brasileiros tem de sobra; mas como competir com atletas que treinam em centros moderníssimos, que tem toda assistência, inclusive psicológica?
A maioria dos atletas sequer tem patrocínio, usam recurso próprio e como bom brasileiro dá sempre um jeitinho aqui e ali pra conseguir o dinheiro para treinar, para viajar, para competir, etc.
Não falta dinheiro, falta é um direcionamento sério de recursos para o esporte.
Fico triste a cada atleta brasileiro que ou não consegue medalhas, ou nem consegue classificar-se. Trocando em miúdos; nada, nada e morre na praia como diz o velho ditado. Esforço, garra e talento, os atletas brasileiros tem de sobra; mas como competir com atletas que treinam em centros moderníssimos, que tem toda assistência, inclusive psicológica?
Ana Lúcia do Carmo.
integracaoholistica.blogspot.com
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Assine a petição: http://bit.ly/26fuDUa
A
Ariranha é um dos animais que sofrerá as consequências da construção de
uma barragem no rio Tapajós. Não deixe que isso aconteça. Proteja a
Ariranha.
Assine a petição: http://bit.ly/26fuDUa
fonte: Greenpeace Brasil.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Alunos de São Paulo, estão tendo aulas sobre raiva, tristeza, solidão e felicidade..
Escolas ensinam a lidar com as emoções
No
fim do ano, escolas não esperam que os alunos tenham aprendido só a
fazer contas, interpretar um texto ou saber o nome dos Estados
brasileiros.
Colégios particulares e da rede estadual de São
Paulo estão adotando estratégias para que desenvolvam habilidades
socioemocionais, como cooperação, empatia, senso crítico e curiosidade.
"Essas
habilidades estão intimamente ligadas às cognitivas. São elas que
potencializam e aprofundam o aprendizado. A escola que decide trabalhar o
lado socioemocional precisa mudar a sua estrutura, suas aulas. Porque
esse não é um trabalho intuitivo, ele precisa ser planejado", observa
Márcia Almirall, orientadora pedagógica do Colégio Santa Maria, na zona
sul de São Paulo.
No ano passado, a escola capacitou os
professores para que as práticas pedagógicas fossem alteradas em sala de
aula. Para os alunos do fundamental 1 (do 1º ao 5º ano), as carteiras
foram alteradas para facilitar o trabalho em grupo. Os docentes também
são estimulados a darem aula em locais diferentes, como no pátio ou no
jardim.
"Em todas as disciplinas é possível desenvolver as
habilidades socioemocionais, se nos planejarmos. Então, nas aulas de
matemática, todos trabalham em grupos. Em português, fazem rodas de
conversa para discutir a disciplina. Em tudo dá para trabalhar, se
soubermos estimular os alunos da maneira correta", afirma Márcia.
O
ensino socioemocional foi adotado em 2015, de forma experimental, em 17
escolas da rede estadual. Para este ano, o número subiu para 145, todas
com período integral e ensino fundamental 1. "Estamos consolidando a
ideia de que não é possível fazer um bom trabalho sem focar nessas
habilidades (socioemocionais). Com o tempo, esse projeto vai ser
ampliado para todas as unidades", diz Ghisleine Trigo, coordenadora de
gestão da Educação Básica da Secretaria Estadual de Educação.
Suporte
A
ideia ao desenvolver habilidades socioemocionais nas crianças é dar
ferramentas para que consigam lidar da melhor forma em situações de
conflito e assim reduzir a vulnerabilidade dos estudantes. A escola
estadual Professora Irene Ribeiro, na Vila Carrão, zona leste, foi uma
das que recebeu o projeto no ano passado. Todos os professores foram
capacitados para o novo modelo, aplicado em todas as disciplinas.
Elaine
Carapiá, que dá aula para o 3ºano, conta que as mudanças fizeram com
que o professor se tornasse uma peça menos central na sala de aula e
mais um mediador para que os alunos tivessem mais espaço para tirar
dúvidas e aprender com os colegas. As aulas também falam sobre os
sentimentos e como lidar com eles.
"Eles vivenciam situações
muito difíceis em casa que podem impactar o aprendizado. Outro dia um
estudante disse que os pais estavam brigando e jogaram as alianças no
lixo. O menino, de 7 anos, começou a cantar e aconselhou os pais a se
acalmarem. Ele aprendeu na escola que, quando se está nervoso, é
importante respirar e disse isso para os pais em um momento de
conflito", relata Elaine.
Em todo início de aula, os alunos se
sentam em uma roda para falar como estão se sentindo. Segundo ela, é
importante estimular as crianças a se expressarem para ganhar confiança.
"Mudamos muita coisa. Não temos mais apenas uma relação entre aluno e
professor, mas entre seres humanos."
Preconceito
No
colégio Pio XII, na zona oeste, os adolescentes do ensino fundamental 2
(do 6º ao 9º ano) têm uma vez por semana uma aula em que são estimulados
a trabalhar com as emoções e a abordar temas em que podem ter
preconceitos. A disciplina utiliza dinâmicas em grupo e exercícios em
que a turma conta histórias ou assiste a filmes sobre temas como a morte
ou as drogas.
"Percebemos que, quando eles entendem o que sentem
nas mais diversas situações, se tornam mais tolerantes, prestativos,
têm mais empatia com os colegas", afirma a psicóloga e professora
Patricia Prado.
Para ela, como as crianças passam a maior parte do
tempo no colégio e desenvolvem as primeiras relações sociais no
ambiente escolar, é responsabilidade dos colégios não só transmitir
conhecimento, mas também valores morais e éticos. "Além disso, um aluno
que possa ter problemas em casa ou em se relacionar com os colegas, e
não sabe como lidar com essas situações, vai ter queda no rendimento
escolar."
No colégio Eduque, na zona sul da capital, estudantes do
ensino fundamental 1 também contam com aulas voltadas para essas
habilidades, uma vez por semana. Com livros e histórias, os professores
desencadeiam discussões sobre as emoções.
"Com repertórios leves e
lúdicos, ensinamos a entender o que é sentir raiva, tristeza, solidão,
felicidade. Com esse conhecimento, eles se tornam mais respeitosos e
compreensivos com os colegas", observa a coordenadora pedagógica
Lucelena Martins de Souza.
Ao abordar esses temas, Lucelena
considera que os docentes abrem um canal de confiança e diálogo com os
alunos. "Quando eles têm um problema, sabem que podem contar para nós,
que vamos ajudar. Assim, ninguém fica excluído ou sem a atenção devida."
As informações são do jornal O Estado de
S. Paulo.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Deveríamos votar "SIM" para reduzir a quantidade de Deputados na
câmara!! A maioria, não tem a menor condição de representar-nos, e, tem
gente demais, e pra quê?
Depois do que assisti ontem, o mínimo é voltarem para uma sala de aula, estudarem a extinta matéria "Educação Moral e Cívica", que aliás deveria voltar para a grade curricular para que as crianças aprendam o que é isto; "direitos e deveres do cidadão".
E mais, SIM também para a redução de salários, para o corte de verbas; só ficará quem realmente tiver amor à pátria, ética para lidar com o dinheiro público; formação completa em nível superior em administração, gestão pública; e principalmente, paixão pelo que faz, não pelo que recebe ou o que faz para receber em troca!!
Depois do que assisti ontem, o mínimo é voltarem para uma sala de aula, estudarem a extinta matéria "Educação Moral e Cívica", que aliás deveria voltar para a grade curricular para que as crianças aprendam o que é isto; "direitos e deveres do cidadão".
E mais, SIM também para a redução de salários, para o corte de verbas; só ficará quem realmente tiver amor à pátria, ética para lidar com o dinheiro público; formação completa em nível superior em administração, gestão pública; e principalmente, paixão pelo que faz, não pelo que recebe ou o que faz para receber em troca!!
Ana Lúcia do Carmo.
integracaoholistica.blogspot.com
domingo, 17 de abril de 2016
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
De tanto ver triunfar as nulidades; de
tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De
tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a
desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser
honesto.
(Rui Barbosa)
integracaoholistica.blogspot.com
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
RUBEM ALVES - CORREIO POPULAR 1991
Estou enjoado de política.
Olho para as notícias da política com absoluta indiferença. Por vezes o
absurdo é incomum e se torna ridículo. Aí o humor me provoca,
por um curto espaço de tempo, mas logo retorno à realidade. As notícias
são de uma mesmice sufocante. Os mesmos rostos, os mesmos
lugares-comuns, as mesmas frases batidas que nada dizem. Sou tomado por
uma sensação física de paralisia e impotência. Nada posso fazer, em nada
posso acreditar. Meus pensamentos ficam pesados como blocos de
concreto: entidades inertes, mortas, das quais não surge nenhuma vida.
Nietzsche confessava haver se encontrado com o demônio, e que sempre que
isto acontecia todas as coisas leves ficavam pesadas e caíam. O que o
levou a afirmar que o demônio era o espírito da gravidade. Sinto o mesmo
quando vejo as notícias da política.
O que me leva a suspeitar que é
aí que o demônio mora. Por mais que me esforce não consigo me lembrar da
última vez que ouvi alguma coisa inteligente da boca de um político.
Pois a marca de uma coisa inteligente é o seu poder para fazer o
pensamento voar, abrir horizontes, tornar luminoso o mundo, sugerir
alternativas e abrir caminhos novos para o pensamento e a ação.
Não estou sozinho neste desencanto. Guimarães Rosa sentia a mesma
coisa.Dizia que jamais poderia ser um político “com toda esta
charlatanice da realidade.
O curioso”, ele continua, “é que os políticos
estão sempre falando de lógica, razão, realidade e outras coisas do
gênero e ao mesmo tempo vão praticando os atos mais irracionais que se
possam imaginar. Ao contrário dos legítimos políticos, acredito no homem
e lhe desejo um futuro. Sou escritor e penso em eternidades. O político
pensa apenas em minutos.
Eu penso na ressurreição do homem.” Confesso que a minha alma gozava
melhor saúde no tempo da ditadura.Naqueles anos sombrios o pensamento
brincava com a certeza de que aquilo não poderia durar para sempre. Era
impensável que o horror durasse para sempre.Dietrich Bonhoeffer, numa
das cartas que escreveu da cela da prisão de um campo de concentração
nazista, conta que o prisioneiro desconhecido que o antecedera
escrevera, na parede, a sua mensagem de esperança desesperada: “Dentro
de cem anos tudo isto terá terminado.”
Muitas vezes repeti a mesma
frase, embora não me atrevesse a imaginar que o medo pudesse persistir
por tanto tempo. O horror chegaria ao fim e, com ele, um novo tempo.
“Apesar de você amanhã há de ser novo dia...”
O pensamento dançava entre o absurdo e a esperança. De um lado o
noticiário político anunciava o presente. Mas os poetas cantavam um
futuro. O que fazia com que o presente fosse vivido como tempo de
espera, como gravidez, expectativa escatológica.
“Como dois e dois são quatro/ sei que a vida vale a pena,/ embora o pão
seja pouco e a liberdade pequena./ Como teus olhos são claros e a tua
pela morena,/ como azul é o oceano e a lagoa serena,/ como um tempo de
alegria e por trás do terror me acena,/e a noite carrega o dia no seu
colo de açucena,/ como dois e dois são quatro sei que a vida vale a
pena...”
(Ferreira Gullar)
Era noite mas se podiam ver no horizonte as cores da madrugada.
Por isto o pensamento era leve! Por isto as idéias voavam! Por isto se
geravam utopias! Por isto - apesar de tudo - os poetas falavam e o povo
cantava: “Caminhando e cantando e seguindo a canção, somos todos iguais,
somos todos irmãos...”. Não havíamos sido abandonados pela beleza.
Mas este tempo passou. O tempo do horror chegou ao fim mas o que nasceu
foi um novo horror.
Nosso tempo está vazio. Os poetas estão silenciosos. É noite, sem nenhum
anúncio de madrugada.
Noite sem canções, noite sem sonhos.
A psicanálise descobriu que nós somos sonhos feitos carne.
Músculos, ossos, sangue: sólidas realidades físicas que não podem viver
sem pão. Mas, como dizem os textos sagrados, “o homem não viverá só de
pão”. Nossa carne precisa de sonhos para viver. São os sonhos que moram
neste corpo que desenharão os seus gestos: se ele voará, leve, na
direção das suas esperanças, construindo caminhos e pontes e plantando
jardins, ou se se deixará afundar no charco da tristeza, fazendo apenas
aquilo que a dura luta pela sobrevivência exige. “Sonho, logo existo.”
Aquilo que é verdadeiro para os indivíduos também é verdadeiro para os
povos. Santo Agostinho já sabia disto e dizia que um povo é o conjunto
de pessoas que amam as mesmas coisas, que têm sonhos comuns. Muitos
séculos mais tarde o sociólogo Durkheim iria repetir a mesma coisa,
dizendo que um povo não se faz com coisas materiais. Um povo se faz com
ideais, com esperanças partilhadas. Estava certo o poeta Tagore quando
dizia que o povo pedia canções. Há de haver visões de beleza, utopias de
jardins e de harmonia entre os homens e a natureza, esperanças de paz e
tranqüilidade, e o sentimento bom de que se está construindo um mundo
amigo a ser legado como herança aos nossos filhos.
É por isto que os noticiários políticos só me causam náusea. Pois se
noticia como se o destino do povo se tecesse nas artimanhas do poder.
Mas um povo não nasce do poder; ele é uma criatura do amor. E o poder só
tem sentido quando é uma ferramenta para a realização do amor.
Daí a nossa tristeza, pois o povo não acredita que o poder esteja a
serviço dos seus sonhos. E de tanto ver os seus sonhos abortados achou
melhor deixar de sonhar. Mas não é isto que deveria ser um
político?Aquele que, por ser do povo, sonha os seus sonhos e se dedica a
transformá-los em realidade. Lembro-me das palavras de Miguel de
Unamuno: “Pelo que me diz respeito, jamais de bom grado me entregarei,
nem outorgarei a minha confiança a condutores de povos que não estejam
penetrados na idéia de que, ao conduzir um povo, conduzem homens, homens
de carne e osso, homens que nascem, sofrem e,ainda que não queiram
morrer, morrem; homens que são fins em si mesmos, e não meios; homens
enfim, que buscam a isso a que chamamos felicidade.”
A esperança é de que, distantes da pantomima do poder, os sonhos não
tenham morrido.
Como na história da Bela Adormecida, eles dormem, mais
profundos que pesadelos do cotidiano. E um dia acordarão. E o povo,
possuído pela sua beleza esquecida, se transformará em guerreiro e se
dedicará à única tarefa que vale a pena, que é a de transformar os
sonhos em realidade. Esta é a única política que me fascina. Como o
Guimarães Rosa, vivo na esperança da ressurreição dos mortos.
Rubem Alves
(Correio Popular, 28/01/1991)
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Meditando Pelo Despertar do Brasil : Como a Força Criadora da Mente Constrói a Civilização do Futuro
Saudações de Amor e Luz, Família Cósmica !
Este é um convite para
participação consciente nesse momento singular da história do Brasil,
nos reunindo em intenção para (re)construção de uma nação, nos moldes de
uma nova sociedade, uma nova humanidade.
Na Consciência de que Somos Todos Um,
Alessandra.
Meditando Pelo Despertar do Brasil
Como a Força Criadora da Mente Constrói a Civilização do Futuro
por Carlos Cardoso Aveline
Como a Força Criadora da Mente Constrói a Civilização do Futuro
por Carlos Cardoso Aveline
Tudo o que somos é resultado do que pensamos no passado. Tudo o que
somos se baseia em nossos pensamentos e é formado por nossos
pensamentos. Se alguém fala ou age com pensamento puro, a felicidade o
acompanha assim como sua própria sombra, que nunca se afasta dele.
(Dhammapada budista, Capítulo 1, Versículo 2)
Pede, e te será dado; busca, e acharás; bate à porta - e a porta se abrirá.
(Novo Testamento cristão, Mateus, 7:7)
A visualização a seguir desenvolve a potencialidade superior do ser humano, destrói circuitos fechados de emoções negativas e abre espaço para uma regeneração cultural. Como meditação e como ação criadora, ela devolve ao cidadão a consciência de que os seus pensamentos criam o futuro, individual e coletivo.
(Novo Testamento cristão, Mateus, 7:7)
A visualização a seguir desenvolve a potencialidade superior do ser humano, destrói circuitos fechados de emoções negativas e abre espaço para uma regeneração cultural. Como meditação e como ação criadora, ela devolve ao cidadão a consciência de que os seus pensamentos criam o futuro, individual e coletivo.
A respeito da lei natural em que a meditação se baseia, cabe levar em conta estas palavras de Helena Blavatsky:
Havendo uma certa intensidade da vontade, as formas criadas pela mente se tornam subjetivas. Alucinações, elas são chamadas, embora para o seu criador elas sejam tão reais quanto qualquer objeto visível é para qualquer outro. Existindo uma concentração mais intensa e mais inteligente desta vontade, a forma se tornará concreta, visível, objetiva; o homem terá então aprendido o segredo dos segredos; ele se tornou um MÁGICO. [1]
O exercício de visualização pode ser praticado individual ou coletivamente. É boa ideia fazer com que ele aconteça em uma associação, sindicato ou movimento comunitário. De preferência, deve ser escolhido um local em que haja silêncio e ar puro.[2]
A sua realização regular tem um efeito mais forte do que uma ação apenas eventual. Porém, ele é extremamente benéfico mesmo como um acontecimento isolado.
Os Três Objetivos para a Construção do Futuro
O desenvolvimento das potencialidades sagradas da humanidade faz parte do dharma e do dever do movimento esotérico moderno.
O primeiro objetivo do esforço teosófico inaugurado em 1875 é o estímulo à prática da fraternidade universal, o que deve ser feito pelo exemplo. A segunda meta é a busca da sabedoria ensinada pela literatura filosófica de todos os tempos e de todos os povos, com prioridade para a sabedoria oriental, mais antiga. O terceiro objetivo é a investigação dos poderes latentes na consciência de cada ser humano.
As três metas são inseparáveis. O terceiro objetivo deve ser buscado, naturalmente, como um instrumento para alcançar o primeiro.
O egoísmo, que brota da ignorância, é um beco sem saída e provoca um circuito fechado de infelicidade. A meditação a seguir constitui uma prática altruísta. Ela coloca os poderes latentes da consciência expressamente a serviço da Fraternidade Universal. Esta é a maneira correta de desenvolver as potencialidades transcendentes da mente humana. É também o modo mais eficaz de alcançar a felicidade.
Meditando pelo Despertar do Brasil
1) Sentado, com os pés bem plantados no chão, as partes superiores e inferiores das pernas formando ângulo reto, fique com a coluna ereta.
2) Respire calma e profundamente. Deixe de lado as preocupações com assuntos pessoais de curto ou médio prazo.
3) Relaxe os pés, depois as pernas, as mãos, os braços, e finalmente os músculos do rosto. Sinta o contraste entre a musculatura relaxada e a coluna vertebral firme. Assim devemos ser diante da vida: firmes no essencial e flexíveis no que é secundário.
4) Pense na dor centenária do povo brasileiro. Calcule o sofrimento coletivo no dia de hoje. Observe a sua própria dor. Reflita sobre o fato de que é possível transmutar o sofrimento em sabedoria. Reconheça que o apego à dor não é necessário. Admita que todo obstáculo é fonte de lições. Perceba com calma que a tarefa do ser humano é crescer interiormente, fortalecendo a vontade de fazer e viver o melhor.
5) Visualize a população brasileira tirando lições de cada desafio que enfrenta. Veja a sabedoria e a solidariedade permeando as relações entre todos. Imagine a população a despertar para a força ilimitada da ajuda mútua. Mantenha diante de si, por um instante, a imagem de cada cidade acordando para a solução fraterna dos seus problemas. Enxergue o Brasil e todas as comunidades de língua portuguesa como partes ativas de uma civilização global solidária.
6) Veja os meios de comunicação social atuando a serviço da vida, buscando e transmitindo sabedoria. Visualize uma espécie de assembléia geral permanente do povo brasileiro, cujo grande tema seja como atuar a cada momento de modo correto. Enxergue rádio, televisão e jornais brasileiros defendendo os interesses da população. Veja-os criando mecanismos de ajuda mútua. Fortaleç a seu compromisso pessoal com esta visão de país.
7) Visualize por alguns instantes dirigentes políticos sinceros sendo leais ao povo brasileiro, em nível municipal, estadual e federal. Lembre-se de que aquilo que é difícil tem mais mérito. Basta que a meta seja digna. Imagine a sua cidade e o Brasil como territórios em que reina a ética. Veja-os prontos para uma nova era de fraternidade entre todos os seres. Guarde consigo esta imagem revolucionária. Mantenha-a nítida em sua mente e coração. Veja a si mesmo como co-responsável pelo despertar coletivo.
Faça com que esta visão elevada permaneça mais forte que os sentimentos antigos e rotineiros. Assim, você desenvolve de modo correto o poder da sua vontade, enquanto acelera o surgimento da civilização do futuro.
NOTAS:
[1] Helena P. Blavatsky, em “Isis Unveiledâ€, Theosophy Co., Los Angeles, Vol. I, p. 62. Veja também a edição brasileira, “Ãsis Sem Véuâ€, Ed. Pensamento, volume I, capítulo II.
[2] O momento da lua nova e o momento da lua cheia parecem ser especialmente adequados para esta atividade.
0000000
Uma versão inicial desta meditação foi publicada no livro "A Informação Solidária", de Carlos Cardoso Aveline, Edifurb, Blumenau, SC, 86 pp., 2001, pp. 72-74.
Havendo uma certa intensidade da vontade, as formas criadas pela mente se tornam subjetivas. Alucinações, elas são chamadas, embora para o seu criador elas sejam tão reais quanto qualquer objeto visível é para qualquer outro. Existindo uma concentração mais intensa e mais inteligente desta vontade, a forma se tornará concreta, visível, objetiva; o homem terá então aprendido o segredo dos segredos; ele se tornou um MÁGICO. [1]
O exercício de visualização pode ser praticado individual ou coletivamente. É boa ideia fazer com que ele aconteça em uma associação, sindicato ou movimento comunitário. De preferência, deve ser escolhido um local em que haja silêncio e ar puro.[2]
A sua realização regular tem um efeito mais forte do que uma ação apenas eventual. Porém, ele é extremamente benéfico mesmo como um acontecimento isolado.
Os Três Objetivos para a Construção do Futuro
O desenvolvimento das potencialidades sagradas da humanidade faz parte do dharma e do dever do movimento esotérico moderno.
O primeiro objetivo do esforço teosófico inaugurado em 1875 é o estímulo à prática da fraternidade universal, o que deve ser feito pelo exemplo. A segunda meta é a busca da sabedoria ensinada pela literatura filosófica de todos os tempos e de todos os povos, com prioridade para a sabedoria oriental, mais antiga. O terceiro objetivo é a investigação dos poderes latentes na consciência de cada ser humano.
As três metas são inseparáveis. O terceiro objetivo deve ser buscado, naturalmente, como um instrumento para alcançar o primeiro.
O egoísmo, que brota da ignorância, é um beco sem saída e provoca um circuito fechado de infelicidade. A meditação a seguir constitui uma prática altruísta. Ela coloca os poderes latentes da consciência expressamente a serviço da Fraternidade Universal. Esta é a maneira correta de desenvolver as potencialidades transcendentes da mente humana. É também o modo mais eficaz de alcançar a felicidade.
Meditando pelo Despertar do Brasil
1) Sentado, com os pés bem plantados no chão, as partes superiores e inferiores das pernas formando ângulo reto, fique com a coluna ereta.
2) Respire calma e profundamente. Deixe de lado as preocupações com assuntos pessoais de curto ou médio prazo.
3) Relaxe os pés, depois as pernas, as mãos, os braços, e finalmente os músculos do rosto. Sinta o contraste entre a musculatura relaxada e a coluna vertebral firme. Assim devemos ser diante da vida: firmes no essencial e flexíveis no que é secundário.
4) Pense na dor centenária do povo brasileiro. Calcule o sofrimento coletivo no dia de hoje. Observe a sua própria dor. Reflita sobre o fato de que é possível transmutar o sofrimento em sabedoria. Reconheça que o apego à dor não é necessário. Admita que todo obstáculo é fonte de lições. Perceba com calma que a tarefa do ser humano é crescer interiormente, fortalecendo a vontade de fazer e viver o melhor.
5) Visualize a população brasileira tirando lições de cada desafio que enfrenta. Veja a sabedoria e a solidariedade permeando as relações entre todos. Imagine a população a despertar para a força ilimitada da ajuda mútua. Mantenha diante de si, por um instante, a imagem de cada cidade acordando para a solução fraterna dos seus problemas. Enxergue o Brasil e todas as comunidades de língua portuguesa como partes ativas de uma civilização global solidária.
6) Veja os meios de comunicação social atuando a serviço da vida, buscando e transmitindo sabedoria. Visualize uma espécie de assembléia geral permanente do povo brasileiro, cujo grande tema seja como atuar a cada momento de modo correto. Enxergue rádio, televisão e jornais brasileiros defendendo os interesses da população. Veja-os criando mecanismos de ajuda mútua. Fortaleç a seu compromisso pessoal com esta visão de país.
7) Visualize por alguns instantes dirigentes políticos sinceros sendo leais ao povo brasileiro, em nível municipal, estadual e federal. Lembre-se de que aquilo que é difícil tem mais mérito. Basta que a meta seja digna. Imagine a sua cidade e o Brasil como territórios em que reina a ética. Veja-os prontos para uma nova era de fraternidade entre todos os seres. Guarde consigo esta imagem revolucionária. Mantenha-a nítida em sua mente e coração. Veja a si mesmo como co-responsável pelo despertar coletivo.
Faça com que esta visão elevada permaneça mais forte que os sentimentos antigos e rotineiros. Assim, você desenvolve de modo correto o poder da sua vontade, enquanto acelera o surgimento da civilização do futuro.
NOTAS:
[1] Helena P. Blavatsky, em “Isis Unveiledâ€, Theosophy Co., Los Angeles, Vol. I, p. 62. Veja também a edição brasileira, “Ãsis Sem Véuâ€, Ed. Pensamento, volume I, capítulo II.
[2] O momento da lua nova e o momento da lua cheia parecem ser especialmente adequados para esta atividade.
0000000
Uma versão inicial desta meditação foi publicada no livro "A Informação Solidária", de Carlos Cardoso Aveline, Edifurb, Blumenau, SC, 86 pp., 2001, pp. 72-74.
O ministro Gilberto Carvalho, após reunião de governo, deu entrevista
dizendo que não entende as razoes das manifestações de protesto de
ontem. O Jô Soares mais tarde se encarregou de explicar centavo por
centavo as razoes do surto da Galera. Será que agora perceberão !!!
JÔ Explica....
Pra quem não entendeu ainda: os vinte centavos, um por um:
00,01 - a corrupção
00,02 - a impunidade
00,03 - a violência urbana
00,04 - a ameaça da volta da inflação
00,05 - a quantidade de impostos que pagamos sem ter nada em troca
00,06 - o baixo salário dos professores e médicos do estado
00,07 - o alto salário dos políticos
00,08 - a falta de uma oposição ao governo
00,09 - a falta de vergonha na cara dos governantes
00,10 - as nossas escolas e a falta de educação
00,11 - os nossos hospitais e a falta de um sistema de saúde digno
00,12 - as nossas estradas e a ineficiência do transporte público
00,13 - a prática da troca de votos por cargos públicos nos centros de poder que causa distorções
00,14 - a troca de votos da população menos esclarecida por pequenas melhorias públicas (pagas com dinheiro público) que coloca sempre os mesmos nomes no poder
00,15 - políticos condenados pela justiça ainda na ativa
00,16 - os mensaleiros terem sido julgados, condenados e ainda estarem livres
00,17 - partidos que parecem quadrilhas
00,18 - o preço dos estádios para a copa do mundo, o superfaturamento e a má qualidade das obras públicas
00,19 - a mídia tendenciosa e vendida
00,20 - a percepção que não somos representados pelos nossos governantes
Se precisarem tenho outros vinte centavos aqui, é só pedir.
JÔ Explica....
Pra quem não entendeu ainda: os vinte centavos, um por um:
00,01 - a corrupção
00,02 - a impunidade
00,03 - a violência urbana
00,04 - a ameaça da volta da inflação
00,05 - a quantidade de impostos que pagamos sem ter nada em troca
00,06 - o baixo salário dos professores e médicos do estado
00,07 - o alto salário dos políticos
00,08 - a falta de uma oposição ao governo
00,09 - a falta de vergonha na cara dos governantes
00,10 - as nossas escolas e a falta de educação
00,11 - os nossos hospitais e a falta de um sistema de saúde digno
00,12 - as nossas estradas e a ineficiência do transporte público
00,13 - a prática da troca de votos por cargos públicos nos centros de poder que causa distorções
00,14 - a troca de votos da população menos esclarecida por pequenas melhorias públicas (pagas com dinheiro público) que coloca sempre os mesmos nomes no poder
00,15 - políticos condenados pela justiça ainda na ativa
00,16 - os mensaleiros terem sido julgados, condenados e ainda estarem livres
00,17 - partidos que parecem quadrilhas
00,18 - o preço dos estádios para a copa do mundo, o superfaturamento e a má qualidade das obras públicas
00,19 - a mídia tendenciosa e vendida
00,20 - a percepção que não somos representados pelos nossos governantes
Se precisarem tenho outros vinte centavos aqui, é só pedir.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
O que está acontecendo com o Brasil?
Trânsitos astrológicos indicam aumento de poder do povo
O Brasil foi para as ruas. Nas últimas semanas, em diversos cantos do
país, aqueles que estão acostumados ao famoso "ativismo de sofá" do
brasileiro se surpreenderam com as manifestações realizadas em diversas
capitais, com a presença de um grande número de manifestantes. Tudo
começou como uma reivindicação por melhores condições de mobilidade
urbana. Mas esse foi só o grito inicial, o detonador de uma voz que o
brasileiro havia esquecido que tinha.
Com o aumento de 20
centavos na passagem de ônibus em algumas capitais, o brasileiro
encontrou a sua coragem e bravura para ir às ruas pleitear por aquilo
que merece e tem direito. Deseja ser ouvido. Quer mostrar para os seus
governantes e para o mundo inteiro que sabe que está sendo roubado e
enganado, e que as coisas precisam mudar. Quer mostrar que não é tão
alienado como muitos pensam. Que sabe, se informa e quer mudanças. As
pessoas decidiram falar em voz alta, em conjunto, em uníssono aquilo que
pensam. Independente do resultado, querem mudança. A última grande
manifestação com repercussão internacional similar foi em 1992 e não
teve nem metade dos manifestantes que foram às ruas na última semana.
Estou falando da manifestação dos 100 mil pelo impeachment do então
presidente Fernando Collor. Mas, afinal, o que está acontecendo no
Brasil?
Mapa Astral do Brasil sugere que povo tende a evitar brigas
Astrologicamente, alguns trânsitos podem nos ajudar a
entender essas manifestações. Com Sol em Virgem na casa 7 e Ascendente
em Peixes, o Mapa Astral do Brasil também tem Lua em conjunção a Júpiter
em sua casa 4 - casa que representa (entre outras coisas) o povo
brasileiro, assim como a democracia e a oposição ao governo. A Lua,
domiciliada por casa no Mapa do Brasil, representa várias coisas. Mas
para fins desta análise consideremos apenas dois dos seus significados
básicos: o povo e a democracia.
Júpiter é um planeta que
fala de generosidade, otimismo, grandeza e fé no futuro. Então podemos
dizer que o povo brasileiro é otimista por natureza, generoso, "boa
gente", além de pouco predisposto a brigas e conflitos, pouco dado a
manifestações, etc. Afinal, ele acredita profundamente que "no final
tudo vai dar certo", e que qualquer problema ou desagrado é momentâneo.
Portanto, quando as coisas ficam ruins, a população busca formas de se
autoagradar, como faz uma boa Lua-Júpiter: praia, chopp, amigos,
futebol, samba e programas que estão ao alcance do seu bolso e que
trazem alegria - ainda que esta seja momentânea.
Trânsitos astrológicos indicam mudanças na mentalidade do brasileiro
Só que esse padrão está sendo modificado. Trânsitos
sobre os ângulos do Mapa Astral do país - como Netuno transitando pelo
ascendente, e Júpiter que entrou na casa 4 do Mapa do Brasil há
aproximadamente um ano - estão modificando a percepção do brasileiro a
respeito de problemas recorrentes e antigos. A quadratura que Netuno faz
com Júpiter e Lua na casa 4 do Mapa do país faz aparecer todo tipo de
escândalos, a desonestidade dos líderes brasileiros e toda forma de
crime praticada por baixo dos panos.
A imagem do país
fica comprometida e a sensação é de colapso. Mas colapso de quê? De tudo
aquilo que Júpiter representa: a fé, o otimismo, a crença de que no
futuro tudo será melhor."A
imagem do país fica comprometida e a sensação é de colapso. Mas colapso
de quê? De tudo aquilo que Júpiter representa: a fé, o otimismo, a
crença de que no futuro tudo será melhor."
Os valores (Júpiter), as leis e a justiça que
conduzem o país não são vistas como justas e nem como honestas (Netuno).
Perde-se a confiança no legislativo. Por outro lado, este mesmo Netuno
aumenta significativamente o poder do povo, colocando os processos
democráticos em evidência. A combinação de ambas influências faz surgir
mais manifestações populares, como as que estamos vendo agora, que não
devem ser nem as primeiras e nem as últimas.
Mas a
quadratura, apesar de ser um aspecto tenso, não é de todo negativa. Ela
contribui para a dissolução do padrão automático de resposta - ou não
resposta - do povo brasileiro. Se sempre fomos ativistas de sofá, pode
ser que agora assumamos uma postura mais ativa e informada a respeito
dos assuntos cruciais do país, com uma maior união do povo e um aumento
do uso das ferramentas democráticas.
Por que só agora o "gigante" acordou?
Há aproximadamente um ano Júpiter entrou no signo de
Gêmeos e na casa 4 do Mapa Astral do país. Sempre que um luminar (Sol
ou Lua) recebe um aspecto de Júpiter, o primeiro sentimento que surge é
de insatisfação. Isso porque Júpiter deseja a expansão de horizontes e o
crescimento. O planeta sabe que pode fazer mais e melhor. Assim, surge a
insatisfação com a situação estabelecida e a busca por opções.
O
que quero dizer com isso é que essa insatisfação, como muitos indicam,
realmente não é por causa dos 20 centavos: ela vem em um crescente desde
que Netuno começou a transitar pelo ascendente do país, aumentou com a
entrada de Júpiter na casa 4 e explodiu com o planeta Marte transitando
essa conjunção-quadratura, o que teve inicio há aproximadamente uma
semana. Com esse trânsito, a insatisfação tomou conta e o povo ganhou a
coragem, a energia e a disposição de lutar. Em outras palavras, o
aumento da passagem foi a gota d"água.
Saturno
transitante em aspecto de trígono exato a Netuno contribui para essa
luta, porque favorece o estabelecimento de leis que beneficiem o povo,
favorece mudanças políticas e reformas. O lado democrático da vida
nacional ganha força. Processos reguladores são melhorados e a
administração de serviços públicos também melhora."O
lado democrático da vida nacional ganha força. Processos reguladores
são melhorados e a administração de serviços públicos também melhora."
Saturno é o planeta da vontade em ação, mas é
uma ação que deriva mais de uma avaliação fria das situações do que da
emoção. Isso parece significar mais uma vez que este processo de
saturação vem ocorrendo há algum tempo, e não tem nada de repentino ou
impulsivo.
Um dos significados básicos para Netuno na
Astrologia é a dissolução. Ele dissolve lentamente tudo o que toca.
Talvez, o que esteja em dissolução seja essa fé irreparável que temos no
futuro, de que tudo vai ficar melhor em algum momento. Talvez esteja em
dissolução o nosso hábito de buscar satisfações compensatórias para
problemas fundamentais. Talvez esteja em dissolução nossa generosidade
com todos, inclusive com um governo que não é nada generoso com a gente.
O
que podemos afirmar, porém, sem sobra de dúvida, é que está em jogo o
nosso poder democrático. O povo resolveu fazer um uso mais amplo de um
poder que sempre foi seu: o de exigir que os governantes que escolheu
sejam mais responsáveis pela forma como conduzem o país. Esperamos que
Netuno venha modificar definitivamente a nossa consciência democrática e
envolvimento político para jamais voltarmos a viver passivamente
escândalos e corrupção como vivemos nos últimos anos.
Astróloga há mais de 10 anos, atua como colaboradora em
Astrologia para diversas revistas e possui trabalhos publicados em
vários países. Oferece atendimentos astrológicos presenciais e virtuais.
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contato: astronews2010@gmail.com
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fonte : revistapersonare.com.br
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