sexta-feira, 9 de setembro de 2016
ÚNICO JEITO DE ESQUECER ALGUÉM
Fabrício Carpinejar
Fabrício Carpinejar
Você não esquece virando as costas.
Você não esquece fugindo.
Você não esquece ninguém evitando encontros.
Você não esquece apagando as fotos e excluindo os telefones.
Você não esquece jogando fora os pertences.
Você não esquece cortando o cabelo e os hábitos.
Você não esquece trocando de personalidade e de emprego.
Você não esquece mudando o percurso dentro da cidade, você não esquece nem mudando de país.
Você não esquece ninguém ao longe, distante, sem contato nenhum.
Você não esquece parando de pensar e de escrever.
Você não esquece com paixões ou acumulando casos.
Você não esquece desprezando conselhos.
Você não esquece off-line.
Você não esquece trocando a carência da saudade pela prepotência da mentira.
Você não esquece omitindo nomes e recortando histórias.
Você não esquece passando por cima da realidade e atropelando fatos.
Você não esquece destilando ódio e rancor.
Você não esquece arquitetando vingança e planejando respostas de conversas passadas.
Você não esquece contando os dias de abstinência.
Você não esquece fingindo desinteresse.
Você não esquece dando de ombros, limpando os ombros, beijando os ombros.
Você não esquece tomando ansiolítico e antidepressivo.
Você não esquece fazendo greve de fome e de prazer.
Você não esquece abandonando os amigos.
Você não esquece forçando amizades.
Você não esquece adotando outras religiões.
A culpa não ajuda a esquecer.
A maldade não ajuda a esquecer.
A indiferença não ajuda a esquecer.
O único e verdadeiro jeito de esquecer é vendo de novo e não sentindo mais nada.
**************************************************************************
Você não esquece fugindo.
Você não esquece ninguém evitando encontros.
Você não esquece apagando as fotos e excluindo os telefones.
Você não esquece jogando fora os pertences.
Você não esquece cortando o cabelo e os hábitos.
Você não esquece trocando de personalidade e de emprego.
Você não esquece mudando o percurso dentro da cidade, você não esquece nem mudando de país.
Você não esquece ninguém ao longe, distante, sem contato nenhum.
Você não esquece parando de pensar e de escrever.
Você não esquece com paixões ou acumulando casos.
Você não esquece desprezando conselhos.
Você não esquece off-line.
Você não esquece trocando a carência da saudade pela prepotência da mentira.
Você não esquece omitindo nomes e recortando histórias.
Você não esquece passando por cima da realidade e atropelando fatos.
Você não esquece destilando ódio e rancor.
Você não esquece arquitetando vingança e planejando respostas de conversas passadas.
Você não esquece contando os dias de abstinência.
Você não esquece fingindo desinteresse.
Você não esquece dando de ombros, limpando os ombros, beijando os ombros.
Você não esquece tomando ansiolítico e antidepressivo.
Você não esquece fazendo greve de fome e de prazer.
Você não esquece abandonando os amigos.
Você não esquece forçando amizades.
Você não esquece adotando outras religiões.
A culpa não ajuda a esquecer.
A maldade não ajuda a esquecer.
A indiferença não ajuda a esquecer.
O único e verdadeiro jeito de esquecer é vendo de novo e não sentindo mais nada.
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(creio que nem pela última frase caro #FabrícioCarpinejar porque isto demanda muito, muito tempo.
Ana Lúcia)
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Sucesso, Dinheiro....
Sucesso, não tem a ver com o dinheiro que você ganha. Tem a ver com a
diferença que você faz na vida das pessoas.
(Michelle Obama).
O dinheiro representa uma nova forma de escravidão impessoal, em lugar da antiga escravidão pessoal.
(Léon Tolstoi)
(Léon Tolstoi)
Sobre "A máfia das próteses"; em nova fase das investigações da Polícia Federal"; apresentada pelo Programa Fantástico ontem; lamentável, "dinheiro fácil também é um vício".
integracaoholistica.blogspot.com
domingo, 4 de setembro de 2016
Poema de Aniversário
Procurei no dicionário,
Com paciência e cuidado,
O real significado
Da palavra aniversário.
Aquele livro pesado,
Mestre dos visionários,
"Pai dos burros" batizado,
Pareceu-me sectário,
Ao responder meu chamado.
Deveras decepcionado,
Joguei o meu dicionário
Na estante, empoeirado,
Para pregar, solitário,
O meu significado
Da palavra aniversário.
Diz assim, o verbete lendário,
Com paciência e cuidado,
O real significado
Da palavra aniversário.
Aquele livro pesado,
Mestre dos visionários,
"Pai dos burros" batizado,
Pareceu-me sectário,
Ao responder meu chamado.
Deveras decepcionado,
Joguei o meu dicionário
Na estante, empoeirado,
Para pregar, solitário,
O meu significado
Da palavra aniversário.
Diz assim, o verbete lendário,
Ontem, por mim criado:
"Aniversário: Espécie de relicário,
Muitíssimo bem guardado
Nas folhas do meu diário,
Dos versos que eu escrevi,
Com todo amor, e não li,
Durante o ano passado."
Carlos Eduardo Drummond
A arte de ser feliz
Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles
sábado, 3 de setembro de 2016
"Excesso e vazio"
Se estamos no excesso, estamos também no vazio: perdemos as conexões com nosso próprio eu, com a vida.
Excesso e vazio são sinais de que escapamos da vida, de que algo em nós deixou de ser... ou ainda não é.
Excesso e vazio se indiferenciam, nos indiferenciam quando estamos na contramão do verdadeiro viver.
Excesso e vazio são sinais de que escapamos da vida, de que algo em nós deixou de ser... ou ainda não é.
Excesso e vazio se indiferenciam, nos indiferenciam quando estamos na contramão do verdadeiro viver.
Evelin Pestana
Quanto você vale afinal? Uma parábola sobre autoconfiança
Um dia, um sábio recebeu um jovem que lhe pediu um conselho:
— Mestre, venho porque me sinto tão inferiorizado que não tenho
forças para fazer nada. Me dizem que não presto, que não faço nada
direito, que sou desajeitado e tolo. O que faço para melhorar? O que
devo fazer para que me deem mais valor?
E o mestre, se olhar, lhe disse:
Sinto muito, meu caro. Não posso ajuda-lo. Tenho de resolver primeiro meu próprio problema. Talvez depois...
E, após uma pausa, prosseguiu:
Mas, se quiser me ajudar, resolvemos o meu problema mais rápido e, depois, cuidamos do seu problema, se der tempo.
Ok, mestre, titubeou o jovem, mas sentindo que mais uma vez era
valorizado, pois a solução de seus problemas seria postergada novamente.
— Bem, -, disse o mestre. Tirou um anel que usava no dedo mínimo, deu ao discípulo e disse:
— Pegue o cavalo que está lá fora e vá até o mercado. Devo vender
esse anel porque tenho de pagar uma dívida. Preciso que você obtenha por
ele o maior valor que conseguir e não aceite como pagamento menos que
uma moeda de ouro. Vá e volte com essa moeda o mais rápido que puder.
O jovem pegou o anel e partiu. Chegou no mercado e começou a oferecê-lo
aos mercadores, que olhavam a joia com algum interesse.
Porém, bastava ouvirem o preço do anel e, quando o jovem mencionava
a moeda de ouro, uns riam, outros viravam a cara e somente um velhinho
foi sincero e paciente o suficiente para explicar que uma moeda de ouro
era muito por aquela joia. Alguém lhe ofereceu uma moeda de prata e uma
moedinha de cobre, mas o jovem tinha instruções claras de que não
poderia aceitar menos que uma moeda de ouro e recusou todas as ofertas.
Quanto quisera ter a moeda de ouro. A moeda! Ela liberaria o mestre
de seu problema para, assim, ajudar o jovem. Triste, subiu em seu cavalo
e voltou a seu guia.
Mestre — disse — sinto muito. Não consegui fazer o que você me pediu.
Talvez pudesse obter duas ou três moedas de prata, mas não creio que
possa enganar a ninguém a respeito do verdadeiro valor desse anel.
— Me disseste algo importante, meu jovem amigo — disse, sorrindo,
o mestre. Devemos saber, antes de mais nada, o verdadeiro valor do anel.
Volte ao cavalo e vá a um ourives. Quem melhor que ele para saber? Diga
que quer vender o anel e pergunte quanto pagaria por ele. Mas, não
importa quanto ofereça, não o venda. Volte com o anel!
E lá se foi o jovem.
Com sua lupa, o ourives examinou o anel à luz de uma lamparina, pesou a joia e respondeu:
Diga ao mestre, meu rapaz, que se quiser vender agora, não posso pagar mais que 58 moedas de ouro.
— 58 MOEDAS! — exclamou o jovem.
— Sim, respondeu o ourives. Com um pouco de tempo, poderíamos vendê-la por 70 moedas. Mas, se é urgente...
E o jovem voltou, emocionado e esbaforido, para contar a grande novidade.
Sente-se , disse calmamente, o mestre, após ouvir a história. Você é como um anel: uma joia única e valiosa. E, como tal, só um expert pode lhe avaliar
"Entrança o cabelo"
"A minha avó dizia-me que quando uma mulher se sentisse triste, o
melhor que podia fazer era entrançar o seu cabelo; de modo que a dor
ficasse presa no cabelo e não pudesse atingir o resto do corpo.
Havia que ter cuidado para que a tristeza não entrasse nos olhos,
porque iria fazer com que chorassem, também não era bom deixar entrar a
tristeza nos nossos lábios porque iria forçá-los a dizer coisas que não
eram verdadeiras, que também não se metesse nas mãos porque se pode
deixar tostar demais o café ou queimar a massa. Porque a tristeza gosta
do sabor amargo.
Quando te sintas triste menina – dizia a minha
avó – entrança o cabelo, prende a dor na madeixa e deixa escapar o
cabelo solto quando o vento do norte sopre com força. O nosso cabelo é
uma rede capaz de apanhar tudo, é forte como as raízes do cipreste e
suave como a espuma do atole.
Que não te apanhe desprevenida a
melancolia minha neta, ainda que tenhas o coração despedaçado ou os
ossos frios com alguma ausência. Não deixes que a tristeza entre em ti
com o teu cabelo solto, porque ela irá fluir em cascata através dos
canais que a lua traçou no teu corpo. Trança a tua tristeza, dizia.
Trança sempre a tua tristeza.
E na manhã ao acordar com o canto
do pássaro, ele encontrará a tristeza pálida e desvanecida entre o
trançar dos teus cabelos..."
Registo da antropóloga Paola Klug.
Fotografia tirada na Nicarágua por Candelaria Rivera, do ensaio fotográfico: “Amor de Campo”.
Seleta de Rosa Maria Ribeiro e Mariana Gouveia
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
A MUDANÇA É UM SALTO NO ESCURO!
Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim em cada
lago a lua toda Brilha, porque alta vive.
– Fernando Pessoa
Por
que muitas vezes preferimos permanecer em situações ruins, que não são
mais satisfatórias ou prazerosas? O primeiro ponto corresponde àquela
velha questão: se você continuar agindo da mesma forma, continuará tendo
os mesmos resultados. Se quisermos crescer, se quisermos ser mais,
precisamos fazer diferente, pensar e agir para além do que já vem sendo
feito.
A importância do autoconhecimento está em entender quais
foram os inputs, quais foram as questões que nos levaram a permanecer, a
aceitar determinadas situações em nossa vida que não nos faziam mais
felizes, que já estavam esgotadas. O que mais explica os padrões de
comportamento intrínsecos dos seres é o que podemos observar no
comportamento dos sapos em resposta a dois estímulos básicos. Sabe-se
que, quando um sapo é jogado em uma panela de água fervente, sua reação é
imediata no sentido de saltar para fora. No entanto, se colocado na
panela fria que vai sendo aquecida lentamente, não é capaz de reagir e
saltar para fora quando começar o perigo de morte. Ele perde
efetivamente essa capacidade de reação, permitindo que a situação
determine a sua morte.
Analogamente,
é o que ocorre com o ser humano frente a um quadro agudo ou a um choque
(em nível físico ou emocional), e frente a um quadro crônico ou quadros
emocionais que estressam progressivamente o indivíduo. A correria do
dia a dia, as loucuras dessa nossa busca desenfreada, enfim, são coisas
tão sutis que nem nos damos conta do mal que nos fazem. Vamos agindo e
reagindo no automático.
Precisamos saber enxergar o todo e nos
enxergar diferente do que estamos sendo. Se nos projetarmos como mais
um, seremos mais um. É fundamental trabalharmos o pensamento, nos
projetarmos e criarmos oportunidades para que o que queremos aconteça.
Se
determinadas situações não nos fazem bem, podemos começar nos
visualizando fora delas. Como seria se fosse diferente? Se não
estivéssemos ais ali? Como podemos nos conhecer melhor e não nos
permitirmos estar numa panela de água fria que vai aquecendo aos poucos…
Para
mudar qualquer situação precisamos saber perder, abrir mão. Precisamos
deixar para trás padrões, crenças, necessidades e até pessoas que não
fazem mais parte desse mundo que construímos ou queremos hoje. Para
sermos mais, para sermos grandes, sejamos inteiros, como disse Fernando
Pessoa. Mas sejamos também conscientes e desapegados.
Preferimos
muitas vezes permanecer nas situações ruins ao desconforto da mudança.
Pois a mudança é um salto no escuro. No entanto, a partir do momento que
vamos superando os obstáculos do caminho, que vamos solucionando
problemas, as luzes vão se acendendo, e, quando menos esperamos, ao
olhar para o lado veremos refletidas as várias facetas do que somos e
nem imaginávamos. Veremos aonde chegamos, e mais: veremos o que nos
tornamos.
Ana Matos.
fonte: osegredo.com.br
QUEM É VOCÊ AMANHÃ?
Quanto aos homens,
não é o que eles são o que me interessa,
mas o que eles podem se tornar.
(Jean Paul Sartre)
As
pessoas fogem de si mesmas, perdem-se no meio da multidão, afundam-se
nas preocupações do dia a dia, na rotina, e quando olham para si não
veem nada, não sabem dizer o que buscam para si mesmas. Desde muito cedo
somos questionados sobre o que queremos ser quando crescermos e não
somos incentivados, estimulados a nos conhecer. Vivemos numa sociedade
que nos afasta de nós mesmos. Sociedade essa criada por nós – homens e
mulheres. A luta pela sobrevivência neste mundo caótico não nos deixa
muito tempo para pararmos para pensar se, de fato, queremos fazer parte
disso. Simplesmente vamos seguindo conforme o que nos foi
preestabelecido pela cultura, pela religião, pelos padrões, pela
tradição etc.
Em grandes linhas, fomos criados para ter uma
profissão, casar, ter filhos, netos, nos aposentar e esperar a morte
chegar. Porém, há algum tempo essa forma de se construir vem sendo
questionada, quebrada e reconstruída por alguns. Quebrar paradigmas,
destruir para poder reconstruir, faz com que o sentimento de “falta de
chão”, de desorientação venha à tona. É natural que neste processo de
reconstrução, principalmente se o caminho for oposto ao “imposto”
socialmente, haja momentos de vazio, de solidão, de angústia, de querer
voltar atrás e se abandonar novamente.
De
fato, constatamos diariamente que o homem nasce livre, e por toda parte
encontra-se acorrentado, como disse Jean Jacques Rousseau. Somos livres
para escolher como dar forma a nós mesmos, embora tenhamos de aceitar
algumas limitações sociais. No entanto, dentro do âmbito das escolhas
realistas, com frequência, descobrimos que quando coagidos, tomamos
decisões baseadas no hábito ou na visão habitual que temos de nós
mesmos. Não nos permitimos “olhar de cima”, “a pensar fora da caixa”.
Segundo
Jean Paul Sartre, filósofo existencialista, a escolha do que queremos
nos tornar está em nossas mãos, somos seres compelidos a determinar um
propósito para as nossas vidas, seja ele afetivo, social, pessoal…
afinal, dentro da filosofia existencialista, não existe um poder divino
que prescreve esse propósito, devemos definir a nós mesmos.
Definir
a nós mesmos não é apenas uma questão de ser capaz de dizer o que somos
como seres humanos. Em vez disso, é uma questão de assumirmos a forma
de qualquer tipo de ser que escolhemos nos tornar. No entanto, escolher
um caminho para ser o que queremos ser significa abrir mão de todos os
outros caminhos. Qualquer escolha que façamos vem acompanhada da perda.
A
perda faz parte da nossa construção, do nosso projeto de ser. Essas
perdas é que nos tiram da nossa zona de conforto. Elas nos fazem
enxergar além do nosso próprio umbigo. A perda nos traz aprendizado. É a
oportunidade que temos para ganhar o amadurecimento, para nos
descobrirmos, para nos conhecermos, para encararmos de frente quem somos
e projetarmos o que queremos ser amanhã.
Ana Matos.
fonte: osegredo.com.br
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
E chegou finalmente SETEMBRO!!
Início de mês com cheirinho de terra
molhada; prenúncio de muitas flores e muitos frutos. Um cheiro doce no
ar.
Logo é Primavera; Primaverar!!
Adoro setembro, é um mês que traz sempre muitas alegrias!!
Assim é o mês que nasci.
Obrigada universo pela chuva, pelo início de um novo ciclo, obrigada pela vida!!
Adoro setembro, é um mês que traz sempre muitas alegrias!!
Assim é o mês que nasci.
Obrigada universo pela chuva, pelo início de um novo ciclo, obrigada pela vida!!
Flor, cor e muito amor para todos nós!!
Ana Lúcia do Carmo.
integracaoholistica.blogspot.com
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
"Paciência"
"A oração ensina a nossa alma a ser paciente".
(Padre Fábio de Melo)
Música : "Paciência" - Lenine
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para...
A vida não para...
Adoro bichos; mas penso que devemos respeitar a natureza de cada um,
assim como gostamos que respeitem a nossa. Querer humanizar um gato, um
cachorro, é demais pra mim, acredito que seja demais para o bicho também;
não gosto não!
Seria melhor cuidar com amor do bicho, mas deixá-lo com sua característica original!!
Seria melhor cuidar com amor do bicho, mas deixá-lo com sua característica original!!
Ana Lúcia do Carmo.
integracaoholistica.blogspot.com
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