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domingo, 3 de fevereiro de 2013

FLOWER MANDALAS

Flower Mandalas by Kathy Klein plants land art flowers
Flower Mandalas by Kathy Klein plants land art flowers
Flower Mandalas by Kathy Klein plants land art flowers
Flower Mandalas by Kathy Klein plants land art flowers
Flower Mandalas by Kathy Klein plants land art flowers
Flower Mandalas by Kathy Klein plants land art flowers
Flower Mandalas by Kathy Klein plants land art flowers
Flower Mandalas by Kathy Klein plants land art flowers
Flower Mandalas by Kathy Klein plants land art flowers
 
I’m loving the vibrant colors and the meticulous placement of every leaf, flower petal, and pine cone is these natural mandalas by Arizona artist Kathy Klein. The pieces are calleddanmalas (‘the giver of garlands’ in Sanskrit), and after each is formed and photographed Klein leaves them where they were created as a gift to whoever discovers them.
 

Estou amando as cores vibrantes e a colocação meticulosa de cada folha, pétala de flor, e pinha . Estas mandalas naturais são feitas pela artista  do Arizona Kathy Klein. As peças são chamadas danmalas ("o doador de guirlandas", em sânscrito), e depois que cada uma é formada e fotografada Klein as deixa onde elas foram criadas como um presente para quem as descobre.
 
Flower Mandalas by Kathy Klein


quarta-feira, 11 de julho de 2012

ARTETERAPIA ATRAVÉS DAS MANDALAS E AS POSSIBILIDADES CURATIVAS DESTA PRÁTICA-MANDALAS PARA BAIXAR



ARTETERAPIA ATRAVÉS DAS MANDALAS
E AS POSSIBILIDADES CURATIVAS
DESTA PRÁTICA
É do pleno conhecimento de todos que a arte de um modo geral, coloca o ser humano em contato com o seu potencial criativo, desenvolvendo habilidades e levando-o a descobertas expressivas na vida.
Inclusive é um dos meios terapêuticos reconhecidos pelos profissionais da área da Saúde - médicos, psicólogos e terapeutas de maneira geral, que têm compreendido, de maneira crescente, como a Arte Terapia pode acelerar e potencializar o crescimento do indivíduo e os seus processos de recuperação, sejam eles físicos, mentais ou emocionais.
Através de linguagens como o desenho de formas e a pintura, a Arte Terapia possibilita estimular e fortalecer as forças criativas, melhorar a auto-estima, enfrentar bloqueios emocionais, favorecendo o auto conhecimento e cultivando a expressão da individualidade. São estes aspectos que permitem à Arte Terapia, ser um elemento valioso quando realizado em cooperação com outros processos terapêuticos, medicamentosos ou não.
A prática de desenhar e pintar mandalas, como a atividade artística em geral, é por si mesma uma prática sadia que expressa e combina percepção, sentimento e vontade, por isso leva o homem a uma expressão integral. Por esse motivo desperta poderes curativos (ocurador interno), o que em outras ocupações muitas vezes não há chance para que as pessoas expressem totalmente seus potenciais.
Através das cores, formas ritmos e movimentos, a pessoa reaprende a expressar seus sentimentos de maneira estruturada, possibilitando a ação direta do EU no mundo possibilitando resgatar todo potencial criativo e curativo que a arte pode oferecer.
A capacidade de criar é uma virtude da alma que palpita em cada coração e que aguarda nossa permissão para despertar deste ímpeto e desabrochar desta chama, que fará de nós criadores e condutores da nossa própria vida.
Pinte as mandalas a seguir e procure dar as cores que você acha necessárias para colorir a sua vida e através desta prática desperte o potencial criativo que está em você aguardando a possibilidade de se manifestar, além de poder usufruir dos benefícios do relaxamento e alívio das tensões do dia a dia.

Fatima dos Anjos
anexo algumas mandalas para pintar
portalarcoiris.ning.com

Anexos
Anexos
Anexos







terça-feira, 8 de maio de 2012

COMO FAZER MANDALAS


Mandalas são círculos que representam a totalidade, integração e harmonia, tendo no seu significado a relação entre o homem e o cosmo, em concordância com um tempo divino possuindo relações com a cabala. Comumente são utilizadas para promover saúde, servir de inspiração e atrair felicidade. Aprenda agora como criar sua própria mandala.
Passo a Passo
1) Mandalas são muito utilizadas para enviar votos de saúde, felicidade e inspiração para outras pessoas. Caso alguém tenha lhe solicitado uma, a primeira coisa a se fazer é comprar cartolina, lápis de cor e canetas coloridas. Além destes materiais, muita gente faz mandalas em mdf e também mandalas de papel

2) Escolha qual mensagem deseja enviar através da mandala. Saúde, boa sorte, prosperidade?
3) Trace, na cartolina, um circulo utilizando um vaso, copo grande ou qualquer outro material circular. Faça o círculo do tamanho que melhor se adequar à sua mensagem.
4) Desenhe alguma figura na mandala. Deixe sua imaginação fluir, não precisa ser um desenho perfeito ou a imagem de algo específico. Caso não se sinta capaz de criar nada, pegue algum desenho para colorir da internet.

5) Sua mandala deve ser composta por cores vibrantes e bonitas.
6) Após terminar o desenho, concentre-se na mensagem que deseja passar através dele e imagine-a entrando na mandala. Tente enviar o máximo de desejos e bons fluidos através da mandala. Algumas pessoas optam por escrever, ao redor do desenho, palavras que representem seus desejos, como “felicidade”; “paz”; “prosperidade”.


http://comofas.com/mandala-como-fazer/

O QUE É UMA MANDALA


Ao olhar uma mandala vemos um desenho circular, que contém em seu interior formas variadas. No centro desse desenho há uma área da qual tudo parece ter sido gerado.

O nome mandala faz pensar em energia, em algo misterioso, o que provoca uma atração universal pelas mandalas. Como no passado, hoje todos querem saber o que é, realmente, uma mandala.

Uma mandala representa uma célula, um disco solar ou lunar, um túnel... É impossível dizer o que inspirou a criação da primeira mandala, mas é certo que encontramos mandalas já nos primórdios da evolução humana, pois há desenhos de mandalas nas cavernas pré-históricas, ainda que bastante simplificados.

Ao analisar uma mandala, encontramos alguns elementos comuns a todas. A forma circular é uma regra. 0 ponto central é outro elemento sempre presente na mandala legítima. A repetição ou simetria das formas que constituem o desenho e uma constante.

O ponto principal da mandala é o seu centro, ao redor do qual o desenho parece se desenvolver. Esse ponto é um foco visual que atrai o olhar do observador da mandala.

A forma circular, que cria o campo de desenvolvimento do desenho da mandala, que é limitada por uma linha contínua, fecha o espaço e o divide em parte interior e parte exterior.

Os simbolismos de cada uma das partes que constituem o desenho de uma mandala é interessante. Mesmo que o criador de uma mandala não tenha consciência daquilo que faz, ele coloca em sua criação elementos simbólicos ancestrais. Ao desenhar uma mandala, criamos algo sagrado.

Numa mandala, o espaço interior, onde as formas se desenvolvem é sagrado, aquilo que está fora desse espaço é profano, A linha circular é, portanto, o limite entre o divino e o mundano, entre a consciência e a inconsciência, entre a alma e a matéria, entre a união e a desagregação. A linha circular é uma fronteira.

No interior da mandala há um ponto central, que representa a essência da mandala. Os outros elementos em geral parecem estar em ligação com esse elemento e de certa forma dependem dele, pois se desenvolvem a partir da sua existência. Esse ponto representa uma existência superior, a fonte de toda a criação, Deus.

O desenho da mandala tem quase sempre uma estrutura geométrica, que divide o espaço em porções simétricas. A numerologia e a geometria são analisadas numa mandala de acordo com suas simbologias. A emanação das figuras geométricas e do número de divisões do espaço é uma realidade. Esses dois fatores determinam a chamada "vibração da mandala".

A vibração de uma mandala não está só ligada às suas formas e estrutura numérica. Essa emanação vibracional tem muito a ver com as cores usadas, pois desenho e cor são inseparáveis numa mandala.

O simbolismo das cores e seu poder vibratório criam uma força que define grande parte da atuação vibracional da mandala. Chega a ser quase a metade de sua influência.

Diante do que foi exposto, vimos que a mandala é na verdade um campo de força, no qual as emanações das formas, da estrutura numérica e das cores são poderes vibracionais atuantes.

Sendo assim, uma mandala pode alterar as vibrações daquilo que suas emanações atingem. E isso é uma realidade. Quando fazemos contato visual com uma mandala nossa energia se altera e essa modificação é sempre muito positiva.

O campo de força de uma mandala modifica a nossa energia em vários níveis. Ele estimula a mente, equilibra as emoções e ativa os processos físicos, ajudando a restabelecer sua função plena. A mandala é uma fonte de cura - no sentido amplo, benéfico e quase sagrado que ela tem.



A geometria na mandala

Na maior parte das vezes, são as formas geométricas da mandala que criam as vibrações numéricas.
-Círculo: indica a área de atuação de Deus, a abrangência de seu poder, é o símbolo do céu;
-Triângulo: representa o homem em sua busca espiritual;
-Quadrado: simboliza a matéria, o mundo das ações e realizações físicas, num plano de existência puramente terrestre;
-Pentágono e pentagrama: como pentágono, lembra o quinto elemento, o éter. Como pentagrama ou estrela de cinco pontas, emana vibrações de liberdade de ação e de pensamento; e
-Hexágono e estrela de seis pontas: o hexágono indica o campo de atuação da busca espiritual. A estrela de seis pontas ou estrela de Davi representa a fé aplicada à vida material e a fé transformada numa ligação real com Deus.







portalarcoiris.ning.com

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O Significado e o Uso de uma Mandala

A palavra tibetana para “mandala”, dkyil-‘khor, significa literalmente “aquilo que circunda um centro.” Um “centro” é, aqui, um significado e “aquilo que o circunda” - mandala - é um símbolo redondo que representa o significado. No entanto, nem todas as mandalas são redondas.
Há muitos tipos de mandalas, usadas para várias finalidades nas práticas budistas do sutra e do tantra. Vamos agora examinar alguns deles.

Mandala Externa

Uma mandala externa (phyi’i dkyil-‘khor) é uma representação de um sistema de mundo. É usada como uma oferta feita a um professor espiritual quando se pede para dar um ensinamento, para conferir um conjunto de votos ou para conferir um empoderamento tântrico. Similarmente, é usado como uma oferenda de apreciação no final do ensinamento, dos votos ou da ceremônia de empoderamento (iniciação tântrica).
A mandala oferecida pode consistir de uma tigela de fundo achatado segurada com o lado de baixo em cima, com três montes de grãos crus ou jóias, colocadas umas sobre as outras sobre a sua superfície e contida dentro de anéis concêntricos progressivamente mais pequenos. É coroada com um diadema ornamental.

Jogo de mandalas tradicionais tibetanas

Alternativamente, a oferta da mandala pode ser feita com as mãos em mudra, com os dedos entrelaçados numa determinada forma.
Oferta de mandala feita com as mãos em mudra
O sistema de mundo representado por ambos os tipos de mandala externa é mais frequentemente descrito nos ensinamentos do abhidharma sobre os tópicos especiais de conhecimento. Consiste num sistema que tem quatro continents-ilhas à volta do Monte Meru, no centro, com cada continente-ilha tendo duas ilhas menores emparelhadas com eles, voltadas para o lado oposto ao Monte Meru o sistema Kalachakra, a forma de sistema de mundo é ligeiramente diferente, embora ainda tenha Monte Meru, quatro continentes-ilhas e oito ilhas mais pequenas.
Sua Santidade o XIV Dalai Lama disse frequentemente que também podemos imaginar a mandala externa representando o planeta terra, o sistema solar, a galáxia ou o universo, como a ciência moderna hoje os concebe. Não faz diferença. O importante é que a oferta da mandala representa a voluntariedade de dar tudo no universo para receber ensinamentos, votos ou empoderamentos.
Oferecer uma mandala externa cem mil vezes é uma parte padrão das práticas preliminares especiais (sngon-‘gro), feitas para se acumular suficiente força positiva (bsod-nams, mérito) para se começar a prática séria do tantra com um mínimo necessário de sucesso. Nesses casos, o objeto a quem o mandala é oferecido é geralmente uma assembleia visualizada de budas, bodhisattvas e de mestres da linhagem, especialmente os nossos próprios professores espirituais. A eficácia da mandala em acumular força positiva depende da pureza da motivação, do nível de concentração e da profundidade da compreensão da vacuidade de nós próprios, a fazer a oferenda, dos objetos a quem nós a oferecemos, da própria mandala e da ação de oferecê-la.
A oferta repetida de uma mandala externa constrói também a força positiva requerida para irmos além do nosso nível de compreensão atual e progredirmos para um nível mais profundo. Por exemplo, Tsongkhapa (Tsong-kha-pa Blo-bzang grags-pa), o fundador da tradição Gelug, ofereceu dezoito grupos de 100.000 oferendas da mandala, além de trinta e cinco grupos de 100.000 prostrações, a fim de construir força positiva suficiente para adquirir uma compreensão correta da visão Madhyamaka-Prasangika da vacuidade.

Mandala Interna, Secreta e Própria-Natureza-da-Realidade

O tantra anuttarayoga, o superior das quatro classes de tantra nas escolas do Novo Período de Traduções (Kagyu, Sakya e Gelug), tem quarto níveis de oferendas. Paralelos a eles estão os quarto níveis de oferecimento de mandala. Estes quatro níveis de oferendas e de ofertas de mandala correlacionam com os quatro empoderamentos (dbang, iniciação, “wang”) do tantra anuttarayoga.
  • A oferenda externa (phyi’i mchod-pa) é [uma oferenda] de objetos externos tais como água, flores, incenso e assim por diante ou de objetos desejáveis dos cinco sentidos. Uma mandala externa é uma oferenda feita de um sistema de mundo externo. Oferenda externa e a correlacionada mandala externa com o empoderamento do vaso (bum-dbang). O empoderamento do vaso purifica o corpo para alcançar um Nirmanakaya (sprul-sku), Corpus de Emanações. Empodera a prática do estágio da geração (bskyed-rim), durante a qual visualizamo-nos como figuras-búdicas.
  • Uma oferenda interna (nang-mchod) é dos aspectos do corpo. Estes podem ser aspectos do corpo grosseiro ou seja, os cinco agregados e cinco elementos ou, no Kalachakra, aspectos do corpo sutil, ou seja, os dez ventos-energia sutis. Cinco carnes e cinco néctares, purificados, transformados e multiplicados, representam os dois conjuntos de cinco ou os dez. Uma mandala interna (nang-gi dkyil-‘khor) é uma oferenda feita de várias partes do corpo grosseiro, com a coluna ou o tronco imaginado como o Monte Meru e os quatro membros imaginados como os quatro continents-ilhas. A oferenda interna e a mandala interna correlacionam com o empoderamento secreto (gsang-dbang). O empoderamento secreto purifica os ventos-energia sutis e o discurso [a fala] para alcançar um Sambhogakaya (longs-sku), Corpus de Uso Pleno. Empodera a prática, no estágio completo [estágio da completude] (rdzogs-rim), do corpo ilusório (sgyu-lus).
  • Uma oferenda secreta ou escondida (gsang-mchod) é da consciência bem-aventurada. Alternativamente, é da consciência de bem-aventurança não-conceptual da vacuidade com a luz clara, o nível mais sutil da atividade mental (uma mente de luz clara). Similarmente, uma mandala secreta ou uma mandala escondida (gsang-ba’i dkyil-‘ khor) é uma oferenda de uma consciência de bem-aventurança ou de uma consciência de bem-aventurança não-conceptual da vacuidade com uma mente de luz clara. A oferenda secreta ou escondida correlaciona com o empoderamento da consciência discriminadora profunda (shes-rab ye-shes dbang). Um empoderamento da consciência discriminadora profunda purifica a mente para alcançar um Jnana-dharmakaya (ye-shes chos-sku), Corpus da Profunda Consciência que Tudo Abrange. Empodera a prática, no estágio completo [estágio da completude], da luz clara (`od-gsal).
  • Uma oferenda da própria natureza da realidade (de-kho-na-nyid mchod-pa, oferenda da talidade) é da cognição não-conceptual da vacuidade. Alternativamente, é das duas verdades inseparáveis, ou seja, (1) a aparência pura de nós próprios como figuras búdicas (yidam, “ deidade”) e (2) a consciência de bem-aventurança não-conceptual da vacuidade com uma mente de luz clara. Uma mandala da própria natureza da realidade (de-kho-na-nyid-kyi dkyil-‘khor, mandala da talidade) é uma oferenda da cognição não-conceptual da vacuidade ou das duas verdades inseparáveis formuladas como acima. A oferenda da própria natureza da realidade e da mandala da própria natureza da realidade correlacionam com o quarto [empoderamento] (dbang bzhi-pa) ou o empoderamento da palavra (tshig-dbang). O quarto [empoderamento] ou o empoderamento da palavra purifica o corpo, o discurso e a mente inseparavelmente juntos para alcançar um Svabhavakaya (ngo-bo-nyid sku), o Corpus da Natureza Essencial ou, mais inteiramente, um Svabhava-dharmakaya (ngo-bo-nyid chos-sku), Corpus da Natureza Essencial que Tudo Abrange. Empodera a prática, no estágio completo [estágio da completude], do par unificado (zung-‘ jug) das duas verdades.

Mandalas na Base das quais os Empoderamentos São Conferidos

Ao contrário das permissoes subsequentes (rjes-snang), que são conferidas na base de um torma (gtor-ma), ou seja, de um bolo de cevada assada actualizado (realmente transformado) numa figura búdica por um mestre tântrico, os empoderamentos são conferidos na base de uma mandala.
O empoderamento do vaso, encontrado em todas as quatro classes do tantra, é conferido na base do mundo simbólico da mandala em que uma figura búdica ou um grupo de figuras búdicas vivem. Inclui (1) a mandala de suporte [ou mandala de apoio] (rten-pa’i dkyil-‘khor) – ou seja, um palácio e o ambiente em torno dele - e (2) a mandala suportada [ou mandala apoiada] (brten-pa’i dkyil-‘khor) – todas as figuras [que lá estão] dentro.
A base para rotular ou imputar (gdags-gzhi) o mundo simbólico da mandala durante o ritual do empoderamento pode ser:
  • Uma mandala de tecido (ras-bris-kyi dkyil-‘khor), que é uma representação bidimensional do palácio e do ambiente, um tanto como um plano arquitetural, pintada numa peça de tecido ou de papel e colocada geralmente dentro de uma moldura de madeira quadrada pintada e decorada, com lados abertos e um telhado.


Mandala de Kalachakra pintada em tecido
  • A mandala de areia pulverizada (rdul-phran-gyi dkyil-‘khor), que é uma representação do palácio e do ambiente feita com areia colorida pulverizada e colocada geralmente no mesmo tipo de moldura de madeira em que a mandala de tecido é colocada.
     
    Fazendo uma mandala de areia de Guhyasamaja

  • Uma mandala de estabilidade mental (bsam-gtan-gyi dkyil-‘khor), que é manifesta [a partir] da concentração absorta (ting-nge-‘dzin, sânsc. samadhi) do mestre tântrico, sem uma base física.
  • Exclusivamente em alguns tantras anuttarayoga mãe, tais como Chakrasamvara, Vajrayogini, Hevajra e Chittamani Tara, uma mandala do corpo (lus-kyi dkyil-‘khor, lus-dkyil), na qual o mestre tântrico actualizou (realmente transformou) várias partes do seu corpo sutil como aspectos das mandalas de suporte e suportadas. Receber um empoderamento de uma mandala-corpo requer o recebimento prévio de um empoderamento de um dos outros três tipos de mandala alistados acima
  • Ocasionalmente, uma mandala tridimensional (blos-blangs), feita geralmente de madeira ou de metal, pode ser usada alternativamente.


Mandala 3D tradicional
Kalachakra no Palácio de Potala Palace, Lhasa, Tibete
Uma mandala 3D moderna de Kalachakra feita por Arjia Rinpoche no EUA

Os três empoderamentos seguintes são encontrados apenas no tantra anuttarayoga.
  • O empoderamento secreto é conferido [a partir] de uma mandala simbólica redonda de bodhichitta relativa (kun-rdzob byang-sems-kyi dkyil-'khor). Isto diz respeito às gotas, geralmente de yogurte e chá, que servem como a base para rotular as gotas de energia sutis de bodhichitta branca e vermelha e que são dadas a saborear.
  • O empoderamento da consciência discriminadora profunda é conferido [a partir] de uma mandala simbólica redonda de um ventre [útero] (bha-ga’i dkyil-‘khor).
  • O quarto, ou o empoderamento da palavra, é conferido [a partir] de uma mandala simbólica redonda de bodhichitta mais profunda (don-dam byang-sems-kyi dkyil-‘khor). Esta mandala diz respeito à compreensão mais profunda da vacuidade.
Em Kalachakra,
  • O empoderamento do vaso é conferido [a partir] de um seio redondo simbólico como-[uma espécie de]-vaso, em vez de [a partir] de um vaso que contem água consagrada como em outros sistemas de anuttaryoga.
  • O empoderamento secreto é conferido [a partir] de uma mandala simbólica redonda de um ventre [útero], a fonte das gotas simbólicas a provar, em vez de [a partir] de uma mandala de goats de bodhichitta relativa, como em outros sistemas anuttarayoga.
  • O empoderamento da consciência discriminadora profunda é conferido [a partir] de uma mandala simbólica redonda de bodhichitta relativa - as gotas de energia sutis que descem dentro do corpo – em vez de [a partir] da mandala de um ventre [útero] como em outros sistemas anuttarayoga.
  • O quarto, ou o empoderamento da palavra, é conferido [a partir] da mandala simbólica redonda de bodhichitta mais profunda, como em outros sistemas anuttarayoga.

Discos-Mandala Simbólicos

A prática tântrica inclui a visualização de vários discos-mandala redondos simbólicos. O mais comuns são os discos-mandala do sol e da lua, representando, respectivamente, a compreensão da vacuidade e o objetivo da bodhichitta, de alcançar a iluminação para sermos da melhor ajuda a todos os outros.
Os cinco elementos externos e corpóreos - terra, água, fogo, vento e espaço - são representados frequentemente pelos discos-mandala simbólicos com as formas e as cores determinadas pela convenção budista. Por exemplo, um disco-mandala amarelo e quadrado representa o elemento terra.
No sistema Kalachakra, discos-mandala redondos simbólicos de quatro corpos celestiais envolvidos em eclipses - a lua, o sol, Rahu e Kalagni (os nós, do norte e do sul, da lua) - representam quatro gotas de energia sutil dentro do corpo sutil. Estas são as gotas-energia do estado acordado, do estado de sonho, do estado de sono profundo e do quarto estado ou estado supremo.

Palácios-Mandala

A maioria dos sistemas de figuras búdicas inclui um palácio-mandala, chamado frequentemente um palácio imensuravelmente magnífico (gzhal-yas khang), onde residem as figuras búdicas do sistema. A estrutura dos palácios modela a dos antigos palácios indianos, embora os telhados sugiram uma influência chinêsa. Os palácios são quadrados, na maior parte com dois, mas ocasionalmente com mais de dois, andares e têm portões que conduzem aos salões de entrada de cada lado e uma passagem sob um arco além de cada portão. As paredes têm camadas multiplas em espessura e, no topo, têm bordas e outras características estruturais complexas decoradas e cobertas de jóias.
Cada característica arquitetural representa um aspecto particular do caminho à iluminação. Com respeito ao mandala de Vajrabhairava, por exemplo, os quatro lados do palácio significam as quatro verdades nobres, as cinco cores do chão e das camadas das paredes representam os cinco tipos de consciência profunda e assim por diante.

Mandala do Corpo

Diversos sistemas de figuras búdicas do anuttarayoga tantra, tanto dos tantras pai quanto dos tantras mãe têm mandalas do corpo (lus-dkyil). Um mandala-corpo consiste de uma rede de figuras búdicas arranjadas dentro do nosso próprio corpo enquanto figura búdica e para as quais várias partes dos nossos corpos samsáricos impuros serviram como a sua causa obtentora (nyer-len-gyu rgyu). A causa obtentora de algo é aquilo a partir do qual obtemos o item seu sucessor e, assim, cessa de existir quando o seu sucessor surge. Por exemplo, a massa de pão, ao cozer [e se tornar] em pão, deixa de existir como massa de pão. Similarmente, no sistema de Guhyasamaja, por exemplo, o nosso agregado impuro da forma serve como causa obtentora para a forma pura de um Vairochana surgir em vez dele.
Nos sistemas de figuras búdicas do anuttarayoga tantra-mãe que têm mandalas-corpo, tais como Chakrasamvara, Vajrayogini e Chittamani Tara, as figuras surgem [a partir] de partes do corpo-energia sutil, ou seja, dos canais-energia, como suas causas obtentoras. Nos sistemas anuttarayoga tantra-pai que têm mandalas-corpo, tais como Guhyasamaja, as figuras surgem de partes do corpo grosso, tais como os agregados, elementos, sensors cognitivos e membros, como suas causas obtentoras. Nos sistemas anuttarayoga tantra, designados como não-duais na tradição Sakya, que têm mandalas-corpo, tais como Hevajra, partes tanto do corpo sutil como do corpo grosso servem como causas obtentoras para as figuras búdicas.
Os acima são exemplos de mandalas-corpo de figuras búdicas suportadas. Alguns sistemas anuttarayoga, tais como Guhyasamaja, têm também uma mandala-corpo que suporta, contendo um palácio para o qual partes do corpo bruto serviram como suas causas obtentoras.
Somente as mandalas do corpo em sistemas anuttarayoga-mãe servem como bases a partir das quais um empoderamento do vaso pode ser conferido.

sábado, 26 de março de 2011

MANDALAS * O MAPA DAS EMOÇÕES





Se alguém a convidasse a exteriorizar idéias, emoções e desejos, certamente você iria se perguntar : para que e por onde começar ?  Essas perguntas já são o primeiro passo para ajudá-la a liberar tudo que está guardado dentro de si, como explicar Daniel Atalla, formado pela Fundação Internacional de Parapsicologia, em Nova York, Estados Unidos. "Quando lidamos com nosso universo interior, conseguimos organizar os pensamentos de forma racional. Já sobre o conteúdo emocional não temos domínio e somente ao exteriorizá-lo no dia a dia é possível compreendê-lo."
Portanto, o tão sonhado equilíbrio depende desse processo de abertura. Há muitos caminhos para chegar lá, como criar uma música, dançar, falar, se movimentar e desenhar.

Outra forma de expressão são as MANDALAS. Muito usadas no Oriente, desde as antigas construções dos templos, esses círculos, quando ligados a princípios religiosos, são chamadas IANTRAS. "Na`Índia, boa parte dos templos e palácios seguem esse desenho porque o círculo faz com que a energia, que é o movimento rítmico do Universo retorne constantemente ao ponto inicial, onde tudo é criado e renovado. Ou seja, a Mandala propõe que o fim represente um novo começo, traduzindo a lei da vida", explica Atalla.
Enquanto isso, aqui no Ocidente, o uso da mandala é diferente. "Na maioria dos casos, são meramente decorativas. Poucas pessoas têm noção de sua importância".

A VERDADEIRA FORÇA

Na realidade, esses círculos podem nos trazer muitos benefícios, seja quando os criamos ou quando usamos essas imagens para conduzir a meditação. "O desenho de uma mandala reflete muito do que se passa dentro de cada um de nós.  Criá-la é uma oportunidade de reconhecer, perceber e compreender a si mesma pelos detalhes que ela mostra". As cores e formas que colocamos no desenho liberam emoções. Descarregar essa energia interna ou conectá-la por meio da meditação ajuda até a relaxar", enfatiza.
Além de exibir um autorretrato do autor, a mandala emite vibrações. Observá-la pode ser um exercício de ativação energética. "Nesse caso, os especialistas recomendam escolher uma imagem que exerça intensa atração em você e, além disso, analisar se os símbolos que ela contém ativam o tipo de energia que quer receber. Tais símbolos estão nas cores e formas do desenho, e seis significados (ver abaixo) resultam de estudos de grandes pensadores, como o alemão Johann Wolfgrang von Goethe e o austríaco Rudolf Steiner, assim como o psiquiatra Carl Jung. "A força da mandala está no encontro que ela promove com o que somos". A mandala nos ensina a usar essa aliada para ,trabalhar a harmonização e o equilíbrio por meio da criação ou da meditação.

COMO FAZER A SUA MANDALA

Fazer o seu próprio desenho é uma forma de expressar suas emoções conscientes, descarregar a tensão desses sentimentos e refletir sobre o seu momento de vida. Assim, você consegue entender e organizar seu lado emocional Leia atentamente os significados das cores e das formas. Identifique quais desses correspondem aos seus pensamentos e desejos - por exemplo, usar o triângulo na sua mandala demonstra que você quer ascender a um plano mais espiritualizado. Se quiser se atualizar, ter idéias novas, o amarelo é a cor ideal.

1ª ETAPA
Inicie o seu desenho traçando, dentro do círculo, as linhas que dará origem às figuras. Um dos objetivos das formas é servir de alicerce para organizar as emoções, que será expressas, posteriormente, nas cores. Ao ler os significados, verá que as figuras geométricas ajudam a pontuar seus desejos materiais e espirituais.

2ª ETAPA
Depois de traçar as formas, você deve colorir sua mandala. use a intensidade das cores para expressar os sentimentos que estão dentro de você. Veja os significados de cada uma delas e pinte a seu gosto.Mas lembre-se : os tons escolhidos deverão estar aliados às formas geométricas, ressaltando que elas organizam as intenções e idéias que queremos expor.
Após  fazer as primeiras mandalas e iniciar seu auto conhecimento, é hora de equilibrar as emoções que existem no seu interior. Para isso, tente harmonizar as cores e observe se as tonalidades usadas combinam entre si.

O SIGNIFICADO DAS FORMAS

CÍRCULO : associado ao número um, o círculo é o elemento que representa o início de tudo. Ele é o ponto central de criação e desenvolvimento das coisas. Além disso, expressa a verdade única de cada um de nós, a nossa integridade. Sua essência é tão limpa, brilhante e perfeita que não possui pontos irregulares, todos são iguais. Ao utilizá-lo, você está exaltando a forma mais completa, única e individual do seu ser.

TRIÂNGULO : um dos elementos mais comuns em mandalas, o triângulo está ligado ao número três e indica uma conexão de do céu com a terra. É ele que estabelece uma conexão de tudo que somos com aquilo que queremos ser no plano espiritual. Essa forma deve ser usada quando desejarmos expressar o nosso eu interior, conectá-lo a algo mais elevado no seu ápice ou ir além do plano material.

QUADRADO: ao contrário do triângulo, o quadrado está associado ao número quatro e representa um desejo de tomar posse do que é físico. Ele expressa o objetivo de realizar projetos e planos materiais de forma intensa. Na mandala, deve ser utilizado quando queremos realizar projetos terrenos.

PENTÁGONO E PENTAGRAMA : diferente de todas as outras formas, representados pelo número cinco, são os símbolos da liberdade. Essas formas expressam o livre arbítrio, e, ao desenhá-las, manifestamos o desejo de liberdade de ações e pensamentos para traçar nosso próprio destino.

HEXÁGONO OU HEXAGRAMA : representados pelo número seis, o hexágono expressa o equilíbrio entre o lado espiritual e físico. Ao utilizá-lo, expressarmos tanto nossa fé material quanto espiritual, bem como o desejo de trabalhar esses extremos para estabilizar ambas as forças.

O QUE DIZEM AS CORES

VERMELHO :  é usado para estimular e ativar energias. Cor forte, sua influência afasta o sentimento de desânimo e baixo-astral. É muito utilizado para aguçar a paixão e a sexualidade. Os tons escuros proporcionam impressão de seriedade, dignidade e benevolência. pela sua intensidade, o tom vivo e intenso do vermelho deve encontrar harmonia com outras cores, já que em excesso ele pode tirar o sono ou gerar irritação ao invés de proporcionar vitalidade.

AMARELO : para ativar e modificar pensamentos, o amarelo é o elemento que nos traz idéias novas e estimula a capacidade de raciocínio. É uma cor calorosa, agradável, animada, e, principalmente, tem o dom de ajudar a conquistar a felicidade. Conhecido como o tom da inteligência, do estudo e da criatividade, exige cautela no uso para evitar instabilidade mental, uma vez que exerce forte estimulação e cria grandes expectativas na pessoa.

AZUL : acalma, traz equilíbrio, paz e conforto, o que o torna o parceiro ideal para unir as cores de forma positiva. Expressa o aspecto intuitivo e harmonioso que existe dentro de nós. Lembre-se  : é importante que se associe às formas geométricas, que potencializam suas qualidades - como a serenidade - e proporcionam a estabilidade emocional.

LARANJA : para corrigir situações, sentimentos e desejos que nos fazem mal, nada melhor do que o laranja. Resulta da mistura de vermelho e amarelo, essa cor emite uma forte vibração de estímulo físico e mental. Também expressa o desejo de reconstruir e corrigir o que queremos de forma ágil e prazerosa, a ponto de trazer alegria e jovialidade. Deve ser utilizado para melhorar situações, pensamentos e ações que já estão desgastadas.

VERDE : se o intuito é se acalmar e reparar situações de forma equilibrada, a cor é o verde - resultado da mistura de azul e amarelo, nuances com vibrações bem diferentes. O estímulo mental provocado pelo amarelo e o equilíbrio do azul se conectam e neutralizam a negatividade, trazendo bem - estar para o corpo e para a alma. Também expressa o desejo de conexão com a natureza.

LILÁS : quando o objetivo é fazer contato com o lado espiritual, a cor é lilás - uma junção do azul com o vermelho, cores energeticamente opostas. Uma exalta a matéria física e a outra, a elevação do sentimento mais puro que há dentro de nós, o amor. Ainda tem o poder de purificar  o lado mental e criar uma atmosfera de isolamento que ajudar a restaurar o equilíbrio espiritual.

FONTE : REVISTA BONS FLUÍDOS
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