domingo, 4 de maio de 2014

PALESTRA : AUTO ESTIMA - GASPARETTO

FILME :O AMOR VEM DEVAGAR - LEGENDADO ROMÂNTICO E LINDO.



Sinopse: Era o sonho de Marty Claridge construir uma nova vida na
fronteira americana com o seu marido. Mas quando este morre, à corajosa
mulher é oferecida uma nova oportunidade, casando-se com um viuvo, numa
união de conveniência, que inesperadamente se transforma em amor
profundo.

"Esse filme é lindo. nos mostra o respeito entre as
pessoas e que quando apreciamos as pessoas pela sua simplicidade e os
vemos como humanos podemos descobrir que tambem podemos ama-las e
interagir a ponto de despertar laços de amor, família. E que não
precisamos e muito para tirar as vendas dos olhos, muitas coisas
perdemos porque olhamos mas não observamos e é ai que poderemos nos
encontrar, ver o céu azul, arco-íris e tudo mais belo."

Filme: Quando Nietzsche Chorou - 2007 - Legendado





Sinopse

Baseado no
best-seller e premiado romance de Irvin Yalom, o filme "Quando Nietzsche
Chorou" conta a história de um encontro fictício entre o filósofo
alemão Friedrich Nietzs
che (Armand Assante) e o médico Josef Breuer (Ben
Cross), professor de Sigmund Freud (Jamie Elman). Nietzsche é ainda um
filósofo desconhecido, pobre e com tendência suicidas. Breuer passa por
uma má fase após ter se envolvido emocionalmente com uma de suas
pacientes, Bertha (Michal Yannai), com quem cria uma obsessão sexual e
fica completamente atormentado. Breuer é procurado por Lou Salome
(Katheryn Winnick), amiga de Nietzsche, com quem teve um relacionamento
atribulado. Ela está empenhada em curá-lo de sua depressão e desespero,
assim pede ao médico que o trate com sua controversa técnica da "terapia
através da fala". O tratamento vira uma verdadeira aula de psicanálise,
onde os dois terão que mergulhar em si próprios, num difícil processo
de auto-conhecimento. Eles então descobrem o poder da amizade e do amor.

Filme : Primavera, Verão, Outono, Inverno... E Primavera - Legendado



Para conhecer o Feng Shui / Medicina Chinesa!!

• Sinopse: Um jovem vive em um templo flutuante no meio de um lago junto com um monge que o educou de forma rigorosa, quando ele maltrata pequenos animais, o mestre castiga-o de forma paralela. Cada estação que passa traz uma fase da vida do pupilo. Agora adulto, experimenta o despertar sexual com uma jovem que veio ao templo para ser curada pelo mestre. Porém, isso faz com que o rapaz conheça o ciúme, a obsessão, o preço do perdão, e vá se esquecendo dos valiosos ensinamentos de seu mestre.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Laranja: o óleo essencial da alegria

Aroma também ameniza estresse, previne doenças e faz bem para pele

 A laranja é uma fruta muito presente em nossa alimentação e empregada em muitos segmentos da indústria: perfumaria, cosmética e até na Aromaterapia. O óleo essencial de Laranja, em geral, possui cheiro cítrico, fresco e intenso, com uma pequena diferenciação entre aromas doces e levemente amargos. É considerado o óleo da alegria, do prazer de viver. Ele tem a propriedade de estimular o positivismo e a sensação de bem-estar, é como trazer para dentro de si a brisa fresca de uma manhã de primavera, com o suave calor dos primeiros raios de sol, que aquecem e iluminam.

Curiosidade

A laranjeira é uma das árvores frutíferas mais cultivadas e estudadas em todo o mundo, e faz parte da família botânica das Rutaceae, da qual pertencem todos os cítricos. Ela é nativa da Ásia, embora sua origem seja controversa. Há quem diga que a árvore é originária da China, enquanto outros dizem que a espécie surgiu na Índia. Mas o fato é que a laranjeira só foi introduzida na Europa mais precisamente na Sicilia (Itália), por volta do século XII, através dos viajantes árabes. Após se espalhar pela Europa, a laranjeira só chegou à América do Sul com a vinda dos portugueses, por volta do século XV.
Existem dois tipos de árvores, das quais são extraídos os óleos essenciais de Laranja - a laranjeira doce e a laranjeira amarga. Da primeira é retirado o óleo essencial de Laranja Doce (Citrus aurantium v. dulcis) e da segunda o óleo essencial de Laranja Amarga (Citrus aurantium v. amara). Ambos produtos são obtidos através da extração por pressão a frio da casca. A diferença é que o óleo de Laranja Doce é retirado da fruta madura, enquanto o de Laranja Amarga, da fruta ainda verde. Da árvore de laranjeira amarga ainda são extraídos outros dois óleos essenciais muito apreciados na Aromaterapia e perfumaria, que são o óleo essencial de Petitgrain (extraído das folhas da árvore) e o óleo essencial de Néroli (extraído das flores). Este último, por ser tão delicado, possui valor de comércio alto.

Óleo essencial alivia estresse e até depressão

O óleo essencial de Laranja (tanto da variedade doce quanto amarga) libera a energia estagnada no corpo, ajudando a ter mais serenidade e tranquilidade para lidar com emoções fortes e destrutivas, como a raiva e o ódio."O óleo essencial de Laranja (tanto da variedade doce quanto amarga) libera a energia estagnada no corpo, ajudando a ter mais serenidade e tranquilidade para lidar com emoções fortes e destrutivas, como a raiva e o ódio."
Ele ajuda a aliviar o estresse, o nervosismo e a depressão. Ótimo para pessoas que se sentem desanimadas ou desencorajadas diante de situações adversas. Traz movimento e força para agir de forma positiva.
Pessoas muito sérias, que levam tudo a "ferro e fogo" e praticamente se esqueceram das coisas boas da vida, também se beneficiam com o uso deste óleo, pois ele resgata o "viver" de forma mais leve e prazerosa, despertando a vontade de sorrir. Momentos de mudanças e insegurança também encontram acolhimento no óleo essencial de Laranja, que traz encorajamento para seguir em frente, livrando-se das preocupações e medos.

Óleo Essencial de Laranja faz bem para corpo e pele

No corpo, o óleo essencial de Laranja é utilizado para combater gases, cólicas estomacais e intestinais, falta de apetite, prisão de ventre e diarreia. Ele ainda estimula a vesícula biliar a produzir bílis, que facilita a digestão e a eliminação de gorduras. É um ótimo óleo para tratar da insônia relacionada à ansiedade, além de ser muito eficiente no combate de gripes e resfriados, ajudando, inclusive, a baixar a febre.
Esteticamente trata de peles congestionadas, eliminando toxinas. Por quebrar as moléculas de gordura, é excelente quando aplicado nas massagens de drenagem para ativar a circulação local, melhorando a celulite. Por conter vitamina C, atua também como antioxidante, sendo empregado no tratamento de rugas e peles secas.

Cuidados

Por ser um óleo essencial cítrico, ele contém em sua composição química substâncias que causam fotossensibilidade na pele. Por isso, após utilizá-lo em massagens ou banhos, recomenda-se evitar a exposição ao sol. Caso haja exposição, é imprescindível usar um protetor solar com FPS acima de 30, imediatamente após o término da massagem.
Quando utilizado por gestantes ou crianças, deve ser bem diluído em um óleo vegetal ou outra base neutra para não correr o risco de dar alguma reação alérgica, já que a pele, nestes dois casos, é muito delicada. A superdosagem e o uso prolongado podem ocasionar irritação em peles sensíveis.

Como usar?

Para acalmar os nervos e revigorar
Coloque 1 gota do óleo essencial de Laranja no aromatizador pessoal (que é uma espécie de colar de cerâmica).
Para relaxar e dormir bem
No quarto, pingue 15 gotas do óleo essencial de Laranja no aromatizador elétrico, 10 minutos antes de deitar, e deixe na tomada a noite toda.
Faça um spray para travesseiro: em uma embalagem spray coloque 90% de água e 10% de álcool de cereais. Pingue de 10 a 20 gotas do óleo essencial de Laranja, feche e agite bem antes de usar. Borrife o spray sobre o travesseiro 5 minutos antes de deitar (cuidado com roupas de cama branca, pois por ter coloração amarelada o óleo pode manchar o tecido).
Uma outra opção é pingar 1 gota de óleo essencial de Laranja em uma bola de algodão e colocá-la dentro da fronha do travesseiro.
Para cuidar do corpo
- Massagem anticelulite: em 2 colheres (sopa) de óleo vegetal de semente de uva, pingue 4 gotas de óleo essencial de Laranja e massageie toda a região das coxas, glúteos e abdômen com movimentos circulares, em sentido horário, de baixo para cima, levando sempre os fluidos corporais para a região da virilha. Aplicar 1 vez ao dia, de preferência à noite para não haver exposição ao sol, durante três semanas. Pare por uma semana e então retome o tratamento.
- Máscara rejuvenescedora e clareadora facial: prepare primeiro a argila, colocando em um recipiente 1 colher (sopa) de argila branca, com a mesma medida de água. Mexa bem até formar uma pasta homogênea. Depois de pronta, pingue 1 gota do óleo essencial de Laranja e misture bem. Com a ajuda de um pincel ou mesmo com os dedos, passe a máscara por todo rosto e pescoço. Deixe agir por 20 minutos e em seguida retire com gaze úmida. Use protetor solar imediatamente após a aplicação. Utilize esta máscara uma vez por semana, até obter o clareamento da mancha.

É nutricionista, terapeuta holística e aromaterapeuta. Apaixonada por Florais, Fitoterapia e Massoterapia Gestacional e Infantil. Saiba mais »
contato: tahiaromaterapeuta@gmail.com

..."a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial".






Mas é preciso escolher. Porque o tempo foge. Não há tempo para tudo. Não poderei escutar todas as músicas que desejo, não poderei ler todos os livros que desejo, não poderei abraçar todas as pessoas que desejo. É necessário aprender a arte de “abrir mão” – "a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial".

Rubem Alves.

Bom dia!!! Ana Lúcia do Carmo
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quarta-feira, 30 de abril de 2014

"NÃO SE ALCANÇA O CORAÇÃO DE ALGUÉM COM PRESSA"


Para se roubar um coração, é preciso que seja com muita habilidade, tem que ser vagarosamente, disfarçadamente, não se chega com ímpeto,
não se alcança o coração de alguém com pressa.
Tem que se aproximar com meias palavras, suavemente, apoderar-se dele aos poucos, com cuidado.
Não se pode deixar que percebam que ele será roubado, na verdade, teremos que furtá-lo, docemente.
Conquistar um coração de verdade dá trabalho,
requer paciência, é como se fosse tecer uma colcha de retalhos, aplicar uma renda em um vestido, tratar de um jardim, cuidar de uma criança.
É necessário que seja com destreza, com vontade, com encanto, carinho e sinceridade.
Para se conquistar um coração definitivamente
tem que ter garra e esperteza, mas não falo dessa esperteza que todos conhecem, falo da esperteza de sentimentos, daquela que existe guardada na alma em todos os momentos.
Quando se deseja realmente conquistar um coração, é preciso que antes já tenhamos conseguido conquistar o nosso, é preciso que ele já tenha sido explorado nos mínimos detalhes,
que já se tenha conseguido conhecer cada cantinho, entender cada espaço preenchido e aceitar cada espaço vago.
...e então, quando finalmente esse coração for conquistado, quando tivermos nos apoderado dele,
vai existir uma parte de alguém que seguirá conosco.
Uma metade de alguém que será guiada por nós
e o nosso coração passará a bater por conta desse outro coração.
Eles sofrerão altos e baixos sim, mas com certeza haverá instantes, milhares de instantes de alegria.
Baterá descompassado muitas vezes e sabe por que?
Faltará a metade dele que ainda não está junto de nós.
Até que um dia, cansado de estar dividido ao meio, esse coração chamará a sua outra parte e alguém por vontade própria, sem que precisemos roubá-la ou furtá-la nos entregará a metade que faltava.
... e é assim que se rouba um coração, fácil não?
Pois é, nós só precisaremos roubar uma metade,
a outra virá na nossa mão e ficará detectado um roubo então!
E é só por isso que encontramos tantas pessoas pela vida a fora que dizem que nunca mais conseguiram amar alguém... é simples...
é porque elas não possuem mais coração, eles foram roubados, arrancados do seu peito, e somente com um grande amor ela terá um novo coração, afinal de contas, corações são para serem divididos, e com certeza esse grande amor repartirá o dele com você.


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terça-feira, 29 de abril de 2014

VIVER É DIFERENTE DE SOBREVIVER !!


É triste ver tanta gente lutar para sobreviver.
E não estou falando apenas daqueles que ganham salário mínimo, mas de executivos que vivem angustiados com tantas pressões, de empresários que fogem de suas famílias, pois não aprenderam a amar, de pessoas de todos os níveis sociais que estão sempre assustadas perante a vida.

São pessoas que não vivem.
Apenas sobrevivem, como se estivessem numa crise asmática permanente:
aquela eterna falta de ar e, de vez em quando, o alívio rápido e passageiro.
Logo depois sentem de novo o sufoco insuportável.
Essas pessoas não vivem, sobrevivem.

E apenas sobreviver é trabalhar em algo sem sentido só para manter o salário;
é fazer joguinhos de poder para manter o emprego;
é sair com alguém que não se ama somente para aplacar a solidão;
é ter relações sexuais só para manter o casamento;
é não conseguir desgrudar os olhos da TV, com medo de escutar a voz da consciência;
é ter de tomar alguns drinques para conseguir voltar para casa.

A sociedade nos pressiona diariamente para nos transformar em máquinas.
Todos os dias, pela manhã, uma multidão liga seu corpo como se fosse mais uma máquina e sai pela porta para uma repetição infinita de ações rotineiras sem nenhuma relação com sua vocação e seu talento.
E muita gente chama a isso livre-arbítrio.
Depois vão a massagens, saunas, fazem um monte de ginástica em busca de um pouco de energia extra para, no dia seguinte, voltar a fazer o mesmo trabalho que não tem nenhuma relação com sua alma.

Muitos estados de depressão são, na realidade, frutos de uma terrível sensação de inutilidade.
Esse olhar vago do deprimido é muitas vezes o olhar de quem poderia ter aproveitado as oportunidades da vida, mas não soube valorizar o que era realmente importante.
Se, por acaso, você se identificou com a descrição acima, está na hora de mudar.
Aproveite o início de semana e mude!

O filósofo espanhol Julián Marías escreveu que a infelicidade humana está em não preferir o que preferimos.
Quando uma pessoa não prefere o que prefere, acaba se traindo.
As escolhas de nossa vida têm sempre de privilegiar a nossa essência.
Nossa vocação não tem nada a ver com ações sem afeto.

O ser humano nasceu para realizar a sua vocação divina.
No entanto, quantas vezes acabamos nos dedicando exclusivamente à sobrevivência!

Sobreviver e viver são experiências completamente distintas.

Viver é ser dono do próprio destino.
É saber escrever o roteiro da própria vida.
É ser participante do jogo da existência, e não mero espectador.
É viver as emoções, é ter os próprios pensamentos e viver os seus sonhos.

Sobreviver é administrar o tempo para que o dia acabe o mais rápido possível.
É conseguir ter dinheiro até o próximo pagamento.
É respirar de alívio porque chegou o final do expediente.
É ir resignado de casa para o trabalho e do trabalho para casa.
É adiar o máximo possível as mudanças para não ter de arriscar nada...

Chega de migalhas da vida!

Chega de viver como um fugitivo, olhando para os lados, com medo de tudo e de todos!
O ser humano merece mais do que simplesmente completar seus dias.
Merece a plenitude da vida.

"Se você já construiu castelos no ar, não tenha vergonha deles.
Estão onde devem estar. Agora, construa os alicerces".

(Roberto Shinyashiki)

domingo, 27 de abril de 2014

"Existe uma linha vermelha invisível aos olhos, que conecta todos que estão destinados a se encontrar...
E não importa o tempo, o lugar ou as circunstâncias...
Esse fio pode ser apertado ou emaranhado, mas nunca rompido."


- Pensamento Oriental -

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quinta-feira, 24 de abril de 2014

DESAPEGAR ...

"E chegou um momento, quando o conforto de permanecer preso em um botão se tornou mais dolorido do que o risco de desabrochar". (Anais Nin)



Por onde começar??

Comece reconhecendo para si mesmo que seus padrões de medo e apego são como correntes de ouro. Eles o aprisionaram durante muitos anos. Agora, veja você mesmo pegando um par de cortadores, cortando as correntes e se libertando. Visualizar esse ato de desligamento coloca em movimento sua intenção de se libertar. Faça essa visualização todos os dias durante um mês. O ato de se soltar não vai acontecer imediatamente. A visualização não é uma fórmula mágica que vai imediatamente limpar todas as coisas do passado. Mas ter a intenção de se libertar abrirá um espaço para seus padrões serem liberados.

Livro : O Poder da Alma, Nikki de Carteret. 

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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Os elos entre a alma e o coração



A veia de cientista do médico Alvaro Avezum o levou a ser um dos pioneiros na investigação sobre questões espirituais e doenças cardiovasculares. 

 

Texto: Regina Célia Pereira | Foto: Divulgação | Ilustração: Gustavo Duarte





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O vaivém na sala apertada do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo, é um retrato do dia a dia do médico Alvaro Avezum. Ora entram alunos pedindo orientação, ora algum colega vem comentar um trabalho, ora a secretária chega com uma pilha de solicitações... Tudo isso enquanto o cardiologista recebe BONS FLUIDOS, em um período marcado por viagens, aulas, congressos, consultas, enfim, um verdadeiro corre-corre. Algo bem típico de alguém que escolheu a medicina como profissão e não se esqueceu disso com os anos. Dono de um extenso currículo – centenas de artigos publicados em periódicos médicos nacionais e internacionais e dezenas de pesquisas em renomadas instituições – o professor, de 51 anos, nascido em São Joaquim da Barra, no interior paulista, trouxe para o Brasil o que os experts chamam de medicina baseada em evidências. “Estudei na Universidade McMaster, em Ontário, no Canadá, que é considerada o berço do conceito”, diz. O termo refere--se àquilo que está comprovado cientificamente e que deve ser aplicado na prática clínica.

Com um perfil de cientista como esse fica difícil imaginar que Avezum é um dos pioneiros, no país, nos estudos que relacionam espiritualidade e saúde cardiovascular. Até sua simpática secretária, Simone, conta que ficou surpresa ao deparar com informações a respeito do assunto na tela do computador do chefe. “Vai longe a época em que ciência e assuntos espirituais não se misturavam”, revela o médico aos desavisados. Responsável pela disciplina de pesquisa e medicina cardiovascular do Dante Pazzanese, entidade associada à Universidade de São Paulo, ele criou, no início de 2013, um grupo de pesquisa dentro da Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Embora exista comprovação em torno do papel da religiosidade na redução de mortalidade, ainda há muitas incertezas e são essas dúvidas que nos movimentam a buscar algo mais”, opina.

Para Avezum, o cenário atual aponta para a necessidade de se criar um novo padrão na medicina. O professor estabelece uma comparação que ajuda a visualizar: “Para concluir que o tabagismo é um fator de risco ao coração, foram necessárias mais de cinco décadas de estudos”. Antigamente, o cigarro tinha todo o glamour e não levantava nenhuma suspeita de vilão. “As visões e condutas em saúde mudam sempre, o conhecimento vai se acumulando até que aconteça a ruptura com o modelo anterior e surja um novo paradigma”, esclarece. “Pode levar um bom tempo, mas as questões espirituais ainda farão parte das recomendações médicas”, diz.





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Para Avezum, o enfrentamento positivo do cotidiano favorece a saúde.

O senhor diz que um ateu ou agnóstico pode ser mais espiritualizado do que um religioso. Poderia comentar?


Primeiro, é preciso entender e distinguir conceitos. Quando falamos em religião, estamos nos referindo a um conjunto de rituais, crenças, dogmas, enfim, um sistema que reúne todos esses fatores e que cada um procura de acordo com suas afinidades e com o seu modo de vida. A religiosidade é a maneira como cada pessoa dedica seu tempo a essas escolhas, isto é, como coloca a religião em sua vida. Nesse caso, pode ser de forma extrínseca – medida pela sua frequência aos templos e aos cultos e a sua dedicação a estudos e leituras, seja da Bíblia, do Torá, do Corão, enfim... – ou de maneira intrínseca, que é como o indivíduo se utiliza desse aprendizado dentro do seu cotidiano. A discussão no ambiente científico está relacionada com a espiritualidade, que, embora contemple religiosidade, independe de filiação religiosa. O conceito envolve o que transcende o material. Tem relação com o enfrentamento a determinadas situações do cotidiano, especialmente as mais complicadas, e com as emoções que movimentamos. Inclusive é possível mensurar por meio de escalas o grau de espiritualidade de uma pessoa.


Como se dá essa medição, doutor?


Existe um instrumento, um tipo de questionário validado por metodologia científica, que avalia tolerância, perdão, paciência, mágoa, desejo de vingança, ressentimento, enfim, sentimentos que sinalizam se a pessoa tende a ser mais positiva no enfrentamento, o que sugere que seja mais espiritualizada, ou, por outro lado, se tem uma tendência ao negativo, o que teria relação com um grau menor de espiritualidade.


E sobre fé, como o senhor a define?


É aquilo em que se acredita, é a confiança de que as coisas vão caminhar de um jeito adequado, tem tudo a ver com o otimismo. É a confiança com convicção. Não é algo teórico. Ela pode ficar mais robusta ou mais fraca em determinados períodos e cenários. E aqui, outra vez, não é necessário ter nenhuma filiação religiosa. Muitas pessoas dão verdadeiras demonstrações de fé sem frequentar igrejas ou outros templos.


O senhor tem alguma história de paciente que sinalize a importância da fé para a saúde?


Sim, há vários exemplos, mas prefiro guardar no meu consultório por questão de confidencialidade. O que posso dizer é que essas experiências estimulam a busca pelo conhecimento sobre o assunto.


Por que pesquisar espiritualidade e saúde cardiovascular?


Tenho a mente inquieta. Interesso-me pelo assunto desde a época da minha formação. O verdadeiro cientista precisa estar aberto para o que é novo, ele não deve ser dogmático, precisa questionar e buscar entender os porquês e por isso é fundamental jamais deixar as janelas fechadas para a novidade. À medida que o tempo avança, a nossa prática clínica é alterada, posso afirmar que já aconteceram muitas mudanças desde que fiz a residência médica e obviamente elas continuarão acontecendo. Acredito que é necessário construir um novo paradigma na medicina. O tema é bastante promissor, justamente porque existem muitas sugestões preliminares de que a espiritualidade favoreça desfechos positivos em doenças. Embora ainda não tenhamos a verdade cristalina, há diversas pistas a seguir. Tem algo que escapa ao pensamento convencional e que, portanto, merece nossa investigação com todo o rigor científico.


Poderia falar mais sobre esses achados?


Na literatura científica há evidências que mostram a atuação do enfrentamento positivo na saúde cardiovascular. A forma como usamos nossas emoções, seja o perdão, a honestidade, a disciplina, o altruísmo, enfim, elas interferem no nosso organismo. Não à toa trabalhos relacionam a espiritualidade com uma baixa na mortalidade por males cardíacos.


Na sua opinião, quais são os mecanismos por trás desse elo?


O primeiro indício está relacionado com o fato de que os mais espiritualizados tendem a se cuidar melhor. Também existem evidências de que há maior equilíbrio de hormônios e outras substâncias, caso do cortisol e da adrenalina (hormônios associados ao estresse), que, em excesso, podem causar o aumento da pressão arterial. Aliás, há estudos que mostram um impacto do enfrentamento positivo no controle da hipertensão.


Entretanto...

O modelo atual de vida que nós estamos levando está nos adoecendo. E não faltam provas de que quem passa por situações de estresse constante pode sofrer uma série de reações no corpo, que, entre outras coisas, dispara inflamações na parede interna dos vasos sanguíneos, arritmias e outros tantos males. Aliás, cada vez que um problema vem à tona novamente, por meio das lembranças, ocorrem novas descargas dessas substâncias e esse processo faz aumentar o risco para distúrbios como a aterosclerose – a formação de placas de gordura – que podem culminar em infarto ou derrame. Daí a importância do enfrentamento positivo. A doença na sua origem é força de emoções, sentimentos, enfrentamentos negativos e positivos fluindo de dentro para fora e, por isso, possivelmente pode ser erradicada por impulso da mesma natureza. É fundamental tanto receber os cuidados médicos e medicamentos corretos quanto ajustar alguns conceitos e emoções para viver essas situações. Virar a página é saudável. Relevar e perdoar tem efeitos terapêuticos. Claro que ninguém vive num mundo encantado, onde se deve aceitar tudo, mas é preciso ter mais tolerância. Quem é solidário cultiva um ambiente saudável.


O senhor poderia falar sobre a evolução dos estudos nessa área?


Nós, do Instituto Dante Pazzanese, coordenamos, junto com dezenas de países, um grande estudo, com mais de 30 mil pessoas, durante dez anos, que avaliou algumas causas para males como o infarto. O trabalho publicado em 2004 e conhecido no meio médico como Interheart foi um dos pioneiros na inclusão de fatores psicossociais, caso do estresse e da depressão, entre os gatilhos para os males cardíacos. A partir dele essa dupla ganhou força e se juntou ao tabagismo, ao sedentarismo, à hipertensão e ao colesterol alto como os principais desencadeadores de doenças que acometem as artérias. O estudo também estimulou a busca de outros elementos e de modelos de pesquisa para avaliar o impacto da saúde mental, do suporte social e do comportamento na doença cardiovascular. Hoje é possível afirmar que as pesquisas envolvendo emoções e espiritualidade mostram um crescimento exponencial, o que reforça a necessidade de rigor científico na avaliação. Aliás, muitos alunos meus têm interesse pelo assunto.


Quanto ao grupo de estudos da Sociedade Brasileira de Cardiologia...


O Grupo de Estudos em Espiritualidade e Medicina Cardiovascular, vinculado ao Departamento de Cardiologia Clínica da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), surgiu em março de 2013 e já somos 400 associados. A ideia é divulgar informações sobre o assunto e avançar nas pesquisas no país. Nos Estados Unidos, 84% das escolas médicas têm em sua grade curricular cursos voltados para o tema e aqui nós ainda estamos no começo. Como os pacientes sempre querem discutir o assunto, é importante que os especialistas tenham todo o respaldo. Inclusive já está crescendo nos consultórios o que chamamos de avaliação integral, isto é, uma análise que além de esmiuçar a história clínica e social, que engloba desde sintomas, hábitos, histórico de doenças da família, busca, ainda que de maneira informal, avaliar as questões emocionais, os valores éticos e como se dá o enfrentamento em determinadas situações. Percebo que entre os profissionais o interesse pelo assunto está aumentando. Aliás, no último congresso da SBC tivemos duas mesas-redondas voltadas para a questão e foi um sucesso. É um grande feito levar o tema para esse ambiente acadêmico, que é bastante rígido.


O senhor tem religião?


Sou espírita, mas sempre enfatizo que nossas pesquisas independem de filiação religiosa. Gosto de deixar isso bem claro porque a humanidade tem mostrado muita confusão em torno de questões que envolvem religião. Digo que é possível viver sem religião, mas não sem espiritualidade. Seria correto afirmar, então, que é um homem espiritualizado. Prefiro dizer apenas que a espiritualidade faz parte do meu dia a dia.

fonte : casa.abril.com.br



 


A força da ancestralidade

Como dissolver antigas mágoas, desavenças e nós energéticos envolvendo a relação com nossos antepassados

 

Texto: Liane Alves

 

Você já pensou em colocar as fotos de seus antepassados junto com as imagens dos santos e divindades de sua devoção no altarzinho de sua casa? Ou, então, dedicar a eles orações, missas ou práticas espirituais? Caso tenha antigas mágoas provocadas por algum deles, já experimentou perdoá-los num ritual simbólico? Pois todas essas práticas de reverência e perdão aos antepassados fazem parte de muitas culturas tradicionais, como a chinesa ou japonesa, ou dos costumes dos povos indígenas de muitos países. Se honrar e prestar homenagem aos seus ancestrais nunca passou pela sua cabeça, já é hora de se perguntar se a força deles influi em sua vida.


Hoje em dia, a reverência à ancestralidade não acontece mais apenas como herança de antigas tradições. A sua força também é reconhecida em terapias criadas recentemente, como a das Constelações Familiares, idealizada pelo ex-padre alemão Bert Hellinger, e baseada nas teorias do físico americano Rupert Sheldrake sobre física quântica. De acordo com Sheldrake, vivemos mergulhados num vibrante oceano de energia que se comunica entre si. Dessa maneira, podemos acessar diversos campos vibratórios (que ele chama de campos morfogenéticos ou campos de memória coletiva) que interagem conosco. Isso significa, segundo essa interpretação, que os campos de informação de energia dos antepassados continuam ainda presentes, vivos e atuantes em nossa vida. “O passado influencia nossos padrões de pensamento, decisões, emoções e atitudes”, diz Irene Cardotti Boccalandro, especialista na terapia de Constelações Familiares. Em outras palavras, recebemos a carga energética do jeito de pensar, sentir e agir dos nossos antepassados. E esse sistema de energia herdado pode estar em equilíbrio ou em desequilíbrio, em ordem ou desordem. Muitas das cerimônias espirituais dedicadas aos mortos nas mais variadas tradições são realizadas para devolver a harmonia a ele. Dentro da linha indígena brasileira, o índio Kaká Werá Jecupé, grande instrutor espiritual que trabalha com a tradição tupi, também realiza cerimônias para a purificação ancestral. Participei de um ritual com Kaká e um grupo de 30 pessoas no ano passado. Durante quatro dias, meditamos, passeamos pela natureza e fizemos cerimônias com grandes fogueiras, onde nossas mágoas e dores foram escritas em pequenos papéis posteriormente jogados ao fogo. O trabalho todo foi perceber conscientemente o tipo de influência energética que recebemos dos nossos antepassados. Os imigrantes europeus, por exemplo, que chegaram ao Brasil fugindo da fome e prontos a encarar um trabalho árduo podem ter transmitido a memória energética de penúria aos seus descendentes ou a noção de que o dinheiro só chega depois de muito sofrimento e esforço. Se for esse o caso, portanto, é preciso escrever para que esse padrão seja transformado em fluidez, alegria e abundância e queimar o papel no fogo. Mantras, danças e músicas podem ajudar a dissolver essas crenças.
Também já participei de trabalhos com a terapia de Constelações Familiares. Você escolhe algumas pessoas de um grupo para representá-lo, e outras para interpretar seus pais, avós ou ancestrais que podem estar influindo na sua questão pessoal de agora. Essas pessoas, sem saber de quase nada, passam a agir e a falar como se realmente fossem seus familiares, quase que por magia. A explicação, fundamentada na teoria do americano Rupert Sheldrake, é a de que qualquer um pode acessar a memória de alguém que viveu no passado (ou mesmo no presente) e passar a agir de acordo como se fosse essa pessoa. A intenção final da terapia é a de dissolver os nós de energia ancestrais. Dessa maneira, nosso próprio sistema energético atual passaria a funcionar melhor, de acordo com Bert Hellinger, o criador do método.
Mas mesmo se você não participar de uma cerimônia ou de um círculo terapêutico que envolva seus antepassados, já é uma boa ideia começar agora a considerar seus ancestrais nos seus altares e orações. Eles podem estar, assim como você, precisando muito disso.

fonte : casa.abril.com.br 

 

terça-feira, 22 de abril de 2014

COMO PROBLEMAS EMOCIONAIS SE TRANSFORMAM EM DOENÇAS?

A ideia de que fenômenos emocionais levam a alterações físicas é antiga. Em 1628, o anatomista inglês William Harvey (1578-1657) observou que todo mal-estar sentido na mente era direcionado para o coração. Hoje se sabe que o inconsciente interpreta e responde ao que chega ao cérebro por meio das terminações nervosas do corpo. É o que acontece quando levamos um susto, por exemplo.
Contra uma possível ameaça, o cérebro dispara reações para enfrentá-la ou fugir dela. “O coração acelera os batimentos para redistribuir o sangue para os músculos correrem ou lutarem e para o cérebro processar com rapidez toda essa situação.
É por isso também que, para oxigená-los, a respiração fica mais rápida. É o chamado estresse, que envolve o sistema nervoso, hormonal e imunológico”, explica Artur Zular, presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da Associação Paulista de Medicina. Sem a fonte estressora, o corpo volta ao normal. Mas em caso de estresse permanente as coisas se complicam: os órgãos podem se esgotar, adoecer e o sistema imunológico tem sua ação inibida, facilitando o aparecimento de asma, alergias, gastrite, infecções e problemas cardíacos.
Fontes: Artur Zular, Presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da Associação Paulista de Medicina; Ricardo Monezi, pesquisador do Instituto de Medicina Comportamental da Unifesp; e Sérgio Hércules, vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática.

COMO PROBLEMAS EMOCIONAIS SE TRANSFORMAM EM DOENÇAS?

A ideia de que fenômenos emocionais levam a alterações físicas é antiga. Em 1628, o anatomista inglês William Harvey (1578-1657) observou que todo mal-estar sentido na mente era direcionado para o coração. Hoje se sabe que o inconsciente interpreta e responde ao que chega ao cérebro por meio das terminações nervosas do corpo. É o que acontece quando levamos um susto, por exemplo.

Contra uma possível ameaça, o cérebro dispara reações para enfrentá-la ou fugir dela. “O coração acelera os batimentos para redistribuir o sangue para os músculos correrem ou lutarem e para o cérebro processar com rapidez toda essa situação. 

É por isso também que, para oxigená-los, a respiração fica mais rápida. É o chamado estresse, que envolve o sistema nervoso, hormonal e imunológico”, explica Artur Zular, presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da Associação Paulista de Medicina. Sem a fonte estressora, o corpo volta ao normal. Mas em caso de estresse permanente as coisas se complicam: os órgãos podem se esgotar, adoecer e o sistema imunológico tem sua ação inibida, facilitando o aparecimento de asma, alergias, gastrite, infecções e problemas cardíacos.

Fontes: Artur Zular, Presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da Associação Paulista de Medicina; Ricardo Monezi, pesquisador do Instituto de Medicina Comportamental da Unifesp; e Sérgio Hércules, vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática. 


fonte : Orgone Psicologia Clínica

segunda-feira, 21 de abril de 2014

O SILÊNCIO DOS LOBOS

Por Aldo Novak - Jornalista

Pense em alguém que seja poderoso…
Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo?
Lobos não gritam.
Eles têm a aura de força e poder.
Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.

Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.

Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.
Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
Olhe.
Sorria.
Silencie.
Vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.

Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.
Não é verdade!
Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.

Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.

Você pode escolher o silêncio.
Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:
“Me arrependo de coisas que disse, mas jamais do meu silêncio”.
Responda com o silêncio, quando for necessário.

Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais.
Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.
E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.

O SILÊNCIO DOS LOBOS

Por Aldo Novak - Jornalista

Pense em alguém que seja poderoso…
Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo?

Lobos não gritam.
Eles têm a aura de força e poder.
Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.

Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.
Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.

Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.

Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.

Olhe.
Sorria.
Silencie.
Vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.
Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.

Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) ideia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.

Não é verdade!
Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.

Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal.
Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.

Você pode escolher o silêncio.
Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenócrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar:
“Me arrependo de coisas que disse, mas jamais do meu silêncio”.
Responda com o silêncio, quando for necessário.

Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais.
Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos.
Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.
E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.
O homem que vive neste momento, aqui e agora, não está sobrecarregado de passado nem de futuro; ele permanece sem um fardo. Não tem nenhum fardo para carregar; ele se movimenta sem peso. A gravidade não o afeta. Na realidade, ele não anda, ele voa. Ele tem asas.


Osho

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domingo, 20 de abril de 2014

MULHER !!!

Foto: As minhas Ancestrais eu saúdo
As minhas Ancestrais eu honro
As nossas ancestrais eu chamo
As Curandeiras, Parteiras, Rezadeiras, Benzedeiras
Mulheres de força, fibra, garra e determinação.
Fazem da erva, o remédio
do Chá, o calmante
do Banho, a Limpeza
Nos campos, nas cidades
nas casas, nas colinas
Sãos Elas as donas da Sabedoria
Rostos marcados pelas histórias da Vida, 
Em suas mãos um terço, no seu pescoço um patuá
No seu peito a FÉ
São elas as senhoras da fala mansa, do punho determinado e da força de vontade
Com humildade nos deixam os ensinamentos aprendidos na escola da Vida
A melhor professora: A Grande Mãe
Com seu novelo de lã, nos ensinam o tecer dos sonhos
Com seu compartilhar, nos ofertam a possibilidade de fazermos cada dia um Novo Amanhecer
São elas as senhoras que há tempos nos mostram...  o verdadeiro sentido contido na palavra MULHER !

Caroline Ienne
As minhas Ancestrais eu saúdo


As minhas Ancestrais eu honro


As nossas ancestrais eu chamo

As Curandeiras, Parteiras, Rezadeiras, Benzedeiras


Mulheres de força, fibra, garra e determinação.


Fazem da erva, o remédio


do Chá, o calmante


do Banho, a Limpeza


Nos campos, nas cidades


nas casas, nas colinas


Sãos Elas as donas da Sabedoria


Rostos marcados pelas histórias da Vida,


Em suas mãos um terço, no seu pescoço um patuá


No seu peito a FÉ


São elas as senhoras da fala mansa, do punho determinado e da força de vontade


Com humildade nos deixam os ensinamentos aprendidos na escola da Vida


A melhor professora: A Grande Mãe


Com seu novelo de lã, nos ensinam o tecer dos sonhos


Com seu compartilhar, nos ofertam a possibilidade de fazermos cada dia um Novo Amanhecer


São elas as senhoras que há tempos nos mostram... o verdadeiro sentido contido na palavra MULHER !




Caroline Ienne
                                                  integracaoholistica.blogspot.com
"Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto.
A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar e humilde o bastante para aprender."

Clarice Lispector
 
Foto: "Dizem que a vida é para quem sabe viver, mas ninguém nasce pronto. 
 A vida é para quem é corajoso o suficiente para se arriscar e humilde o bastante para aprender." 

Clarice Lispector  integracaoholistica.blogspot.com

sábado, 19 de abril de 2014

"EU ME AMO"

Letra da música de Ultraje a Rigor

Há quanto tempo eu vinha me procurando
Quanto tempo faz, já nem lembro mais
Sempre correndo atrás de mim feito um louco
Tentando sair desse meu sufoco
Eu era tudo que eu podia querer
Era tão simples e eu custei pra aprender
Daqui pra frente nova vida eu terei
Sempre a meu lado bem feliz eu serei


Eu me amo, eu me amo
Não posso mais viver sem mim


Como foi bom eu ter aparecido
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Pra eu gostar de mim, me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Pra toda vida eu quero estar comigo


Eu me amo, eu me amo
Não posso mais viver sem mim


Foi tão difícil pra eu me encontrar
É muito fácil um grande amor acabar, mas
Eu vou lutar por esse amor até o fim
Não vou mais deixar eu fugir de mim
Agora eu tenho uma razão pra viver
Agora eu posso até gostar de você
Completamente eu vou poder me entregar
É bem melhor você sabendo se amar


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POR QUE ENGOLIR UM SAPO ??


Há pessoas que engolem sapos por medo. Bem que seria possível evitar a repulsiva refeição : o sapo é um sapinho. Mas elas preferem engolir o sapo a enfrentá-lo. Não têm coragem de pegá-lo e jogá-lo contra a parede. Pessoas que fizeram do ato de engolir sapos um hábito, acabam por ficar parecidas com eles : andam aos pulos, sempre rente ao chão e coaxam monotonamente.

Mas há situações em que é inevitável engolir o sapo. Eu mesmo já engoli muitos sapos e disto não me envergonho. O meu desejo, com esta crônica, é dar uma contribuição ao saber psicanalítico, que até agora fez silêncio sobre o assunto. Muitos dos sintomas neuróticos que afligem as pessoas, resultam de sapos engolidos e não digeridos.

Tudo começa com um encontro : à minha frente um sapo enorme, ameaçador, com boca grande. A prudência me diz que é melhor engolir o sapo a ser engolido por ele. É melhor ter um sapo dentro do estômago (sapos engolidos nunca vão além do estômago) do que estar no estômago do sapo.

Aí, impotente e sem opções, deixo que ele entre na minha boca, aquela massa mole o nojenta. É muito ruim. O estômago protesta, ameaça vomitar. Explico-lhe as razões. Ele cessa os seus protestos, resignado ao inevitável. Não consigo mastigar o sapo. Seria muito pior. Engulo. Ele escorrega e cai no estômago.

Alimentos não digeríveis são eliminados pelo aparelho digestivo de duas formas : ou são expelidos pelo vômito ou são expelidos pela diarreia. Os sapos são uma exceção. Não são digeridos, mão não são expelidos nem pelas vias aéreas superiores nem pelas vias inferiores. Os sapos se alojam no estômago. Transformam-no em morada. Ficam lá dentro. Por vezes hibernam. Mas logo acordam e começam a mexer.

Ninguém engole sapo de livre vontade. Engole porque não tem outro jeito. Tem sempre alguém que nos obriga a engolir o sapo, à força. A pessoa que nos obriga a engolir o sapo, a gente nunca mais esquece. Diz a Adélia Prado que "aquilo que a memória amou fica eterno".
Aí eu acrescento algo que aprendi no Grande sertão. Conversa de jagunços matadores. Diz um : "Mato, mas nunca fico com raiva". Retruca o outro, espantado: "Mas como?. Explica o primeiro : "Quem fica com raiva, leva o outro para a cama". É isso. A gente leva para a cama pessoa que nos obrigou a engolir o sapo.

LIVRO : PALAVRAS PARA DESATAR NÓS 
RUBEM ALVES...MEU POETA PREFERIDO
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Viva com alegria, sem culpa, viva totalmente, viva intensamente...


 "Não há céu e não existe inferno. Eles não são geográficos, eles são parte de sua psicologia. Eles são psicológicos. Viver uma vida de espontaneidade, verdade, amor e beleza é viver no céu. Viver uma vida de hipocrisia, mentiras e compromissos, para viver de acordo com os outros, é viver no inferno. Viver em liberdade é o céu, e viver na escravidão é o inferno.

...A minha ideia de céu não é sobrenatural. O céu é aqui - você apenas tem que saber como vivê-lo. E o inferno também está aqui, e você sabe muito bem como vivê-lo. É apenas uma questão de mudar sua perspectiva, a sua abordagem em relação à vida.

A Terra é linda. Se você começar a viver a sua beleza, apreciando suas alegrias sem culpa em seu coração, você está no paraíso. Se você condena tudo, cada pequena alegria, se você se tornar um condenador, um envenenador, então a Terra mesmo se transforma em um inferno - mas só para você. Depende de onde você mora, é uma questão de sua própria transformação interior. Não é uma mudança de lugar, é uma mudança de espaço interior.

Viva com alegria, sem culpa, viva totalmente, viva intensamente. E então o céu não é mais um conceito metafísico, é sua própria experiência.

Osho - O Livro da Sabedoria

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

"O homem só envelhece quando os lamentos substituem seus sonhos." 

(Provérbio Chinês)


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sábado, 12 de abril de 2014

Para poder ser natural ....



Mas eu fico triste como um pôr do sol
Para a nossa imaginação,
quando esfria no fundo da planície
e se sente a noite entrada
como uma borboleta pela janela.
Mas a minha tristeza é sossego
porque é natural e justa
e é o que deve estar na alma

É preciso ser de vez em quando infeliz
para se poder ser natural ....

Alberto Caeiro

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O MISTÉRIO DOS RELACIONAMENTOS



O mistério dos relacionamentos....(Osho)

O relacionamento é um mistério. E, por existir entre duas pessoas, depende de ambas. Sempre que duas pessoas se encontram, um novo mundo é criado. Justamente pelo encontro, um novo fenômeno vem à existência – o qual não existia antes, o qual nunca existiu. E através desse novo fenômeno, duas pessoas são mudadas e transformadas. Não-relacionado, você é de um jeito; ao se relacionar, imediatamente fica diferente. Uma coisa nova aconteceu.

O relacionamento é criado por você, mas, por sua vez, ele também o cria. Duas pessoas encontram-se, isto significa que dois mundos se encontraram. Não é algo simples – é muito complexo, é o que há de mais complexo.

Cada pessoa é um mundo em si mesma – um complexo mistério com um longo passado e um futuro eterno. No começo, apenas as periferias se encontram. Mas, se o relacionamento cresce intimamente, se fica mais próximo, mais profundo, então, pouco a pouco, os centros se encontram. Quando os centros se encontram, isto é chamado de amor. Quando apenas as periferias se encontram, há uma familiaridade. Você toca a pessoa pelo lado de fora, só o contorno, então, fica familiarizado. Muitas vezes, você começa a chamar essa familiaridade de amor. Então, entra numa ilusão. Familiaridade não é amor.

O amor é muito raro. Encontrar uma pessoa em seu centro é passar por uma revolução em si mesmo, porque se você quiser encontrar o centro do outro, terá de permitir que o outro também chegue ao seu centro. Terá de tornar-se vulnerável, absolutamente vulnerável, aberto. É arriscado. Permitir que alguém chegue ao seu centro é arriscado, perigoso, porque nunca se sabe o que essa pessoa fará. E quando todos os seus segredos forem conhecidos, quando o que está oculto tornar-se visível, quando você tiver se exposto completamente, o que essa outra pessoa fará, nunca se sabe. O medo surge. Eis porque nunca nos abrimos. Basta uma familiaridade, e pensamos que o amor aconteceu. As periferias encontram-se, e pensamos que nós é que nos encontramos. Você não é a sua periferia. Na verdade, a periferia é o limite onde você termina, apenas a cerca ao seu redor. Não é você! Até mesmo os maridos e esposas que viveram juntos por muitos anos, podem ser apenas familiares. É possível que não tenham conhecido um ao outro. E quanto mais você vive com alguém mais se esquece de que os centros continuam desconhecidos.

Portanto, a primeira coisa a ser compreendida é:

Não tome a familiaridade por amor. Você pode fazer amor, pode estar sexualmente relacionado, mas o sexo também é periférico. A menos que os centros se encontrem, o sexo é apenas um encontro entre dois corpos. E um encontro entre dois corpos não é um encontro. O sexo também permanece na familiaridade – física, corporal, mas ainda familiar. Você só permite que alguém entre em você, em seu centro, quando não está com medo, quando não está temeroso. Portanto, eu lhe digo que existem dois tipos de vida. Uma orientada pelo medo; a outra, orientada pelo amor. A vida orientada pelo medo não pode nunca levá-lo a um relacionamento mais profundo. Você permanece no medo e não aceita o outro – não pode aceitar que penetrem em seu âmago mais profundo. Até um determinado ponto, você aceita o outro; além desse ponto, o muro vem e tudo estaciona.

A pessoa orientada pelo amor é uma pessoa religiosa. A pessoa orientada pelo amor é aquela que não tem medo do futuro, aquela que não tem medo dos resultados e consequências, não fica calculando ou manipulando – é aquela que simplesmente vive aqui e agora.

Airton Tadeu Avinash.......


O relacionamento é um mistério. E, por existir entre duas pessoas, depende de ambas. Sempre que duas pessoas se encontram, um novo mundo é criado. Justamente pelo encontro, um novo fenômeno vem à existência – o qual não existia antes, o qual nunca existiu. E através desse novo fenômeno, duas pessoas são mudadas e transformadas. Não-relacionado, você é de um jeito; ao se relacionar, imediatamente fica diferente. Uma coisa nova aconteceu.
O relacionamento é criado por você, mas, por sua vez, ele também o cria. Duas pessoas encontram-se, isto significa que dois mundos se encontraram. Não é algo simples – é muito complexo, é o que há de mais complexo.
Cada pessoa é um mundo em si mesma – um complexo mistério com um longo passado e um futuro eterno. No começo, apenas as periferias se encontram. Mas, se o relacionamento cresce intimamente, se fica mais próximo, mais profundo, então, pouco a pouco, os centros se encontram. Quando os centros se encontram, isto é chamado de amor. Quando apenas as periferias se encontram, há uma familiaridade. Você toca a pessoa pelo lado de fora, só o contorno, então, fica familiarizado. Muitas vezes, você começa a chamar essa familiaridade de amor. Então, entra numa ilusão. Familiaridade não é amor.
O amor é muito raro. Encontrar uma pessoa em seu centro é passar por uma revolução em si mesmo, porque se você quiser encontrar o centro do outro, terá de permitir que o outro também chegue ao seu centro. Terá de tornar-se vulnerável, absolutamente vulnerável, aberto. É arriscado. Permitir que alguém chegue ao seu centro é arriscado, perigoso, porque nunca se sabe o que essa pessoa fará. E quando todos os seus segredos forem conhecidos, quando o que está oculto tornar-se visível, quando você tiver se exposto completamente, o que essa outra pessoa fará, nunca se sabe. O medo surge. Eis porque nunca nos abrimos. Basta uma familiaridade, e pensamos que o amor aconteceu. As periferias encontram-se, e pensamos que nós é que nos encontramos. Você não é a sua periferia. Na verdade, a periferia é o limite onde você termina, apenas a cerca ao seu redor. Não é você! Até mesmo os maridos e esposas que viveram juntos por muitos anos, podem ser apenas familiares. É possível que não tenham conhecido um ao outro. E quanto mais você vive com alguém mais se esquece de que os centros continuam desconhecidos.
Portanto, a primeira coisa a ser compreendida é:
Não tome a familiaridade por amor. Você pode fazer amor, pode estar sexualmente relacionado, mas o sexo também é periférico. A menos que os centros se encontrem, o sexo é apenas um encontro entre dois corpos. E um encontro entre dois corpos não é um encontro. O sexo também permanece na familiaridade – física, corporal, mas ainda familiar. Você só permite que alguém entre em você, em seu centro, quando não está com medo, quando não está temeroso. Portanto, eu lhe digo que existem dois tipos de vida. Uma orientada pelo medo; a outra, orientada pelo amor. A vida orientada pelo medo não pode nunca levá-lo a um relacionamento mais profundo. Você permanece no medo e não aceita o outro – não pode aceitar que penetrem em seu âmago mais profundo. Até um determinado ponto, você aceita o outro; além desse ponto, o muro vem e tudo estaciona.
A pessoa orientada pelo amor é uma pessoa religiosa. A pessoa orientada pelo amor é aquela que não tem medo do futuro, aquela que não tem medo dos resultados e consequências, não fica calculando ou manipulando – é aquela que simplesmente vive aqui e agora.

OSHO 
 
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sexta-feira, 11 de abril de 2014

" STING - FIELDS OF GOLD "



"Eu acho que há muitos céus, um céu para cada um. O meu céu não é igual ao seu. Porque céu é o lugar de reencontro com as coisas que a gente ama e o tempo nos roubou. No céu está guardado tudo aquilo que a memória amou..."

Rubem Alves

Foto: "Eu acho que há muitos céus, um céu para cada um. O meu céu não é igual ao seu. Porque céu é o lugar de reencontro com as coisas que a gente ama e o tempo nos roubou. No céu está guardado tudo aquilo que a memória amou..."

Rubem Alves in Na companhia de Rubem Alves
www.lojarubemalves.com.br
www.institutorubemalves.org.br 


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Afirmações Positivas - Louise Hay


Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo.
Acredito num poder muito maior do que eu que flui através de mim cada momento de cada dia.
Abro-me à sabedoria interior, sabendo que existe apenas Uma Inteligência neste Universo.
Desta Inteligência vêm todas as respostas, todas as soluções, todas as curas, todas as novas criações.
Confio nesse Poder e Inteligência, sabendo que seja o que for que eu precise saber é revelado a mim e que seja o que for que eu precise vem a mim na hora, no espaço e na sequência certos.
E tudo está bem no meu mundo....

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