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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Música para o seu organismo - Por Dr Victor Sorrentino

Estudo publicado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, evidencia que escutar música clássica com frequência ativa os genes associados à função cerebral e ajuda a prevenir as doenças neurodegenerativas.
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🎹Até agora os especialistas sabiam que escutar música representa uma complexa função cognitiva do cérebro que provoca diversas mudanças neurais e fisiológicas, mas pouco havia sido estudado sobre os efeitos em nível molecular.
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🎤Os investigadores
queriam estabelecer as alterações genéticas ocasionadas pela música clássica. Para isso, foi examinado o sangue de um grupo de 48 pessoas antes e depois de escutarem o Concerto para Violino número 3, de Mozart.
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🎻Dirigido pelo professor Chakravarthi Kanduri, ele concluiu que escutar música clássica com frequência aumenta a atividade dos genes envolvidos na secreção de dopamina, na neurotransmissão sináptica, na aprendizagem e na memória.
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🎧Além disso, a música contribui para tornar menos ativos os genes envolvidos na degeneração do cérebro e do sistema imunológico, o que reduz o risco de contrair doenças neurodegenerativas como o Mal de Parkinson ou a demência senil, segundo os cientistas.
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🎺Curiosamente, vários dos genes analisados que se ativam ao escutar música também estão presentes nos pássaros cantores e são os responsáveis pela capacidade dessas aves de aprender a cantar.
Esse fato, segundo os cientistas, sugere que exista "um cenário evolutivo comum na percepção dos sons entre os pássaros cantores e os humanos".
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🎷Segundo eles, os resultados dessa pesquisa proporciona uma nova informação sobre a origem molecular da percepção musical e a evolução, e abrem portas para novas descobertas sobre mecanismos moleculares
subjacentes na musicoterapia.

Foto de Victor Sorrentino.

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Mozart - Violin Concerto Nº 3

domingo, 15 de novembro de 2015

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O poder terapêutico do som



Címbalos e tambores, diferentes tipos de cantos, mantras, músicas, invocações e simples palavras têm uma força inimaginável que trabalha secretamente pela harmonia da casa




"O som, quando bem utilizado, tem um poder purificador, profundamente benéfico para nosso corpo e nossa mente.", afirma Mirna Grzich Foto:



"Devemos nos acostumar a banhar a nossa casa com música, refrescá-la com sons agradáveis, purificá-la usando instrumentos específicos. O som atrai boas energias", diz Mirna Grzich, jornalista responsável pela introdução da música new age no Brasil e estudiosa do assunto.



O sentido agregador ou desagregador do som e sua influência no corpo e nos nossos estados psicológicos estão sendo hoje estudados a partir de experiências científicas. Ele influenciaria a pressão arterial, a circulação sanguínea, a respiração, as ondas cerebrais e o comportamento das moléculas.



Mesmo quando não perceptíveis por nós, as ondas sonoras continuariam agindo no ambiente. Animais como golfinhos e baleias, por exemplo, são capazes de emitir e ouvir sons não registrados pelo ouvido humano, sensível apenas a um determinado espectro. Assim, muitas vezes poderíamos ficar irritados até por sons não audíveis, muito comuns em grandes cidades. As ondas sonoras são vibrações e elas podem ser sentidas pelo corpo. Para compensar o efeito negativo do som e beneficiar-se do positivo, Mirna Grzich aconselha o uso de mantras, orações em voz alta, sinos e címbalos, cantos e músicas. "O som, quando bem utilizado, tem um poder purificador, profundamente benéfico para nosso corpo e nossa mente."



As qualidades terapêuticas e purificadoras do som foram muito utilizadas por antigas civilizações. Até hoje, a medicina chinesa, a indiana (ayurvédica) e a tibetana se valem desse recurso. Os mantras, de acordo com essas antigas tradições, agem como verdadeiros geradores de energia que podem ser direcionados para várias áreas: saúde, prosperidade, harmonia, limpeza. Além disso, induziriam a um estado mental tranqüilo, conhecido entre os taoístas chineses como "o estado da serenidade original", isto é, uma condição propícia e especial que permitiria a manifestação das qualidades divinas dentro de nós.


Os sons que podem banhar de alegria a sua casa


Tambores: um pequeno tambor tocado com batidas compassa-das pode trazer para a casa a força estável da mãe Terra.


Címbalos tibetanos: para ser tocados nos cantos da casa ou antes de começar uma meditação. São purificadores.


Orim: é uma vasilha de metal que, ao ser tocada, emite o om, o som divino primordial.


Orações: rezar em voz alta uma ave-maria, um salmo ou um sutra budista alinha a energia do ambiente com um plano espiritual mais alto.


Sinos: devem ser de boa procedência, se possível com a especificação da harmonia empregada na sua afinação. Os sinos podem ser direcionados para a saúde, a prosperidade ou o amor.


Palavras de poder: om, hum, amém, aleluia são palavras que têm energia harmonizadora, garantida pela sua repetição devocional através dos séculos. A sílaba om, sagrada e divina para os seguidores do hinduísmo, é reconhecida como a origem de todos os mantras. Seu próprio som e a intenção de quem a pronuncia despertam a energia mais profunda.


Invocações: pedir ajuda ou proteção a um santo em voz alta pode garantir o seu auxílio, se o pedido for do fundo do coração.


Mantras: três dos mais poderosos em sânscrito: om mani padme hum, para um alinhamento com o Divino e o despertar da compaixão; om tare tutare ture soha, para ter vida longa; e om vajrasattva hum, para a purificação.


Flautas: seu som doce magnetiza o ambiente.


Harpas: não é à toa que são associadas aos anjos. Trazem proteção angelical.


Pince: tubos metálicos com oitavas ou uma única nota. Tocados com uma pequena baqueta, harmonizam o ambiente e deixam um rastro sonoro.


Fontes: o barulho da água é muito relaxante.


Cantos de passarinhos: plante árvores frutíferas que atraiam passarinhos ou ouça um CD com música de pássaros. Aves em gaiola, jamais!

Fonte: www.mdemulher.abril.com.br/bem-estar

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A CURA PELO SOM

A CURA PELO SOM

O "arrastamento" é muito importante como princípio, para a compreensão de como o corpo humano reage aos sons. Há 300 anos um cientista holandês, Christian Huygens, notou o "arrastamento" pela primeira vez. A sua experiência foi a seguinte: colocou dois relógios de pêndulo pendurados juntos e em ritmo combinado. Observou que os dois pêndulos mantinham este ritmo combinado, com exatidão. Pareciam, segundo o cientista, manterem uma simpatia entre eles e o desejo de marcarem o tempo juntos: isto se chama hoje de ARRASTAMENTO. "Tecnicamente, é a combinação de fase mútua de dois osciladores. O arrastamento é um fenômeno universal". 

"Os organismos vivos são osciladores e quando vibram aproximadamente na mesma freqüência, tendem a entrar num ritmo único". "O relax pode ser definido como estar em harmonia consigo mesmo e com o mundo".

O Dr. Steven Halpern compôs uma música chamada SPECTRUM SUITE, um verdadeiro "banho de saúde". Fácil e automaticamente, todo o corpo responde a ela, mesmo a nível celular. "Spectrum Suíte" foi testada por uma equipe da Califórnia e foi observada a mudança espetacular nas medidas do RCG e na imagem Kirlian nos indivíduos testados. Foram feitos outros testes: eletro-acupuntura, cinesiologia e cinesiosonia e a música mostrou-se eficiente corroborando os outros resultados.

Quando quiser relaxar (e deveria faze-lo diariamente) use música tranqüilizadora. A música indiana, especialmente a de Ravi Shankar é excelente para o relax. Concentre-se na música não é processo crítico ou analítico quando queremos relaxar: é um processo imaginativo. Pense que os sons se transformam em um regato refrescante que corre sobre o seu corpo. Ou que as ondas sonoras massageiam os seus músculos tensos ou doloridos, ombros tensos, têmporas latejantes. Que a música está respirando por você, que você está boiando em um mar de sons relaxantes, enfim USE A SUA IMAGINAÇÃO.

Todos pensam que qualquer uma das músicas clássicas é um excelente relaxante: pode não ser... você pensa que está ficando calmo, a sua mente "mente" para você. E o seu corpo, o que ele lhe diz? No relax é ideal a união do corpo e da mente.

O Dr. Halpern e os estudiosos do Instituto de Pesquisas Psicotrônicas da Califórnia, encarregaram-se de pesquisar este item. Com eles, Dan Kietz e Randall Fontes. E verificaram fatos muito interessantes sobre o relax e música.

Descobriram que muitas das músicas consideradas como sendo relaxantes, não eram! Não produziam relax algum em nenhum grau psicológico significativo. Por exemplo: O Sonho de Amor de Lizst nº 3. Tido como extremamente relaxante, tranqüilizador e propiciador de estados meditativos pela Fundação de Pesquisa da Música, das Forças Armadas Americanas, respondeu ao relaxamento objetivo em grau ínfimo.

Através da condutividade elétrica da pele pela RCG (Presposta galvânica cutânea) e campos de energia eletromagnética medidos pela fotografia Kirlian. A música de Lizst não foi associada ao relax profundo, o equipamento científico detectou um alto nível de atividade cerebral não relaxante.

O Spectrum Suíte favorece a saúde automática e facilmente, sejam os ouvintes jovens, velhos, homens e mulheres. Seus corpos respondem afirmativamente e seu estímulo musical é apreendido e assimilado a nível celular.

Há também outro fator importante na cura de uma pessoa: sua MENTE. É necessário o estudo do que o som da música provoca nas faculdades emocionais, intelectuais, imaginativas e associativas da mente humana. Neste caso entra a música clássica, que pode provocar reações psicológicas benéficas, muito úteis, no sentido da cura. Uma abordagem (a física) não exclui a outra (a mental). Ambas podem chegar a cumprir a sua finalidade agindo através de motivação diversa.

"Nosso meio ambiental não se adapta a nós. Precisamos aprender a nos adaptarmos a ele, ou muda-lo. Está na hora de você sesintonizar em si mesmo. Nós o aconselhamos a assumir responsabilidades básicas para se sintonizar e se manter afinado".

O Dr. David Warner, cardiologista do Appleton Memorial Hospital, usa a música com os seus clientes, durante as cirurgias e no seu restabelecimento.

"A medicina holística é em parte uma resposta à crescente despersonalização da medicina moderna. Essa ciência, atualmente, tende a enfatizar os órgãos com funcionamento deficiente e tratar o corpo como uma máquina bioquímica que às vezes precisa de reparos. Por outro lado a medicina holística tende a ver o paciente como uma pessoa completa e tenta responder, não apenas à doença. Mas à saúde da pessoa e à sua vida total, incluindo o ambiente. Dr. Steven Halpern Ph.D / Dr. Louis Savary - Ph.D.

Se você é um bom observador, já percebeu que a medicina de hoje encara o corpo humano como se fosse um SITEMA MECÂNICO sujeito a todos os cuidados que a máquina necessita!

Ou então a um SISTEMA DE ENCANAMENTOS onde está situada a circulação sanguínea, digestão, ingestão, etc. Se os seus "canos" dão problemas... Existe a"Oficina de consertos" que chamamos HOSPITAL, onde os seus canos poderão ser limpos, cortados e costurados na sala de operações. 

A terceira maneira do corpo humano ser observado pela medicina atual é o SISTEMA QUÍMICO. Se alguma coisa estiver errada deve ser consertada, adicionando-se ao "recipiente" alguma substância química ou remédios, já que o corpo possui uma organização química também.

Recentemente, algumas pessoas inteligentes e sensíveis insatisfeitas com os SISTEMAS VIGENTES na medicina, começaram a dar um brado de alerta:"Pôxa, minha gente, o corpo humano é também um SISTEMA ELETROMAGNÉTICO, um sistema oscilador ou de vibrações". Neste sistema... é que entra o SOM.

No Centro de Medicina "Upstate de Syracuse N. Y." trabalha o Dr. R.F. Becker que demonstrou: "A evidência de que campos elétricos aplicados a fraturas ósseas com recuperação lenta podem intensificar a cura".

O Dr. Becker demonstrou também "que a regeneração parcial de membros dos mamíferos é possível com a aplicação de campos elétricos ao coto do braço ou da perna amputados".

Gideon A. Fodan, Lizabeth Baurret e Louis Norton, da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut - Farmington, fizeram o relato de que "campos elétricos oscilatórios provocaram a síntese do DNA em células cartilaginosas". Eles usaram um campo elétrico externo de corrente direta pulsante, oscilando a 5 hertz e conseguiram estimular a incorporação da timidina na molécula do DNA.

Este fato constatado é de importância capital na terapêutica, pois sugere que "a comunicação normal entre as células não é feita com a mediação das membranas celulares somente, mas envolve também o fluxo de íons. Modulando o fluxo de íons através de certas freqüências elétricas oscilatórias pode-se, ao que parece, afetar a "informação" para as células e influenciar sua aparência".

O corpo humano é também um sistema oscilatório.Esta perspectiva é importante para a pesquisa da cura e da manutenção da saúde, quando são usados campos vibratórios como a luz, a eletricidade, o magnetismo, cor e som. Alguns pesquisadores já exploram essas possibilidades com pleno sucesso.

Uma pessoa saudável emite uma radiação de 6.500 unidades angstrom. Os que fumam, ingerem álcool e grandes quantidades de carne, têm a sua radiação mais baixa.

O sonho de Simoneton é que a medicina do futuro utilize fones de ouvido para diagnosticar. "Sintonizando nas freqüências emitidas pelos órgãos fragilizados e então curar transmitindo vibrações mais saudáveis para esses órgãos".

"O próximo grande salto no tratamento da saúde será dado quando as pessoas aprenderem a tomar conta de si mesmas". Dr. John Knowles. Para este fim desejável, nada melhor do que seguir a "dieta saudável do som" do Dr. Steven Halpern e do Dr. Louis Savary.

A principal molécula organizadora dos sistemas vivos, é a melanina (a que traz pigmento à pele, também).  A melanina e suas conexões compreendem os olhos da mente, mantém o controle de toda a atividade fisiológica e psicológica: "É feita de neurotransmissores capazes de converter energia luminosa em energia sonora e vice-versa. Dr. F. Barr.

A melanina é um semicondutor elétrico e evidencia-se também como um supercondutor da temperatura ambiente. Como une e liberta outras moléculas essenciais, parece ser capaz de auto-síntese.

A melanina converte energia de luz em som e vice-versa, oferece uma razão científica poderosa para curas e terapias que dependam da luz, cor som, biofeedback, acupuntura, visualização e semelhantes, muito mais do que os medicamentos e a cirurgia. A melanina está sendo cuidadosa e promissoramente pesquisada para a cura".

Todos nós somos "transformadores vibratórios"! Os nossos corpos são bio-osciladores vivos, quase iguais aos conjuntos de cristais de recepção que captam os sons de rádio do ambiente.

A terra possui e emana correntes vibratórias elétricas que nós todos compartilhamos. Todos nós temos também, uma relação harmônica semelhante com todo o universo, as bases destas relações são os "padrões genéticos vibratórios programados e codificados na nossa estrutura molecular".

"Bioquímicos, astrofísicos e antigos uogues concordam que, ao nível de realidade molecular, nossos corpos são sistemas de partículas atômicas vibratórias".

"Cada átomo e molécula tem uma freqüência característica, na qual tanto absorvem, quanto emitem radiação". Dr. William Tiller - diretor do Departamento de Ciência de Materiais da Universidade de Stanford.

"As células do nosso corpo ressoam automaticamente com as vibrações sonoras recebidas". Dr. Steven Halpern e Dr. Louis Savary.

As diversas partes do nosso corpo apresentam freqüências diversas e cada um dos seus órgãos tem o seu próprio tom de freqüência. .

O cientista suíço, Dr. Hans Jenny, dedicou dez anos de estudo ao inter relacionamento em formas físicas.  Baseado nas descobertas do físico alemão Ernst Chladni (séc. 18): Chladni colocou areia em discos de aço e observou os diversos desenhos que apareceram na areia formados pela ação vibratória das notas emitidas por um violino.

Jenny organizou a sua experiência, cobrindo discos com líquidos, pós, limalhas de metal e buscou estímulos de freqüência exata com a calibração de um cristal vibratório. Paulatinamente, quando o tom subia na escala musical, os desenhos harmônicos dos discos mudavam de forma a mais maravilhosa e assombrosa. Alguns deles lembravam formas orgânicas: estrelas do mar de cinco pontas, células hexagonais do favo de mel, espirais do náutilos, etc. 

O Dr. Steven Halpern e o Dr. Louis Savary acreditam que, talvez, os flocos de neve desenhados "criam" as suas obras primas de acordo com algum tom emitido pela natureza. O mesmo poderá acontecer com as flores. 

"Talvez os cristais, plantas e até os seres humanos, sejam, num certo sentido, música sob forma visível". Quem sabe, de um certo modo, essas vibrações sejam encarregadas de manter a VIDA?

Laurence Blair (Rythns of Vision) sugere que: "a exemplo das formas geométricas e em vórtice surgidas nos discos de Jenny estejam representadas uma ordem subjacente do universo físico e da consciência humana".

Na observação do Dr. Jenny, quando o tom que mantinha o desenho era mudado, o desenho se modificava de acordo com a nova tonalidade. O Dr. Jenny criou a palavra CIMÁTICA para descrever o estudo dos padrões das formas criadas pelos sons.

O disco do Dr. Jenny apresenta dois desenhos: o formado pela areia e o formado pelo fundo, sem a areia. Tomamos o desenho feito pela areia como verdadeiro e talvez possamos estar enganados. Porque? Porque a areia fica acumulada nas áreas do disco que não estão vibrando. O "coração" do desenho vibra no fundo, entre as partículas de areia. "O paradoxo é que a expressão visível da energia é o inverso do desenho vibratório que é invisível". Blair.


A areia, nesta pauta, faz o papel de PUSA/REPOUSO enquanto as outras partes do disco estão vibrando tecnicamente, a areia representa uma "onda estacionária". As ondas estacionárias são responsáveis pela disposição das partículas de areia no disco de metal. "O desenho da areia é um contorno do desenho das ondas estacionárias"


A natureza é pródiga em ondas estacionárias, até as aranhas são um ótimo exemplo desta prodigalidade da natureza.

James Bogh descreve em seu livro "Arachne Risig" que as aranhas podem e devem produzir padrões visuais a partir do som. Se assim não fosse, elas próprias seriam prisioneiras das suas teias.

Ao longo dos fios das suas teias completas, a aranha coloca gotículas de substância pegajosa, em espaços regulares. A aranha cobre todo o fio da teia com o tal líquido e depois ela o puxa. Há uma vibração que determina o desenho de colocação das gotículas em intervalos regulares. A onda estacionária é formada pela vibração ocasionada pela "puxada" da teia. Estas ondas só podem existir em um número inteiro de meios de comprimentos de onda. Comprimentos de ondas fracionadas não podem subsistir.

"Quando uma estrutura está em ressonância, o que significa que ela vibra a uma freqüência que lhe é natural e que pode se manter mais facilmente, isto implica a presença de uma onda estacionária". Itzhak Bentov.

O nosso corpo vibra. Cada vez que o nosso coração bate esta batida faz tremer o nosso corpo. Se colocarmos um pequeno sismógrafo ele detectará este fato. Quando o sangue é lançado no ventrículo esquerdo gera um pico neste gráfico, as porções entre estes picos são recortadas e irregulares. A razão desta ocorrência é a vibração de todo o corpo relacionada à ação do sangue na aorta, a sua maior artéria. 

Se pararmos de respirar, o gráfico até então irregular torna-se liso e regular, semelhante à uma onda senoidal. Qual foi o milagre? A transformação do sistema da aorta em sistema ressoante: e o comprimento da aorta formando meio comprimento de onda desse sistema. Uma das características: exigência de quantidade mínima de energia para ser mantido.

Itzhak Bentov foi uma das maiores autoridades neste assunto: "Se perguntássemos ao cérebro como gostaria de ser tratado, com sacudidelas ao acaso, irregulares, ou de modo harmonioso e rítmico, podemos ter certeza de que o cérebro, e na verdade, todo o corpo, ia preferir este último".

Nós entramos neste estado de ressonância, para o nosso bem, através das músicas apropriadas para repouso. 

Você tem dois diapasões vibrando em uníssono: 440 ciclos por segundo. Se um deles for vibrado por nós, o outro, sem ser tocado começará a vibrar espontaneamente. O segundo diapasão "ressoou" respondendo ao primeiro, por conter a mesma similaridade de estrutura vibratória - estão os dois, agora, em vibração simpática.

Pois saibam que a nível molecular, os átomos do nosso corpo são sistemas de ressonância, sendo que os núcleos são o primeiro diapasão e os elétrons, as órbitas, o segundo: "Os elétrons são vistos como reverberações e ecos dos movimentos harmônicos dos núcleos. Átomos e moléculas individuais têm a vibração como característica fundamental".

Toda a matéria física produz tons" agradáveis seja ela discriminada como: corpo físico, cristais, violinos,. Órgãos do corpo humano, etc.

A ressonância ou vibração simpática depende somente do "tom", desde que o seu interior possua a capacidade vibratória adequada e é tocado por estímulos externos em harmonia com a sua estrutura vibratória..

Por estas razões é que nos tornamos em "discos de Chaladni" diante dos sons "silenciosos" das lâmpadas fluorescentes, do ciciar da TV, usando as nossas células e moléculas como se fossem a areia do disco, para o nosso prejuízo.


A "Sience News" noticiou que as moléculas do DNA oscilam em ressonância com as microondas. O que possibilita às microondas de baixo nível produzirem efeitos genéticos não térmicos.

"Os novos fatos, com certeza, acrescentarão um dado ao debate controvertido sobre os "bio-efeitos" da poluição eletrônica produzida por um número sempre crescente de aparelhos eletro magnéticos, incluindo os fornos de microondas, torres de transmissão, instalações de radar e cabos de alta voltagem. Esses meios não térmicos de absorção através da ressonância, são extremamente controvertidos, pois ocorrem em níveis de força relativamente baixos, aos quais grande parte da população pode estar exposta."

"Estar em harmonia consigo mesmo e com o universo" é mais do que uma imagem poética. Quanto mais conhecermos o poder do som e quanto mais nos esforçarmos para introduzi-lo na nossa vida conscientemente, e com a sabedoria de que se assim o fizermos e de acordo e em harmonia com os padrões vibratórios codificados nos nossos corpos, maior será nossa porção de energia, felicidade e saúde perfeita.

"O Dr. Manners é um médico osteopata de Budford, Inglaterra, ele, também é um CIMATÓLOGO como o Dr. Jenny. Diz ele que as contrações de um músculo estriado envolvem vibrações de som que, sendo auxiliadas por um microfone delicadíssimo podem se tornar audíveis a um observador, como sendo um "tom muscular".

Todos os processos que ocorrem nos músculos ativos são organizados como vibrações; processos químicos, energéticos, dielétricos e estruturais, todos seguem padrões de regularidade impostos pela vibração". Dr. Manners.

"A observação cuidadosa das estruturas estimuladas pela vibração e pelo som mostra que, quando eles se movem, invariavelmente, o fazem como um todo. Não se desintegram nem se fragmentam, eles se movem em conjunto. Pode-se seguramente falar em um processo total ou HOLÍSTICO".

"Cada um de nós, diz a cimática, toca a sua própria melodia e compõe sua harmonia própria como parte da harmonia universal".Steven Halpern.

Já houve um tempo em que o ultra som era temido e o Dr. Robert Mendelsohn M.D. da Universidade de Medicina da Universidade de Ilinois e Presidente do Licenciamento de Médicos desta região, afirmava que o ultra som destruía células de DNA dos fetos e atrasava a sua maturação. O Dr. Liebeskind não concordou com esta afirmativa: o ultra som não oferece perigo imediato ao feto. A Dra. Doreen Liebskin e seus colaboradores (Faculdade de Medicina Albert Einstein New York) estudando o mesmo problema verificaram que o ultra som transforma, apenas, algumas células. Deixam-se estes resultados a critério das futuras mamães.

"Verificamos que certos tipos de ferimentos cicatrizam-se me 2/3 do tempo normal quando bombardeados com ondas sonoras".Relatório de um hospital de Londres.
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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Células tumorais expostas à "Quinta Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreram





Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O "pam-pam-pam-pam" que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.

A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.


Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.

Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.

O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a "Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.

Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.

"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?

Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.

Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.

Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.

Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.

A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.

Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.


Fonte: O Globo - Renato Grandelle http://oglobo.globo.com/

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

MUSICOTERAPIA PARA SAÚDE




Musicoterapia é uma técnica terapêutica que utiliza a música em todas suas formas, com ativa ou receptiva por parte do paciente. Todos nós sabemos como reconhecer uma canção quando nos sentimos tristes ou felizes nos sentimos. Normalmente associamos nosso estado de espírito ao som de vários livros de todos os tipos.

A idéia básica é reconhecer que a maioria das doenças têm sua origem no cérebro, que então transmite uma parte do corpo a um estímulo dado que desempenha uma doença. Com a terapia de música para o cérebro tenta estímulos que levam a um relaxamento ou cancelamento de reproduzir a doença através de melodias diferentes com os quais você pode obter efeitos surpreendentes.

Embora a terapia de música é conhecido desde tempos antigos na década de 40 do nosso século é usado como ramo médico de recuperação, que o equilíbrio fisiológico, emocional e mental contribuindo para as pessoas psicofísica.
 Hoje se aplica principalmente desequilíbrios nervoso, afeta positivamente o coração e os pulmões, alcoolismo, drogas e como prevenção do suicídio, embora ainda seja necessário ir muito mais fundo no assunto.

O esquema básico de trabalho nesta disciplina envolve três aspectos: interação positiva do paciente com os outros seres, o auto-emprego como uma taxa de gerador de energia e da ordem.
 Musicoterapia atua como motivação para o desenvolvimento da auto-estima, técnicas que resultam nos sentimentos individuais de auto-realização, auto-confiança, auto-satisfação e auto-confiança. O ritmo, o elemento básico, música dinâmica e poderosa, é o estímulo processos guiando psicomotor que promovam a implementação de movimentos controlados: movimentos para a conscientização de experiências do espaço através do corpo.

A mais poderosa ferramenta de áudio de som muitos terapeutas está cantando overtone.
 Através de nossas próprias vozes, podemos projetar a parte doente freqüência correta de ressonância, e retornar a freqüência normal. De acordo com Jonh Beaulieu, entonação de harmônicos pares afeta o fluxo de tradições místicas kundalini. Tópico relacionado à mantras tibetanos feitos para limpar os chakras e aumentar a sua energia para atingir a iluminação.
Aqui deixamos uma lista de clássicos e virtude, que pode ser ouvido em uma janela no PC, enquanto ainda estiver trabalhando em outra janela, ao mesmo tempo

Insônia:
  
Noturnos de Chopin 
·       (op. 9 No. 3)  http://www.youtube.com/watch?v=gCPnUFmIJWM
·       (op. 15 No. 2) http://www.youtube.com/watch?v=SbAEsaZ8_LM
·       Preludio para la siesta de un Fauno de Debussy
·      
Canon en Re de Pachelbel

       Hipertensão:
          Las cuatro estaciones de Vivaldi
·       Serenata nº13 en Sol Mayor de Mozart
·       Música acuática de Haendel
·       Concierto para violín de Beethoven
·       Sinfonía nº8 de Dvorak
       Ansiedade:
·       Concierto de Aranjuez de Rodrigo
·       Las cuatro estaciones de Vivaldi
·       La sinfonía Linz, k425 de Mozart
·       http://www.youtube.com/watch?v=JcDFZSEGFno
 
Dor de cabeça:
 
·       Sueño de Amor de Liszt
·       Serenata de Schubert
·       Himno al Sol de Rimsky-Korsakov
·       Dor de estômago:
·        Música para la Mesa de Telemann
·       Concierto de Arpa de Haendel
·       Concierto de oboe de Vivaldi
·       Energéticas:
·      
·       La suite Karalia de Sibelius
·       Serenata de Cuerdas (op. 48) de Tschaikowsky
·       Obertura de Guillermo Tell de Rossini
·      
Para a cura e harmonia de sua casa:
·       Todo lo de Wolfang Amadeus Mozart


Fonte : Internet

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

SOM/CANÇÃO DE PODER


Segundo muitas tradições, os sons e a música possuem um profundo efeito psicofísico. Certos tons podem curar ou lesionar corpos humanos.

Os hindus atribuem certos tons aos chackras, que lhes dá acesso a poderes ocultos (mantras)

Os cânticos acompanham toda a história das religiões. Os cantos Zen Budistas, Cantos Gregorianos, Salmos, Pontos de Umbanda..., canções evangélicas, etc.

No caso específico do xamanismo, as canções de poder, acompanham as cerimônias para evocar espíritos guardiães, espíritos de cura, para intensificar a energia, para alterar a consciência, permitir a mente livre de pensamentos indesejáveis, para proporcionar visões.

O ritmo também pode transportar o xamã de volta ao seu espaço sagrado. Todo xamã possui sua canção de poder para despertar seu animal e espíritos auxiliares.

O ritmo e as palavras estabelecem uma comunicação com o sagrado, libertando, de forma espontânea, a energia para curar e elevar a consciência.

A canção de poder não é composta e sim canalizada, é um fenômeno de liberação psíquica, mediúnica. As canções de poder podem trazer felicidade e bem estar,entendimento e reflexão, cura e transe. Elas podem ser curtas e repetitivas, como grandes e melodiosas.

No Perú os xamãs associam os trabalhos xamânicos com os ícaros, ou canções mágicas, para evocar o espírito de uma planta de poder, para viajar por mundos invisíveis, curar, trazer proteção.
Nos rituais do Santo Daime, não é raro que seus praticantes recebam hinos, que são versos musicados, captados de origem divina.

Na União do Vegetal, que também se utiliza da bebida sacramental Ayahuasca, os mestres entoam as chamadas.

No Rig Veda, os sacerdotes em estado de transe provocados pela bebida Soma também captavam hinos. Na barquinha pontos e Salmos.

Os indios brasileiros, norte-americanos, aborígines australianos, esquimós, africanos, siberianos, enfim, as canções sagradas estão presentes em todo o Universo Xamânico.

Compartilho uma pesquisa de alguns materiais que traduzi:
Os sons sagrados das diferentes tradições podem variar extremamente em seu uso das freqüências.

Estas tradições usam freqüentemente escalas e tonalidades muito diferentes das que estamos acostumados e nós podemos achar estes sons extremamente bizarros, fora do tom e completamente desarmoniosos. Isto é, até nós abrirmos verdadeiramente nossos ouvidos e nossos corações ao que é realmente .

Quando os ocidentais visitaram primeiramente África, relataram que os africanos amavam cantavam e dançavam, mas suas músicas não tinham nenhum sentido.

Nós podemos ouvir Ragas hindus, a música tibetana, canções de Bali pela primeira vez e sentir os sons como não musicais. Entretanto, uma vez que nós passamos da resposta inicial, podemos perceber que estes sons sagrados têm efeitos extremamente transformadores.

O Dr. Alfred Tomatis, um médico francês, levou muitos anos pesquisando os sons sagrados do mundo. Pesquisou em detalhes muitas canção sagradas, incluindo os cantos gregorianos e tibetanos e percebeu que eles são ricos em sons de alta frequência, chamados harmônicos ou hipertons. Ele acredita que estes sons carregam o cortex do cérebro e estimulam a saúde e o bem estar.

Os harmônicos ou hipertons, são geométricamente relacionados e ocorrem sempre que um som natural é criado.

Os harmônicos são os sons dentro de todos os sons, responsáveis pela cor ou o "timbre" do tom de um instrumento e de nossas vozes.

A matemática dos princípios universais da exposição dos harmônicos que correspondem a uma estrutura subjacente encontrou na química, na astronomia, na física, e no estudo de outras ciências.

O conhecimento e a compreensão destes sons parecem ser antigos, datando na época de Pitágoras, ou antes ainda.

O uso dos harmônicos como sons sagrados podem ser encontrados nas tradições xamânicas e místicas, particularmente budismo tibetano e cantos mongois, siberianos.

Nestes casos os cantores desenvolveram a habilidade de criar hipertons ou harmônicos vocais múltiplos, cantando duas ou mais notas simultaneamente.

Estes sons foram usados por cantores como meio de invocar deidades e forças diferentes de energia para equilibras os chakras .
Escutar as canções de monges tibetanos pode ser uma experiência transcendente.

Os monges utilizam uma freqüência fundamental, profunda, parecem quase inumanos, são como um rosnado de um animal selvagem.

É acoplada com este tom uma voz muito mais elevada que soa como a um anjo cantando na harmonia.
Estes dois sons vêm de mesmo ser, um Monge tibetano, e é o resultado de práticas sagradas.

A criação dos harmônicos é baseada em sons de vogais.
Cantar o alongamento destes sons vogais é encontrado na maioria das canções principais do mundo, dos mantras hindus e tibetanos, às práticas de sufis e cabalísticas.

Por exemplo nós temos "Oooooommm" e "Aaaaameen," Aaaaallaaah, "e" Yaaaah Waaaay." Através desta formulário de entonação ocorre uma extraordinária ressonância no corpo físico e no cérebro.

Quando o cantor destes sons focaliza uma intenção de se fundir com o som sagrado, os resultados são extraordinários.

Nas tradições aborígenes australianas, os sons sagrados são produzidos por um instrumento chamado didjeridu, uma espécie de fautas que parecem troncos ocos.

Quando é tocado, usando uma técnica chamada a "circular que respira" (que permite a criação de um córrego de ar contínuo e conseqüentemente de um som contínuo), o resultado é um único tom, muito profundo e extremamente rico em harmônicos.

Aqueles que ouviram este som pode o ter encontrado muito similar "na voz profunda tibetana," que é também muito profunda com hipertons distintos. E o mais interessante que estes dois sons muito similares foram criados por duas civilizações muito distintas, separadas por milhares de milhas.

Poderia ter sido, como suas lendas indicam, que os primeiros criadores humanos destes sons, os ouviram primeiramente no estado original e tentaram então os criar no corpo físico, um usando a voz enquanto o outro usava um instrumento.

Cantando um som sagrado acoplado com a intenção de invocar seres ou energias pode-se criar o que o cientista britânico Rupert Sheldrake chamou campos "morficos".

Estes são os campos da energia que causam a forma e a dão forma para ocorrer.
Em muitas das tradições soando sagrado, ou recitando o nome de uma entidade trará eventualmente essa entidade e permitirá que se una com ele.

Muitas vezes a recitação destes nomes sagrados é chamada "mantras”.
Entretanto, esta prática é baseada em uma compreensão antiga do som sagrado.

Publicado por Maria Elisete em 28 junho 2009 às 13:37 em www.portalarcoiris.ning.com



domingo, 11 de setembro de 2011

PSICOACÚSTICA: SONS QUE CURAM

PSICOACÚSTICA:  SONS QUE CURAM


por Karin Veronnica Teixeira Silva - karinveronica@uol.com.br

Rituais do som
1) Os esquimós do leste da Groenlândia oriental resolvem suas desavenças com tambores e uma canção, que eles usam para descarregar sua raiva contra o inimigo.
2) As mulheres das tribos da Nova Guiné cantam canções de luto para lamentar a morte dos entes queridos.
3) Na Grécia antiga, em Roma e no Egito os sacerdotes dos templos cantavam enquanto curavam os enfermos.
4) Nas Ilhas Alentas conta-se a história de uma jovem cujo canto ressuscitou um homem que havia morrido.
5) Os Apaches marcam as passagens da vida de uma mulher, desde a infância até a maternidade, cantando canções.
6) As mulheres da Finlândia cantam ao "Espírito da Dor" para reduzir o sofrimento por ocasião do trabalho de parto.
7) Entre os pueblos do Novo México parte do ritual do parto requer que a mulher que esteja dando a luz, saúde o bebê com uma canção.
8) No leste da África as canções desempenham um papel fundamental na cerimônia de batismo.

Os rituais sagrados que envolvem música, canções e dança podem ser úteis para persuadir aqueles que estão doentes ou infelizes a transcenderem suas resistências. O oncologista Mitchell Gaynor tem usado, na sua atividade clínica, esses rituais, sejam do presente ou do passado, do Oriente ou do Ocidente, para desenvolver uma abordagem de cura em relação ao som e à música que contorna as defesas psíquicas das pessoas e as ajuda a se envolverem emocional e espiritualmente com sua doença e com seu processo de recuperação.

Uma das tradições mais poderosas é do xamanismo. Muitos americanos confundem curadores xamãs com charlatanismo espiritual. Os xamãs usam sons regulares e repetitivos produzidos por batidas de tambor e chocalhos para entrar num estado de consciência que permite que eles e seus pacientes empreendam uma jornada mental que os conduzirá de volta à saúde.

Michael Harner, um dos maiores especialistas do mundo em xamanismo, descreve em seu livro "O caminho do xamã", a batida monótona e regular do tambor que age como uma onda portadora; primeiro para ajudar o xamã a entrar no EXC (estado xamânico de consciência) e, então, para ampará-los em sua jornada.

Andrew Neher (pesquisador, 1960) estudou os efeitos que as batidas de tambor à moda dos xamãs produziram sobre o sistema nervoso central e descobriu que o ritmo regular alterava a atividade de "muitas áreas sensoriais e motoras do cérebro que comumente não são afetadas...". Neher supôs que isso estivesse acontecendo porque as diversas frequências presentes numa única batida de tambor podem estimular diversos caminhos neurais no cérebro. Além disso, o cérebro pode receber uma quantidade maior de estímulos de baixa frequência normalmente produzidos por um tambor porque os receptores de baixas frequências dos ouvidos são mais resistentes a danos do que os receptores de alta frequência, podendo suportar maiores amplitudes sonoras antes que esses estímulos possam produzir dor.

Wolfang Jilek pesquisou sobre danças xamânicas na tribo Salish, no noroeste dos Estados Unidos. Jilek descobriu que a faixa de frequência normalmente envolvida (a faixa de ondas tetas) era aquela que se "esperava ser a mais efetiva na produção de estados de transe".

A passagem de um estado de consciência comum para o estado xamânico de consciência também é facilitado pelas "canções de poder" cantadas pelo xamã. As canções, que na maioria das vezes consistem de uma melodia simples e uma batida repetitiva, podem influenciar o sistema nervoso central de forma muito semelhante ao modo como a respiração profunda da yoga pode reduzir a frequência cardíaca, quando uma pessoa entra em transe.

Rudolf Steiner, educador e filósofo alemão, comparou a doença física a um piano desafinado. Imagine, portanto, o que temos a ganhar usando os sons para criar um instrumento de afinação que nos permita sermos ao mesmo tempo agentes e receptores da cura.

A interação e o equilíbrio necessários para fazer música agem como um reflexo da interação harmoniosa entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico num corpo sadio. Os xamãs sabem disso há séculos. Nós talvez estejamos começando a aprender a lição.

www.somostodosum.com.br
                     SONS QUE CURAM


por: Ana Elizabeth Diniz
 
Em 1991, o oncologista Mitchell Gaynor, diretor de oncologia médica e medicina integrativa no Strang-Cornell Câncer Prevention Center, filiado ao New York Hospital, recebeu em seu consultório o monge tibetano Odsal, que tinha uma doença rara chamada cardiomiopatia, um aumento do coração que normalmente resulta em insuficiência cardíaca congestiva. Ele apresentava ainda anemia progressiva, conseqüência da doença. Desse encontro entre médico e paciente, nasceu a semente do que se tornaria um trabalho com os sons, a voz e a música. Recursos que têm possibilitado restaurar o equilíbrio do corpo e o despertar do espírito.
Mas como isso foi possível? Após algumas consultar, Odsal presenteou Gaynor com o “dahl” tibetano, um cilindro de metal semelhante a um sino que o médico apelidou de “tigela cantante”. Segurando um bastãozinho de madeira, o monge passou-o em volta da tigela do mesmo modo que se passa o dedo sobre a borda de um copo de vinho. O resultado é um som único e essencial que parece encaminhar todos os sentidos para um mergulho dentro de si próprio.
Após vivenciar essa experiência, Gaynor iniciou uma nova etapa em sua vida. Passou a estudar os sons e os incorporou ao seu trabalho. Um oncologista receitando algo mais além de quimioterapia e drogas. “Se, quando eu era estudante de medicina em Dallas, no Texas, alguém me tivesse dito que um dia eu estaria ensinando meus pacientes a usarem tigelas cantantes para curarem a si mesmos, eu teria pensado que essa pessoa estava louca. Hoje, no entanto, decorridos apenas 15 anos, exposta com destaque no meu consultório, há uma linda tigela de cristal de quartzo com 25 centímetros de diâmetro, a qual desempenha um papel fundamental em minha intensa atividade clínica nas áreas de oncologia e medicina interna”, pontua Gaynor.
 
As tigelas cantantes
O médico prefere chamar as abordagens holísticas de terapias complementares e não alternativas porque elas precisam ser integradas com os cuidados e os tratamentos convencionais. Em seu livro “Sons que Curam”, Mitchell Gaynor fala sobre o seu entendimento da doença como uma manifestação de desarmonia no interior do corpo, um desequilíbrio nas células ou em um dado órgão, como o coração ou os pulmões. Assim “as tigelas cantantes, com seus tons ressonantes distintos não apenas me permitiam ter acesso à “sinfonia cósmica” como também constituíam um meio através do qual a harmonia poderia ser restaurada dentro do corpo, tanto no nível fisiológico como no nível psico-espiritual”.
A surpresa veio após mergulhar em pesquisas sobre essas mudanças fisiológicas e energéticas provocadas pela energias sonora em células e tecidos do corpo. Alguns colegas médicos estavam trilhando o mesmo caminho e com constatações impressionantes. David Simon, diretor médico dos serviços de neurologia no Sharp Cabillo Hospital, em San Diego, revelou que os cânticos e músicas curativas são quimicamente metabolizados em opióides endógenos que são ao mesmo tempo analgésicos internos e agentes de cura para o corpo. Mark Ride, psicólogo do Southern Methodist University concluiu que a música exerce influência positiva sobre o sistema imunológico, combatendo os patógenos e regenerando os tecidos lesados.
Jeffrey Thompso, professor do Califórnia Institute for Human Science, demonstrou que as tigelas cantantes produzem sons comparáveis em freqüência e tons aos sons produzidos pelos anéis de Saturno – emanações medidas por cientistas da Nasa com os mais modernos instrumentos.
 
O primeiro contato com o som
“Mesmo antes de nascer estamos imersos em sons. Com três semanas de vida, o embrião humano começa a desenvolver a estrutura que acabará dando origem a seus ouvidos. No útero, ficamos tão acostumados ao som dos batimentos cardíacos da nossa mãe, que bebês expostos a uma gravação de uma freqüência cardíaca de 72 batimentos por minutos se mostrarão calmos e confortados ao passo que, quando sujeitos a uma gravação de cons cardíacos a 120 batimentos por minutos, eles tornam-se agitados e visivelmente incomodados”, diz Mitchell Gaynor em seu livro.
O precursor intelectual e espiritual do som foi o filósofo e matemático Pitágoras (580 a 500 antes de Cristo). Ele achava que a música poderia dar uma grande contribuição para a saúde se fosse usada da maneira correta. Ele chamou esse método de medicina musical. Foi ele que falou sobre a “música das esferas”. “Hoje não fazemos idéia de como era a sua música, embora eu desconfie que não se tratava de algo altamente elaborado nem complexo, à moda de Bach ou Mozart. Muito provavelmente, tratava-se de uma música “primitiva”, com padrões simples e repetitivos, visto que esses tipos de elementos musicais sobreviveram em muitas culturas em todo o mundo como modalidades de cura”, ressalta Gaynor.
A medicina moderna tem apenas uma aplicação séria do som: a ultrasonografia. “Todavia, as mesmas propriedades do som que lhe permitem penetrar no corpo de produzir imagens razoavelmente nítidas do coração, da bexiga e de fetos, sugerem maneiras por meio das quais as ondas sonoras poderiam também ser usadas como instrumento de cura”, observa o oncologista.
Gaynor lembra que o som é uma manifestação da respiração e esta é um aspecto fundamental da vida. “A respiração é muito mais do que um reflexo mecânico para a troca de oxigênio; ela é a base de todas as nossas funções celulares, de nossos bem-estar energético e, até mesmo, da nossa saúde emocional”.
Fonte: http://www.jormalinfinito.com - www.imagick.org.com.br




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