domingo, 7 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Workaholismo: saiba quando o vício em trabalho pode virar doença
O vício em trabalho ou workaholismo não consta na CID (Classificação
Internacional de Doenças), mas pode fazer com que a pessoa adoeça e, em
casos mais extremos, levar à morte como no caso do estagiário que faleceu após uma jornada exaustiva de 72 horas.
Segundo pesquisa realizada em 2011 pela Isma (International Stress
Management Association), o workaholic (profissional viciado em trabalho)
tem 65% mais chances de desenvolver doenças cardíacas do que as outras
pessoas.
Ana Maria Rossi, doutora em psicologia e presidente da Isma-BR, explica
que por negligência com a saúde em função do vício em trabalho, muitos
de seus pacientes apresentam taxas altíssimas de glicose no sangue e
registros de pressão alta.
"O estilo de vida do workaholic fica
muito comprometido. Ele se torna sedentário. Come no próprio trabalho
comida altamente gordurosa e pouco nutritiva. E isso leva a doenças",
afirma.
No lado psíquico, um comportamento doentio observado pela especialista é o da urgência crônica totalmente injustificada.
"Se uma pessoa está caminhando devagar na frente do workaholic, ele
fica impaciente e dá até cutucão para mostrar que ali não é lugar para
andar devagar. Diante da porta automática, ele empurra. Na escada
rolante, ele quase 'galopa' para ir mais rápido".
Falar sobre o problema é importante
De acordo com a psicóloga, o workaholic não procura ajuda a menos que
manifeste um problema muito sério de saúde, uma represália por parte da
família ou haja o risco de separação matrimonial.
Para Roberto
Shinyashiki, médico psiquiatra e especialista em administração de
empresas, conversar com alguém e "se abrir" é algo positivo.
"É
bom procurar ajuda profissional, um psicólogo ou um grupo como o
Workaholics Anonymous (grupo americano que atua de forma semelhante aos
Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos) se você percebe que está com
excesso de preocupação com o trabalho, que não consegue desvincular",
diz.
Workaholic não consegue se desligar do trabalho
Apesar do workaholismo ser prejudicial, os especialistas alertam que nem
todo adepto do trabalho excessivo pode ser considerado um workaholic.
"Hoje em dia, dificilmente alguém trabalha só 40 horas por semana.
Profissionais liberais, principalmente os da área médica, professores,
policiais que acabam fazendo 'bico' depois do expediente, todas essas
pessoas trabalham mais horas", afirma a presidente da Isma-BR.
"Temos o viciado e o apaixonado. Os dois trabalham muito. A diferença é
que o workaholic, além de ter o vício pelo trabalho, não consegue
descansar e se divertir, não cria vínculos afetivos. Já o workalover
consegue desligar, dormir, se distrair", diz Shinyashiki.
Para o
psiquiatra , há fases na vida em que é preciso deixar a vida social de
lado para se concentrar em um trabalho, um projeto. "E isso é normal",
afirma.
fonte : economia.uol.com.br
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Mantra : "Shiva Shambo"
Jaya jaya shiva shambo
Máha Déva Shambo
Shiva Shiva Shambo
Máha Déva Shambo
Máha Déva Shambo
Shiva Shiva Shambo
Máha Déva Shambo
As palavras Jaya Jaya Shiva Shambo, Mahadeva Shambo, significa:
"Viva o Senhor Supremo, a um auspicioso que traz felicidade e alegria, que habita nos corações de todos!"
"Viva o Senhor Supremo, a um auspicioso que traz felicidade e alegria, que habita nos corações de todos!"
domingo, 31 de maio de 2015
O ALZHEIMER, DESCRITO PELO PACIENTE
Sou médico aposentado e professor de medicina. E tenho Alzheimer.
Antes do meu diagnóstico, estava familiarizado com a doença, tratando pacientes com Alzheimer durante anos. Mas demorei para suspeitar da minha própria aflição.
Antes do meu diagnóstico, estava familiarizado com a doença, tratando pacientes com Alzheimer durante anos. Mas demorei para suspeitar da minha própria aflição.
Hoje, sabendo
que tenho a doença, consegui determinar quando ela começou, há 10 anos,
quando estava com 76. Eu presidia um programa mensal de palestras sobre
ética médica e conhecia a maior parte dos oradores. Mas, de repente,
precisei recorrer ao material que já estava preparado para fazer as
apresentações. Comecei então a esquecer nomes, mas nunca as fisionomias.
Esses lapsos são comuns em pessoas idosas, de modo que não me
preocupei.
Nos anos seguintes,
submeti-me a uma cirurgia das coronárias e mais tarde tive dois pequenos
derrames cerebrais. Meu neurologista atribuiu os meus problemas a esses
derrames, mas minha mente continuou a deteriorar. O golpe final foi há
um ano, quando estava recebendo uma menção honrosa no hospital onde
trabalhava. Levantei-me para agradecer e não consegui dizer uma palavra
sequer.
Minha mulher insistiu para eu
consultar um médico.
Meu clínico-geral realizou uma série de testes de memória em seu consultório e pediu depois uma tomografia PET, que diagnostica a doença com 95% de precisão. Comecei a ser medicado com Aricept, que tem muitos efeitos colaterais. Eu me ressenti de dois deles: diarreia e perda de apetite.
Meu médico insistiu para eu continuar. Os efeitos colaterais desapareceram e comecei a tomar mais um medicamento, Namenda. Esses remédios, em muitos pacientes, não surtem nenhum efeito. Fui um dos raros felizardos.
Meu clínico-geral realizou uma série de testes de memória em seu consultório e pediu depois uma tomografia PET, que diagnostica a doença com 95% de precisão. Comecei a ser medicado com Aricept, que tem muitos efeitos colaterais. Eu me ressenti de dois deles: diarreia e perda de apetite.
Meu médico insistiu para eu continuar. Os efeitos colaterais desapareceram e comecei a tomar mais um medicamento, Namenda. Esses remédios, em muitos pacientes, não surtem nenhum efeito. Fui um dos raros felizardos.
Em dois meses, senti-me muito melhor e hoje quase voltei ao normal.
Demoramos muito tempo para compreender essa doença desde que Alois Alzheimer, médico alemão, estabeleceu os primeiros elos, no início do século 20, entre a demência e a presença de placas e emaranhados de material desconhecido.
Demoramos muito tempo para compreender essa doença desde que Alois Alzheimer, médico alemão, estabeleceu os primeiros elos, no início do século 20, entre a demência e a presença de placas e emaranhados de material desconhecido.
Hoje sabemos
que esse material é o acumulo de uma proteína chamada beta-amiloide. A
hipótese principal para o mecanismo da doença de Alzheimer é que essa
proteína se acumula nas células do cérebro, provocando uma degeneração
dos neurônios. Hoje, há alguns produtos farmacêuticos para limpar essa
proteína das células.
No entanto, as
placas de amiloide podem ser detectadas apenas numa autópsia, de modo
que são associadas apenas com pessoas que desenvolveram plenamente a
doença. Não sabemos se esses são os primeiros indicadores biológicos da
doença.
Mas há muitas coisas que
aprendemos. A partir da minha melhora, passei a fazer uma lista de
insights que gostaria de compartilhar com outras pessoas que enfrentam
problemas de memória: tenha sempre consigo um caderninho de notas e
escreva o que deseja lembrar mais tarde.
Quando
não conseguir lembrar de um nome, peça para que a pessoa o repita e
então escreva. Leia livros. Faça caminhadas. Dedique-se ao desenho e à
pintura.
Veja também: Alzheimer: vídeo de 1 minuto mostra como são os sintomas Alzheimer: a mais didática explicação que você verá
Pratique
jardinagem. Faça quebra-cabeças e jogos. Experimente coisas novas.
Organize o seu dia. Adote uma dieta saudável, que inclua peixe duas
vezes por semana, frutas e legumes e vegetais, ácidos graxos ômega 3.
Não
se afaste dos amigos e da sua família. É um conselho que aprendi a
duras penas. Temendo que as pessoas se apiedassem de mim, procurei
manter a minha doença em segredo e isso significou me afastar das
pessoas que eu amava. Mas agora me sinto gratificado ao ver como as
pessoas são tolerantes e como desejam ajudar.
A
doença afeta 1 a cada 8 pessoas com mais de 65 anos e quase a metade
dos que têm mais de 85. A previsão é de que o número de pessoas com
Alzheimer nos EUA dobre até 2030.
Sei
que, como qualquer outro ser humano, um dia vou morrer. Assim,
certifiquei-me dos documentos que necessitava examinar e assinar
enquanto ainda estou capaz e desperto, coisas como deixar recomendações
por escrito ou uma ordem para desligar os aparelhos quando não houver
chance de recuperação. Procurei assegurar que aqueles que amo saibam dos
meus desejos. Quando não souber mais quem sou, não reconhecer mais as
pessoas ou estiver incapacitado, sem nenhuma chance de melhora, quero
apenas consolo e cuidados paliativos.
Arthur Rivin
(Foi Clínico-Geral e é Professor Emérito da Universidade da Califórnia)
(Foi Clínico-Geral e é Professor Emérito da Universidade da Califórnia)
sexta-feira, 29 de maio de 2015
SEPARAÇÃO AFETIVA
Uma abordagem budista de como encarar a separação afetiva no casamento e na vida cotidiana, por Monja Coen. Publicado no blog da Folha de São Paulo, “Casar, Descasar, Recasar”, de Bell Kranz, no dia 8 de janeiro de 2015. Veja um vídeo sobre o mesmo tema por Dzongsar Rinpoche.
Separar-se dói, mas também pode ser uma benção
É possível separar-se de alguém com respeito e com ternura.
É possível um divórcio verdadeiramente amigável.
Mas para isso é preciso que as duas pessoas envolvidas no processo de
desfazer um laço de intimidade tenham amadurecido o suficiente para
conhecer a si mesmas.
Caminhamos lado a lado com algumas pessoas em alguns momentos da vida.
Minha professora de hatha ioga, Walkiria Leitão, comentou em uma de nossas aulas:
“A vida é como atravessar uma ponte. Nem sempre as pessoas com quem
iniciamos a travessia são as mesmas que nos cercam agora ou com quem
chegaremos do outro lado. Mas sempre há alguém por perto. Nunca estamos
sós.”
O medo da solidão, muitas vezes, faz com que as pessoas suportem o
insuportável. Ou se lamentem após uma separação, apegadas até mesmo ao
conflito conhecido.
Ainda há mulheres que sofrem violências morais e até mesmo físicas de seus companheiros ou companheiras.
Ainda há homens que sofrem violências morais e até mesmo físicas de suas companheiras ou companheiros.
Como dar limites? Como conhecer esses limites?
Quando os limites são desrespeitados, as dificuldades começam.
Dificuldades que podem levar à separação e ao divórcio. Dificuldades que
podem levar ao sofrimento filhos e filhas, animais de estimação,
amigos, familiares.
Caminhamos lado a lado.
Ou não.
Quando nos afastamos e nos distanciamos, nunca é repentino.
Um processo que, se desenvolvermos a clara percepção da realidade do
assim como é, poderemos prever, antecipar e até mesmo alterar o
desenvolvimento do processo.
Entretanto, se não conseguirmos antever o que já acontece, se
colocarmos lentes fantasiosas sobre a realidade, poderemos nos desiludir
e nos sentirmos traídos na confiança mais íntima do ser.
Professor Hermógenes, um dos pioneiros do yoga no Brasil, fala sobre a criação de uma nova religião chamada “desilusionismo”:
“Cada vez que temos uma desilusão estamos mais perto da verdade, por isso agradecemos.”
Se você teve uma desilusão é porque não estava em plena atenção. Mas não fique com raiva nem de você nem da outra pessoa.
Nada é fixo. Nada é permanente.
Saber abrir mão, desapegar-se – até da maneira como tem vivido – é abrir novas possibilidades para todos.
Por que sofrer? Por que manter relações estagnadas ou de conflito
permanente? Ou como transformar essas relações e dar vida nova ao
relacionamento?
Apreciar e compreender a vida em cada instante é uma arte a ser praticada.
Separar-se dói, confunde, mexe com sonhos e estruturas básicas de relacionamentos.
Separação pode ser também uma bênção, uma libertação de uma fantasia, de uma ilusão.
Observe em profundidade.
Será que ainda é possível restaurar o vaso antigo?
No Japão, as peças restauradas são mais valiosas do que as novas. Tem história, emoção, sentimento.
Cuidado com o eu menor.
Cuidado com sentimentos de rancor, raiva, vingança.
Esse sentimentos destroem você, mais do que as outras pessoas.
Desenvolva a mente de sabedoria e de compaixão.
Queira o bem de todos os seres. Isso inclui você.
Cuide-se bem e aprecie a sua vida – assim como é –, renovando-se a
cada instante e abrindo portais para o desconhecido, o novo – que pode
ser antigo, mas novo a cada instante.
Mantenha viva a chama do amor incondicional e saiba se separar (se assim for) com a mesma ternura e respeito com que se uniu.
Esse o princípio de uma cultura de paz e de não violência ativa.
Que assim seja, para o bem de todos os seres.
Mãos em prece
Monja Coen é a Primaz Fundadora da Comunidade
Zen-Budista, com sede em São Paulo, onde promove diferentes atividades,
como práticas de meditação, cursos e palestras, além de casamentos e
outras cerimonias religiosas; http://www.monjacoen.com.br. É autora, entre outros, de “Sabedoria da Transformação” (editora Planeta).
sexta-feira, 22 de maio de 2015
22/05 - O DIA DO ABRAÇO!
ABRAÇAR, É DIZER COM AS MÃOS, O QUE A BOCA NÃO CONSEGUE, PORQUE NEM SEMPRE EXISTE PALAVRA PARA DIZER TUDO.
MÁRIO QUINTANA.
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TODA VEZ QUE NÃO RESISTIMOS "AO MOVIMENTO DA VIDA", A SABEDORIA VEM SE ALOJAR EM NÓS.
Sigamos assim, Movimentados e movimentadores. Neste ciclo tão precioso,
vamos tocando a morte e a ressurreição. Não há como parar. Sigamos
sempre.
Creio que muito em breve, um raio de luz iluminará ainda mais o seu jardim. Prepare o seu coração. Raios de luz merecem ser bem recebidos.
Creio que muito em breve, um raio de luz iluminará ainda mais o seu jardim. Prepare o seu coração. Raios de luz merecem ser bem recebidos.
Padre Fábio de Melo, no livro "Tempo de Esperas".
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terça-feira, 19 de maio de 2015
domingo, 17 de maio de 2015
Filme : "O curioso caso de Benjamin Button" - ano de 2008
Nova Orleans, 1918. Benjamin Button (Brad Pitt) nasceu de forma
incomum, com a aparência e doenças de uma pessoa em torno dos oitenta
anos mesmo sendo um bebê. Ao invés de envelhecer com o passar do tempo,
Button rejuvenesce. Quando ainda criança ele conhece Daisy (Cate
Blanchett), da mesma idade que ele, por quem se apaixona. É preciso
esperar que Daisy cresça, tornando-se uma mulher, e que Benjamin
rejuvenesça para que, quando tiverem idades parecidas, possam enfim se
envolver.
Filme : "O tigre e o Dragão" - ano de 2000
A história de duas mulheres, ambas exímias lutadoras, cujos destinos se
tocam em meio Dinastia Ching. Uma tenta se ver livre do constrangimento
imposto pela sociedade local, mesmo que isso a obrigue a deixar uma vida
aristocrática por outra de crimes e paixão. A outra, em sua cruzada de
honra e justiça, apenas descobre as consequências do amor tarde demais.
Os destinos de ambas as conduzirão uma violenta e surpreendente jornada,
que irá forçá-las a fazer uma escolha que poderá mudar suas vidas.
“Se eu soubesse que era a última vez que eu iria falar com o Bubba, eu teria pensando em algo melhor para dizer.”
"POR MUITOS MOMENTOS DA VIDA, NÓS DEIXAMOS DE DIZER O QUE SENTIMOS PARA
PESSOAS IMPORTANTES PRA GENTE.
NÃO DEIXE O MOMENTO PASSAR".
Frases do filme Forrest Gump
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sábado, 16 de maio de 2015
" TE AMO "
Te amo de uma maneira inexplicável.
De uma forma inconfessável.
De um modo contraditório.
Te amo
Com os meus estados de ânimo que são muitos,
E mudam de humor continuamente.
Pelo que já sabe... O Tempo... A Vida... A Morte.
Te amo
Com o mundo que não entendo.
Com as pessoas que não compreendo.
Com a ambivalência de minha alma.
Com a incoerência dos meus atos,
Com a fatalidade do destino.
Com a conspiração do desejo.
Com a ambiguidade dos fatos.
Ainda quando te diga que não te amo, te amo.
Até quando te engano, não te engano.
No fundo, levo a cabo um plano,
Para amar-te... melhor
Para todos que amam e não assumem seu amor.......
A alguém este " TE AMO"
Pablo Neruda.
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
ACEITE A VERDADE: VOCÊ TEM MEDO
Eu lhe digo “se há medo, o
amor não pode existir”, então, você fica com medo do medo. Você
pergunta: “Como a pessoa pode sair do medo?”. Isto é novamente um medo, e
mais perigoso do que o primeiro medo, porque o primeiro era natural; o
segundo é antinatural. E é tao sutil, que você não percebe o que está
perguntando – como sair do medo?
A questão não é sair de nada: a questão é somente de compreensão. Compreenda o medo, o que ele é, e não
tente sair dele, porque, no momento em que você começa a tentar sair de
qualquer coisa, você não está pronto para compreender aquilo – porque a
mente que pensa sair, já está fechada. Ela não está aberta para
compreender, ela não é solidária. Ela não pode contemplar quietamente;
ela já decidiu.
Agora o medo se tornou o mal, o pecado, então saia dele.
Não tente sair de nada.
Tente compreender o que o medo é. E, se você tem medo, então, aceite-o. Ele existe. Não tente escondê-lo. Não tente criar o oposto. Se você tem medo, então você tem medo. Aceito isso como parte do seu ser. Se você puder aceitá-lo, ele já desapareceu. Através da aceitação, o medo desaparece: através da negação, ele aumenta.
Você chega a um ponto onde você sabe que tem medo, e você compreende o seguinte: “Por causa deste medo, o amor não pode acontecer a mim. Então, tudo bem, o que eu posso fazer? O medo existe, então, somente uma coisa acontecerá – eu não fingirei amor. Ou, eu direi à minha amada ou ao meu amado, que “é por causa do medo que eu me estou me agarrando a você”. Lá no fundo estou com medo. Serei franco quanto a isso; não mais enganarei ninguém, nem a mim mesmo. Eu não fingirei que isto é amor. Eu direi que é simplesmente medo. Por causa do medo, eu me agarro a você. Por causa do medo, eu vou ao templo, ou à igreja, e oro. Por causa do medo, eu me lembro de Deus. Mas, então, eu sei que aquilo não é oração, aquilo não é amor, aquilo é somente medo. Eu tenho medo, então, seja o que for que eu faça, ele está presente. Aceitarei esta verdade.”
Um milagre acontece quando você aceita a verdade. A própria aceitação o transforma. Quando você sabe que há medo em seu ser e você não pode fazer nada sobre isso, o que você pode fazer? Tudo que você pode fazer é fingir, e os fingimentos podem ir ao extremo, ao outro extremo.
OSHO
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Tente compreender o que o medo é. E, se você tem medo, então, aceite-o. Ele existe. Não tente escondê-lo. Não tente criar o oposto. Se você tem medo, então você tem medo. Aceito isso como parte do seu ser. Se você puder aceitá-lo, ele já desapareceu. Através da aceitação, o medo desaparece: através da negação, ele aumenta.
Você chega a um ponto onde você sabe que tem medo, e você compreende o seguinte: “Por causa deste medo, o amor não pode acontecer a mim. Então, tudo bem, o que eu posso fazer? O medo existe, então, somente uma coisa acontecerá – eu não fingirei amor. Ou, eu direi à minha amada ou ao meu amado, que “é por causa do medo que eu me estou me agarrando a você”. Lá no fundo estou com medo. Serei franco quanto a isso; não mais enganarei ninguém, nem a mim mesmo. Eu não fingirei que isto é amor. Eu direi que é simplesmente medo. Por causa do medo, eu me agarro a você. Por causa do medo, eu vou ao templo, ou à igreja, e oro. Por causa do medo, eu me lembro de Deus. Mas, então, eu sei que aquilo não é oração, aquilo não é amor, aquilo é somente medo. Eu tenho medo, então, seja o que for que eu faça, ele está presente. Aceitarei esta verdade.”
Um milagre acontece quando você aceita a verdade. A própria aceitação o transforma. Quando você sabe que há medo em seu ser e você não pode fazer nada sobre isso, o que você pode fazer? Tudo que você pode fazer é fingir, e os fingimentos podem ir ao extremo, ao outro extremo.
OSHO
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segunda-feira, 11 de maio de 2015
"Ser desnecessária"
A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e ela sempre me soou estranha. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos.
Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que significa isso.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também.
A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida. Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão.
Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.
Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.
"Dê a quem você Ama :
- Asas para voar...
- Raízes para voltar...
- Motivos para ficar... " (Dalai Lama)
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sexta-feira, 8 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
RUBEM ALVES EM : CHEGADA E DESPEDIDA ..
A vida começa com uma chegada. Termina com uma despedida. A chegada faz parte da vida. A despedida faz parte da vida. Como o dia, que começa com a madrugada e termina com o sol que se põe. A madrugada é alegre, luzes e cores que chegam. O sol que se põe é triste, orgasmo final de luzes e cores que se vão. Madrugada e crepúsculo, alegria e tristeza, chega e despedida : tudo é parte da vida, tudo precisa ser cuidado.
A gente prepara, com carinho e alegria, a chegada de quem a gente ama. É preciso preparar também, com carinho e tristeza, a despedida de quem a gente ama.
Os orientais sabem mais sobre isso do que nós. Sabem que os opostos não são inimigos : são irmãos. Noite e dia, silêncio e música, repouso e movimento, riso e choro, calor e frio, sol e chuva, abraço e separação, chegada e partida : são os opostos pulsantes que dão vida à vida. Vida e morte não são inimigas. São irmãs.
Chegada e despedida ... Sem a frase que a encerra, a canção não existiria. Sem a morte , a vida também não existiria, pois a vida é, precisamente, uma permanente despedida...
Rubem Alves, (meu poeta preferido), em seu Livro : O Médico, Ed Papirus
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quarta-feira, 6 de maio de 2015
Olá, Eu Sou o seu sintoma!!
Olá, tenho muitos nomes: dor de joelho,
abscesso, dor de estômago, reumatismo, asma, mucosidade, gripe, dor nas
costas, ciática, câncer, depressão, enxaqueca, tosse, dor de garganta,
insuficiência renal, diabetes, hemorroidas e a lista continua.
Ofereci-me como voluntário para o pior trabalho: ser o portador de
notícias pouco agradáveis para você.
Você não entende, ninguém me compreende. Você acha que eu quero lhe
incomodar, estragar os seus planos de vida, todo mundo pensa que desejo
atrapalhar, fazer o mal, limitar vocês. E não é assim, isso seria um
absurdo. Eu o sintoma, simplesmente estou tentando lhe falar numa
linguagem que você entenda.
Vamos ver, me diga alguma coisa. Você negociaria com terroristas,
batendo na porta com uma flor na mão e vestindo uma camiseta com o
símbolo da “paz” impresso nas costas? Não, certo?
Então, por que você não entende que eu, o sintoma não posso ser
“sutil” e “levinho” quando preciso lhe passar uma mensagem. Me bate, me
odeia, reclama de mim para todas as pessoas, reclama de minha presença
no seu corpo mas, não para um minuto para pensar e raciocinar e tentar
compreender o motivo de minha presença no seu corpo.
Apenas escuto você dizer: “Cala-te”, “vá embora”, “te odeio”,
“maldita a hora que apareces-te”, e muitas frases que me tornam
impotente para lhe fazer entender mas, devo me manter firme e constante,
porque devo lhe fazer entender a mensagem.
O que você faz? Manda-me dormir com remédios. Manda-me calar com
sedativos, me suplica para desaparecer com anti-inflamatórios, quer me
apagar com quimioterapia. Tenta dia após dia, me calar. E me surpreendo
de ver que às vezes, até prefere consultar bruxas e adivinhos para de
forma “mágica” me fazer sumir do seu corpo.
A minha única intenção é lhe passar uma mensagem, mesmo assim, você me ignora totalmente.
Imagine que sou a sirene do Titanic, aquela que tenta de mil maneiras
avisar que tem um iceberg na frente e você vai bater com ele e afundar.
Toco e toco durante horas, semanas, meses, durante anos, tentando
salvar sua vida, e você reclama que não deixo você dormir, que não deixo
você caminhar, que não deixo você trabalhar, ainda assim continua sem
me ouvir…
Está compreendendo?
Para você, eu o sintoma, sou “A doença”.
Que absurdo! Não confunda as coisas.
Que absurdo! Não confunda as coisas.
Aí você vai ao médico e paga por tantas consultas.
Gasta um dinheiro que não tem em medicamentos e só para me calar.
Gasta um dinheiro que não tem em medicamentos e só para me calar.
Eu não sou a doença, sou o sintoma.
Por que me cala, quando sou o único alarme que está tentando lhe salvar?
A doença “é você”, é “o seu estilo de vida”, são “as suas emoções
contidas”, isso que é a doença e nenhum médico aqui no planeta terra
sabe como as combater, a única coisa que eles fazem é me atacar, ou
seja, combater o sintoma, me calar, me silenciar, me fazer desaparecer.
Tornar-me invisível para você não me enxergar.
É bom se você se sentir incomodado por estar lendo isso, deve ser
algo assim como um “golpe na sua inteligência”. Está certo se estiver se
sentindo frustrado, mas eu posso conduzir o teu processo muito bem e o
entendo. De fato, isso faz parte do meu trabalho, não precisa se
preocupar. A boa notícia é que depende de você não precisar mais de mim,
depende totalmente de você analisar o que tento lhe dizer, o que tento
prevenir.
Quando eu, “o sintoma” apareço na sua vida, não é para lhe
cumprimentar, é para lhe avisar que uma emoção contida no seu corpo,
deve ser analisada e resolvida para não ficar doente.
Deveria se
perguntar a si mesmo: “por que apareceu esse sintoma na minha vida”,
“que pretende me alertar”? Por que está aparecendo esse sintoma agora?
Que devo mudar em mim?
Que devo mudar em mim?
Se você deixar essas perguntas apenas para sua mente, as respostas
não vão levar você além do que já vem acontecendo há anos. Deve
perguntar também ao seu inconsciente, ao seu coração, às suas emoções.
Por favor, quando eu aparecer no seu corpo, antes de procurar um
médico para me adormecer, analise o que tento lhe dizer,
verdadeiramente, por uma vez na vida, gostaria que o meu excelente
trabalho fosse reconhecido e, quanto mais rápido tomar consciência do
porquê do aparecimento no seu corpo, mais rápido irei embora.
Aos poucos descobrirá que quanto melhor analisar, menos lhe
visitarei. Garanto a você que chegará o dia que não me verá nem me
sentirá mais. Conforme atingir esse equilíbrio e perfeição como
“analisador” de sua vida, de suas emoções, de suas reações, de sua
coerência, não precisará mais consultar um médico ou comprar remédios.
Por favor, me deixe sem trabalho.
Ou você acha que eu gosto do que eu faço?
Convido você para refletir sobre o motivo de minha visita, cada vez que eu apareça.
Deixe de me mostrar para os seus amigos e sua família como se eu fosse um troféu.
Deixe de me mostrar para os seus amigos e sua família como se eu fosse um troféu.
Estou farto que você diga:
“Então, continuo com diabetes, sou diabético”.
“Não suporto mais a dor no joelho, não consigo caminhar”.
“Aqui estou eu, sempre com enxaqueca”.
“Então, continuo com diabetes, sou diabético”.
“Não suporto mais a dor no joelho, não consigo caminhar”.
“Aqui estou eu, sempre com enxaqueca”.
Você acha que eu sou um tesouro do qual não pretende se desapegar jamais.
Meu trabalho é vergonhoso e você deveria sentir vergonha de tanto me
elogiar na frente dos outros. Toda vez que isso acontece você na
verdade, está dizendo: “Olhem que fraco sou, não consigo analisar, nem
compreender o meu próprio corpo, as minhas emoções, não vivo
coerentemente, reparem, reparem!”.
Por favor, tome consciência, reflita e aja.
Quanto antes o fizer, mais cedo partirei de sua vida!
Quanto antes o fizer, mais cedo partirei de sua vida!
Atenciosamente,
O sintoma.”
Autor desconhecido
integracaoholistica.blogspot.com
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domingo, 3 de maio de 2015
RUBEM ALVES EM : "INSTANTES"
Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito. Relaxaria mais. Seria mais tolo ainda do que tenho sido. Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério. Seria até menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Iria a lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos sopa.
Teria mais problemas reais e menos problemas imaginários. Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto de sua vida. Eu era uma dessas pessoas que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, guarda-chuva e um paraquedas.
Se voltasse a viver, viajaria mais leve. Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono. Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo....
Rubem Alves, (meu poeta preferido) em seu Livro : "O médico", Ed. Papirus
integracaoholistica.blogspot.com
"Encontro inusitado"
Os animais são amigos tão agradáveis: não fazem perguntas, não criticam.
George Eliot
sábado, 2 de maio de 2015
"Corridinho" - Adélia Prado
O amor quer abraçar e não pode.
A multidão em volta,
com seus olhos cediços,
põe caco de vidro no muro
para o amor desistir.
A multidão em volta,
com seus olhos cediços,
põe caco de vidro no muro
para o amor desistir.
O amor usa o correio,
o correio trapaceia,
a carta não chega,
o amor fica sem saber se é ou não é.
O amor pega o cavalo,
desembarca do trem,
chega na porta cansado
de tanto caminhar a pé.
Fala a palavra açucena,
pede água, bebe café,
dorme na sua presença,
chupa bala de hortelã.
Tudo manha, truque, engenho:
é descuidar, o amor te pega,
te come, te molha todo.
Mas água o amor não é.
integracaoholistica.blogspot.com
o correio trapaceia,
a carta não chega,
o amor fica sem saber se é ou não é.
O amor pega o cavalo,
desembarca do trem,
chega na porta cansado
de tanto caminhar a pé.
Fala a palavra açucena,
pede água, bebe café,
dorme na sua presença,
chupa bala de hortelã.
Tudo manha, truque, engenho:
é descuidar, o amor te pega,
te come, te molha todo.
Mas água o amor não é.
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Filme : "Tomates verdes fritos" - 1991
É um filme despretensioso, mas que acaba indo um pouco além do esperado.
O que mais chama a atenção no filme é a questão da amizade, tanto a vivida por Idge e Ruth (Mary Stuart Masterson e Mary-Louise Parker), situação vivida no passado, quanto pela inesperada relação entre Ninny e Evelyn (Jessica Tandy e Kathy Bates) ocorridas no "presente".
Não... vai mais longe: fala sobre verdadeiras amizades, desinteressadas relações entre pessoas diferentes!
É a obra uma inspiração para mulheres satélites (ou homens, quem sabe) , que estão sempre em órbita dos maridos, sem que tenham uma vida própria: sentem um vazio que não sabem explicar, uma vida de "segundo plano" a que são relegadas, sem que percebam o motivo disso: a Subserviência, transmitida de geração em geração.
Traz também - e de forma sutil - nossas prováveis hipocrisias em relação aos nossos relacionamentos, sejam com pessoas ou instituições.
Nos fornece ainda uma indicação para uma verdadeira importância às pequeninas coisas, que mal notamos em nosso dia a dia, além do esquecimento e abandono a que destinamos nossos grandes e verdadeiros tesouros: nossos velhos, pais, mães e mesmo desconhecidos, que, amiúde, são fontes de inesgotável sabedoria, se assim o permitirmos.
O que mais chama a atenção no filme é a questão da amizade, tanto a vivida por Idge e Ruth (Mary Stuart Masterson e Mary-Louise Parker), situação vivida no passado, quanto pela inesperada relação entre Ninny e Evelyn (Jessica Tandy e Kathy Bates) ocorridas no "presente".
Não... vai mais longe: fala sobre verdadeiras amizades, desinteressadas relações entre pessoas diferentes!
É a obra uma inspiração para mulheres satélites (ou homens, quem sabe) , que estão sempre em órbita dos maridos, sem que tenham uma vida própria: sentem um vazio que não sabem explicar, uma vida de "segundo plano" a que são relegadas, sem que percebam o motivo disso: a Subserviência, transmitida de geração em geração.
Traz também - e de forma sutil - nossas prováveis hipocrisias em relação aos nossos relacionamentos, sejam com pessoas ou instituições.
Nos fornece ainda uma indicação para uma verdadeira importância às pequeninas coisas, que mal notamos em nosso dia a dia, além do esquecimento e abandono a que destinamos nossos grandes e verdadeiros tesouros: nossos velhos, pais, mães e mesmo desconhecidos, que, amiúde, são fontes de inesgotável sabedoria, se assim o permitirmos.
Filme : "A cor púrpura" - 1985
Georgia, 1909. Em uma pequena cidade Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem
com apenas 14 anos que foi violentada pelo pai, se torna mãe de duas
crianças. Além de perder a capacidade de procriar, Celie imediatamente é
separada dos filhos e da única pessoa no mundo que a ama, sua irmã, e é
doada a "Mister" (Danny Glover), que a trata simultaneamente como
escrava e companheira. Grande parte da brutalidade de Mister provêm por
alimentar uma forte paixão por Shug Avery (Margaret Avery), uma sensual
cantora de blues. Celie fica muito solitária e compartilha sua tristeza
em cartas (a única forma de manter a sanidade em um mundo onde poucos a
ouvem), primeiramente com Deus e depois com a irmã Nettie (Akosua
Busia), missionária na África. Mas quando Shug, aliada à forte Sofia
(Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh), filho de Mister,
entram na sua vida, Celie revela seu espírito brilhante, ganhando
consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece.
Filme : "Uma janela para o céu" - 1975
Filme de 1975, com Marilyn Hassett e Beau Bridges. Baseado na história
real de Jill Kinmont, passada em 1955, quando a jovem Jill, então com 18
anos de idade, revela-se um enorme talento para o esqui e aposta certa
para vencer os Jogos Olímpicos de Inverno de 1956. Mas acontece uma
fatalidade: Jill por pouco não perde a vida após uma queda brutal na
neve, mas fica paralisada do pescoço para baixo. Ainda que esteja
impedida de praticar esportes para sempre, Jill agora tem uma outra
batalha: viver e conviver com sua deficiência. Para isso ela vai contar
com a ajuda de amigos, dos pais e parentes.
Wabi Sabi : "A arte da imperfeição" : Todas as coisas são incompletas, imperfeitas e impermanentes"; só Deus é perfeito!!
Temos uma ânsia interior pela perfeição. Porém, será que o Universo é assim? As criações que mais nos tocam são perfeitas?
Esse filme é sobe Wabi Sabi uma arte da imperfeição. Faz parte da filosofia japonesa.
Perceber a beleza que se esconde nas frestas do mundo imperfeito é uma Arte. Você conhece aquela história de que os tapetes persas sempre tem um pequeno erro, um minúsculo defeito, apenas para lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito? Pois é, a Arte da Imperfeição começa quando a gente reconhece e aceita nossa tola condição humana. Não acredito nessa "tola condição humana", acredito que temos um poder infinito ao nosso dispor, porém que devemos respeitar o ritmo de sua manifestação. E você ? no que acredita? no que quer acreditar?
Esse filme é sobe Wabi Sabi uma arte da imperfeição. Faz parte da filosofia japonesa.
Perceber a beleza que se esconde nas frestas do mundo imperfeito é uma Arte. Você conhece aquela história de que os tapetes persas sempre tem um pequeno erro, um minúsculo defeito, apenas para lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito? Pois é, a Arte da Imperfeição começa quando a gente reconhece e aceita nossa tola condição humana. Não acredito nessa "tola condição humana", acredito que temos um poder infinito ao nosso dispor, porém que devemos respeitar o ritmo de sua manifestação. E você ? no que acredita? no que quer acreditar?
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