sábado, 21 de novembro de 2015

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

SENTIDO DA VIDA




"O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Ruim – disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
– Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o rapaz.
– Você sente o gosto do sal? – Perguntou o Mestre.
– Não – disse o jovem.

O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
– A dor na vida de uma pessoa é inevitável. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Então, quando você sofrer, a única coisa que você deve fazer é aumentar a percepção das coisas boas que você tem na vida.

Deixe de ser um copo. Torne-se um lago."

A.D
"Eu deveria manter o sentimento de amor independente do que as pessoas sintam porque o amor cura e traz felicidade. 
Ser amoroso é uma maneira natural de viver. Se eu cultivar o hábito de ser mais amoroso, minha felicidade aumentará e as atitudes dos outros suavizará. 
Muitas pessoas tem sentimentos negativos devido a falta de amor. Tais sentimentos atropelam a energia e esgotam o bem-estar de todos. Quando reconheço isso e me determino a ficar positivo eu consigo acabar com os ciclos negativos e revelar o poder do amor em ação."

 
Brahma Kumaris

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

domingo, 15 de novembro de 2015

Vídeo : "SOM DE CHUVA" -

"Ouça primeiro com os olhos fechados"; exercitando o seu hemisfério direito do cérebro!



"DIAS MELHORES" - Música de Jota Quest

Vivemos esperando
Dias melhores
Dias de paz, dias a mais
Dias que não deixaremos
Para trás

Vivemos esperando
O dia em que
Seremos melhores
(Melhores! Melhores!)
Melhores no amor
Melhores na dor
Melhores em tudo

Vivemos esperando
O dia em que seremos
Para sempre
Vivemos esperando

Dias melhores prá sempre
Dias melhores prá sempre
(Prá sempre!)...


Sempre, sempre, sempre...




"Renova-te.
Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, 

para verem mais.
Multiplica-se os teus braços 
para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.
Sempre longe.
E dentro de tudo."













 Cecília Meireles


imagem : google

sábado, 14 de novembro de 2015

Ho'oponopono - Método de cura: "Sinto Muito, me perdoe, te amo, sou grata!!




Palavras de OSHO

O meu entendimento é o seguinte: se pelo menos um por cento da humanidade se tornar meditativo, as guerras vão desaparecer. E não há outra maneira de pôr fim às guerras. Esse tanto de energia meditativa tem de ser liberado. 

Se um por cento da humanidade - isso significa uma entre cem pessoas - se tornar meditativa, as coisas terão de ser totalmente diferentes. A ambição será menor e, naturalmente, a pobreza será menor. A pobreza não está aí porque as coisas são escassas; a pobreza está aí porque as pessoas estão acumulando, porque as pessoas são ambiciosas.

Viver o momento, viver no presente, viver amorosamente, viver em amizade, cuidar... e o mundo será totalmente diferente. 
O indivíduo tem de mudar, porque o mundo não é nada além de um fenômeno projetado da alma individual." 




"Namastê"




imagem : google
Para mim, temos que rezar muito não só pela geração atual, mas principalmente ter gratidão e rezar pedindo a luz para nossos ancestrais e antepassados; abençoar estas pessoas.
Tem muito ancestral que ainda permanece aqui na terra lutando e influenciando a mente de outros afins.
Acredito muito na força da oração, mas, se permanecermos em estado de raiva e revolta, esta energia se espalhará, trazendo mais coisas ruins para a terra.
São Miguel Arcanjo continua nos protegendo e protegendo a terra de coisas piores; Deus está no comando, embora, a gente olhe e pense muitas vezes que tudo está abandonado, não está, por favor não percam a fé, tudo tem um propósito maior que ainda iremos descobrir. Difícil entender em meio à tantas coisas ruins, mas ainda assim, confio no amor de Deus!!

Ana Lucia do Carmo

domingo, 8 de novembro de 2015

Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!















Mário Quintana

É POSSÍVEL CONFIAR SEM POSSUIR? O CIÚME E O SEU JEITO SUFOCANTE DE AMAR


Por Karen Curi - Jornalista

Eu sei tudo sobre você. Conheço todos os teus amigos, os colegas de trabalho, sei dos teus casos passados. Me acerco da tua família, conheço os vizinhos e os porteiros, os clientes, a moça da limpeza. Já decorei os contatos da tua agenda. Eu monitoro o teu celular e as tuas redes sociais. Tenho todas as tuas senhas, baixo os teus e-mails, vejo a fatura do teu cartão, tenho a chave da tua casa. É por isso que eu confio em você. Só por isso.

Tem muita que só consegue confiar em alguém e manter uma relação, se tiver o controle absoluto de todos os passos do outro. E não há forma de ser diferente. Afinal de contas, como é possível confiar sem possuir? Para essas pessoas não existe outra possibilidade senão o monopólio e o usufruto exclusivo. Se transformam em donos dos seus parceiros, senhores das vontades alheias, ditadores de regras. Tudo deve passar pelo seu crivo e aprovação, caso contrário, o tirano, simplesmente, surta.

Eles dizem que são ciumentos e, quando questionados dos seus rompantes, falam sem constrangimento que amam — e muito — e ponto. Quem sou eu para julgar as formas de amar? Estou aqui para falar que ciúme é uma coisa, e que desconfiança, é outra.

Caminham juntos, decerto. Se esbarram, tropeçam, invadem os espaços um do outro de quando em vez. Se misturam e se confundem facilmente. Se parecem até, mas são distintos.
Os dois são sentimentos de posse, com a diferença que um é controlável e o outro é controlador. Há quem diga que ter ciúme é bonito, que é demonstração de amor. Mas bastou passar um pouco da medida que deixa de ser fofo, e vira invasão de privacidade, sufocamento. Enfim, uma linha tênue põe o limite entre o aceitável e o incabível.

O ciúme não deixa de ser um tipo de zelo, uma demonstração de que aquele ou aquilo nos é importante. Uma forma de dizer: “ei, eu gosto muito, me chateia dividir e não quero ficar sem”. Temos ciúme dos nossos amigos, dos filhos, do parceiro. Do nosso cachorro, nossos livros, da coleção completa de CDs do nosso ídolo, e por aí vai. Tudo o que é importante para nós gera um sentimento de posse e, consequentemente, o medo da perda. Normal. É humano isso.

O problema é quando o ciúme passa da fronteira e sobrepassa os porquês do amor. Também é humano, ainda que seja uma forma torturante de lidar com a vida. Quem desconfia vive à espreita do erro, à espera da mazela. Então, se previne de todas as formas para que o outro não falhe e, caso haja falha, para que não seja tão devastadora. Até mesmo porque ela já é esperada.

Desconfiar de alguém é estar seguro que a outra pessoa tem razões para nos enganar, e por isso é preciso se cercar de todas as possibilidades a fim de minimizar a injúria. Quem desconfia divaga entre o real e o imaginário, buscando soluções em cima de problemas que nem chegaram a existir. Por insegurança. Talvez por desamor próprio. Só o controle absoluto sobre o outro garante a sensação de confiança.

Precisam ter a certeza que sabem tudo da vida do parceiro, quando, na verdade, ninguém sabe realmente quem é. Achamos que sabemos de nós, mas a cada curva nos descobrimos diferentes. Mais fortes ou surpreendentemente mais fracos.

Confiantes, desacreditados. Generosos, egoístas. Altruístas e levianos.
Estamos em construção, adquirindo traumas em forma de nós, enquanto desfazemos as amarras das frustrações passadas.

Quantas pessoas não se sentiram sufocadas e migraram para outro relacionamento, mais leve e com menos cobrança? Quantos aguentam, de fato, e andam sob o cabresto? São perguntas onde as respostas pouco importam. Cada um sabe da sua vida e onde o seu calo aperta.

O que eu penso sobre isso? Bem, de que adianta tanta posse quando, na verdade, ninguém pertence à ninguém, senão à nós mesmos?

Música : "Fly - Miten & Deva Premal"

Abra a tela para visualizar melhor, aumente o som! 
"Belas Imagens - Boa música - Boas Energias" 

MÚSICA DO MUNDO DE OSHO - "VOE"
Voe, voe alto
Deixe a Terra
Toque o céu.



integracaoholistica.blogspot.com

sábado, 7 de novembro de 2015

Quem escolhe fazer jogos sempre perde

Dizer ou não dizer? Ligar ou não ligar? Ah, pra que serve tudo isso mesmo?
Escolher fazer joguinhos dentro de um relacionamento se resume a um cachorro perseguindo o próprio rabo, querer brincar para ter aquilo que já se tem. Parafraseando Verônica Heiss: tem gente que vive de jogos porque rebaixa o amor à adrenalina, porque acha que o pressuposto dos relacionamentos é sofrer. Eu não sou assim. Não gosto de solidão a dois.



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É difícil admitirmos quando algo nos afeta e, ainda mais, olhar para dentro e percebermos que nem tudo precisa ser levado tão à sério. Vivemos em uma época onde se propagam o desapego e sendo assim, o primeiro a demonstrar emoção é visto como o fraco. Com isso, todos usam escudos emocionais para que nada consiga ultrapassar e ferir. Porém, quando nos enchemos tanto assim de barreiras, no fim, percebemos que não estamos protegidos e, sim, sozinhos do outro lado do muro.

Não existe nada mais cansativo do que estar com alguém que insiste em se proteger de ataques imaginários. Cada momento é um dia de guerra. Tem que escolher bem as palavras, uma vez que qualquer frase mal colocada é vista como bombardeio. Quando foi que o amor se tornou esse campo de batalha?

Não tem como entrar em um relacionamento e continuar a fazer todos esses joguinhos. Não dura, desgasta. Os detalhes e o encanto se perdem em meio à tantos tiroteios. O que antes causava frio na barriga e ansiedade, depois de um tempo se tornam suspiros pesados e impaciência. Ninguém quer estar ao lado de alguém que o faz ir dormir todos os dias com a sensação de missão fracassada.

A gente tem que entender que duas pessoas nunca vão alcançar a paz juntos se não souberem conversar. E digo conversa, no sentido mais puro da palavra. Não indiretas e frases atravessadas. Essa história de “se você me ama de verdade, deveria saber por que estou assim” não existe. Ninguém é obrigado a saber o que o outro pensa, então não se deve exigir que um silêncio seja traduzido.

Tudo pode ser tão mais simples. Se está com saudade, é só dizer. Não precisa se afastar até que a outra pessoa perceba que você está distante e decida fazer algo. Todo esse tempo de espera só serve para aumentar a agonia e, possivelmente, mandar para longe quem já estava ao seu lado. Não é preciso toda essa estratégia. Não precisa de um plano de combate. Não! É só dizer. Fazer o que tiver vontade independente se isso vai deixar vulnerável. Porém, em tempos de desapego, quem decide demonstrar os sentimentos é revolucionário, não fraco.

Deixemos então todas essas munições para trás. Está mais do que na hora de sermos sinceros com nossos sentimentos e sairmos de todas as barreiras que construímos. Devemos, mais do que nunca, aquietarmos nossas metrópoles internas e darmos lugar à calma que outro abraço pode nos dar. Sem joguinhos, sem impasses e, principalmente, sem transformar o que é tão simples em missões fadadas à derrota.

Game over.

retirado de : obviousmag.org
 
 

Música : "異境音樂02-Green Sun-None-LULLABY "



Vídeo : "Sem medo de errar - você existe para ser original" - OSHO

"Trechos do livro "Destino, liberdade e alma - qual é o sentido da vida" 
Osho. Ed. Academia."


Vídeo : "Interconexão" - Thich Nhat Hahn - "Boas Energias"



"Perseverança"

A história da lebre e da tartaruga é a história da vitória da perseverança contra todas as probabilidades de fracasso. Em outras palavras, assim como aconteceu com a tartaruga, você não pode fracassar, se você não desistir jamais. 

(Catherine Ponder - Em seu livro Leis dinâmicas da prosperidade).


 
Um dia, uma Lebre ridicularizou as pernas curtas e a lentidão da Tartaruga. A Tartaruga sorriu e disse: "Pensa você ser rápida como o vento; mas, acredito que eu a venceria numa corrida."
A lebre, considerou aquela afirmação como algo impossível de acontecer, e aceitou o desafio na hora. Convidaram então a Raposa para servir de juiz, escolher o trajeto, e o ponto de chegada. E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos.

A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, determinada, concentrada, em momento algum, parou de caminhar rumo ao seu objetivo. Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo. Ao despertar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já cruzara a linha de chegada, e agora descansava tranquila num canto.

(Fábulas de Esopo) 

(integracaoholistica.blogspot.com)
imagem : google

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Música : "Brincar de Viver" - Intérprete: Maria Bethânia - Letra de Guilherme Arantes




Quem me chamou
Quem vai querer voltar pro ninho
Redescobrir seu lugar
Pra retornar e enfrentar o dia a dia
Reaprender a sonhar

Você verá que é mesmo assim
Que a história não tem fim
Continua sempre que você responde "sim"
A sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz "não"

Você verá que a emoção começa agora
Agora é brincar de viver
Não esquecer, ninguém é o centro do universo
Assim é maior o prazer

E eu desejo amar todos que eu cruzar pelo meu caminho
Como sou feliz, eu quero ver feliz
Quem andar comigo, vem

Vídeo : Meditação Vipassana - com legenda em português



"Costumo acreditar que, em grande parte das circunstâncias, por mais incrível que às vezes pareça, o outro está fazendo o melhor que pode e se não faz mais é porque, embora queira, ainda não consegue. 
Acredito nisso porque costumo lembrar que, em grande parte das circunstâncias, por mais incrível que às vezes pareça, faço o melhor que posso e se não faço mais é porque, embora eu queira, ainda não consigo. 
Generosidade é também questão de memória."


(Ana Jácomo)

Rubem Alves in : "Transparência da eternidade"



"Hoje vou escrever sobre a arte de rezar. Dirão que esse não é tópico que devesse ser tratado por um terapeuta. Rezas e orações são coisas de padres, pastores e gurus religiosos, a serem ensinadas em igrejas, mosteiros e terreiros. Acontece que eu sei que o que as pessoas desejam, ao procurarem a terapia, é reaprender a esquecida arte de rezar. Claro que elas não sabem disso. Falam sobre outras coisas, dez mil coisas. Não sabem que a alma deseja uma coisa, cujo nome esquecemos(...)
A terapia é a busca desse nome esquecido. E, quando ele é lembrado e é pronunciado com toda a paixão do corpo e da alma, a esse ato se dá o nome de poesia. A esse ato se pode dar também o nome de oração.
Por detrás da nossa tagarelice (falamos muito e escutamos pouco) está escondido o desejo de orar. Muitas palavras são ditas porque ainda não encontramos a única palavra que importa. Eu gostaria de demonstrar isso - e a demonstração começa com um passeio. Para começar, abra bem os olhos! Veja como este mundo é luminoso e belo! Tão bonito que Nietzsche até mesmo lhe compôs um poema."

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Ser Feliz é ....



"Você pode ter defeitos, ser ansioso, e viver alguma vez irritado, mas não esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode impedir que vá em declínio.
Muitos lhe apreciam, lhe admiram e o amam.
Gostaria que lembrasse que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, uma estrada sem acidentes, trabalho sem cansaço, relações sem decepções. 

Ser feliz é achar a força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor na discórdia.
 
Ser feliz não é só apreciar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza.
Não é só celebrar os sucessos, mas aprender lições dos fracassos.
Não é só sentir-se feliz com os aplausos, mas ser feliz no anonimato. 


Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões, períodos de crise. 

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista para aqueles que conseguem viajar para dentro de si mesmo.
 
Ser feliz é parar de sentir-se vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas conseguir achar um oásis no fundo da nossa alma. É agradecer a Deus por cada manhã, pelo milagre da vida.
 
Ser feliz, não é ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si.
É ter coragem de ouvir um "não". É sentir-se seguro ao receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, mimar os pais, viver momentos poéticos com os amigos, mesmo quando nos magoam. 


Ser feliz é deixar viver a criatura que vive em cada um de nós, livre, alegre e simples.
É ter maturidade para poder dizer: "errei". É ter a coragem de dizer:"perdão".
É ter a sensibilidade para dizer: "eu preciso de você".
É ter a capacidade de dizer: "te amo".
Que a tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz...
Que nas suas primaveras seja amante da alegria.
Que nos seus invernos seja amante da sabedoria.
 
 E que quando errar , recomece tudo do início. Pois somente assim será apaixonado pela vida. Descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Utilizar as perdas para treinar a paciência. Usar os erros para esculpir a serenidade. Utilizar a dor para lapidar a o prazer.
Utilizar os obstáculos para abrir janelas de inteligência. 

Nunca desista....

Nunca renuncie às pessoas que lhes amam.
Nunca renuncie à felicidade, pois a vida é um espetáculo incrível".

Papa Francisco

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Oração para o dia de finados- Chico Xavier



"Senhor, rogo as Tuas bençãos de luz para os meus
entes queridos que vivem no mundo espiritual.

Que minhas palavras e pensamentos dirigidos
a eles possam ajudá-los, a fim de continuarem na vida espiritual
trabalhando pelo bem onde estiverem.

Espero com resignação o momento de me reunir a eles na Pátria Espiritual,
pois sei que é temporária a nossa separação. 

Mas, quando tiverem a Tua permissão,
que possam vir ao meu encontro para enxugar
minhas lágrimas de saudade".

imagem : google

domingo, 1 de novembro de 2015

O Amor Não é Celebração Social é União Espiritual


Texto: Evaldo Ribeiro

O verdadeiro amor não é aquele que obriga alguém fazer juramento na presença de testemunhas e colocar uma aliança de compromisso no dedo. Isso é amarração religiosa e celebração social. 
O amor é uma aliança interna entre dois corações e duas almas afins que reencontram-se espiritualmente para continuar uma antiga história apagada da memória.