sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

"Ninguém cruza o nosso caminho por acaso e nós não entramos na vida de alguém, sem nenhuma razão".

Chico Xavier.

"Acredito nisto"

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"As coisas tão mais lindas"

...Entre as coisas mais lindas que eu conheci
Só reconheci suas cores belas quando eu te vi
Entre as coisas bem-vindas que já recebi
Eu reconheci minhas cores nela, então eu me vi...
 
 Letra da música de Nando Reis, 
"As coisas tão mais lindas". 

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Reconciliando-se com o próprio corpo

Por Martha Medeiros
Jornal ZERO HORA – 10/04/2013

Pratico exercícios desde sempre. Já dancei jazz, nadei, joguei vôlei, fiz aeróbica, musculação, mas nada disso me tornou uma amante da vida esportiva. O que me levava a essa movimentação intensa era a consciência de que manter uma atividade física enrijece o corpo e oxigena a mente, então eu ia em frente sem pensar em prazer. Era uma necessidade, e pronto.
Aos poucos, fui largando tudo e mantive apenas as caminhadas, essas, sim, não apenas saudáveis, como prazerosas. Poderia passar o dia caminhando, não tivesse que reservar um tempo para exercícios cerebrais, como trabalhar e fazer palavras cruzadas.
Parecia tudo bem, até que uma médica me disse: caminhar é bom, mas não basta. Está na hora de você suar o top. E me recomendou pilates.
MARTHA MEDEIROS. Foto: Cícero Rodrigues

Modismo, chatice, tédio. Todas essas ideias me passaram pela cabeça, mas sou obediente, acato ordens, e me matriculei num pequeno estúdio a poucos passos da minha casa, conduzido por um casal de instrutores. Fui cair na mão dos melhores, posso apostar. Em três sessões, já percebia mudanças no meu corpo, na minha postura.

Quanto ao tédio, bom, não há tédio na dor. Às vezes, me sinto como se estivesse treinando para me apresentar no Cirque du Soleil. Recebo ordens inimagináveis: grude o umbigo nas costas, encolha as costelas, encoste o queixo no peito. Já houve caso de instruírem um rapaz a contrair o útero! Dá vontade de rir, mas não convém, temos que nos concentrar na respiração. Juro, com tudo isso, ainda pedem que a gente respire.

Então, de volta aos exercícios sem prazer?

Pois aí está a novidade: o prazer é de outra ordem. O pilates faz a gente mudar a maneira de pensar o corpo, o que deve ser a razão do seu sucesso mundo afora. Ao decidir praticar um exercício, muitas vezes ficamos condicionados aos benefícios externos de se estar em forma: a saúde é uma boa desculpa, mas a vaidade é que nos faz pagar a mensalidade da academia. Pois o pilates supera essa visão miúda, adicionando à prática uma reflexão que vai muito além do desejo de ser admirado.

Quando somos adolescentes, sentimos nosso corpo como parte indissolúvel do nosso ser. Porém, com o passar do tempo, acaba acontecendo uma dissociação – à revelia, nosso corpo começa a nos abandonar, a nos deixar na mão. A pele vai se soltando, os órgãos internos armam rebeliões, as articulações gritam, rangem – não me peça para explicar, mas nosso corpo ganha vida própria, se emancipa e não nos escuta mais.

O pilates é, antes de tudo, uma reconciliação com esse corpo que se tornou rebelde e fugidio. Ele sempre esteve a nosso serviço, mas pouco estivemos a serviço dele. Pois o pilates, feito um cupido, faz com que nós e nosso corpo passemos a nos conhecer mais profundamente e a descobrir o que nem sabíamos um do outro, mesmo com tantos anos de convívio.

Basicamente, pilates é o resgate do amor entre você e o que você traz dentro. Mesmo que seja um útero que você nem tem.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Música : " VAMBORA" - ADRIANA CALCANHOTTO

Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
Pra mudar a minha vida


Vem, vambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva


Ainda tem o seu perfume pela casa
Ainda tem você na sala
Por que meu coração dispara
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro

"Dentro da noite veloz"


Ainda tem o seu perfume pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara

Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
"Na cinza das horas"


"Dispensa legendas" - Amo Bichos!!


Quem me roubou de mim? (Trecho livro - Padre Fábio de Melo)

Seqüestro do corpo: a trama do esquecimento dos significados


O seqüestro do corpo é uma das mais cruéis modalidades contemporâneas da violência. Ritual de profundo desrespeito à condição humana, esta forma de seqüestro consiste em retirar uma pessoa do local de sua identificação, de seus significados, subordinando-a a um tratamento que tem por finalidade estabelecer uma fragilização, que resultará num estado de total dependência e rendição, em que o seqüestrador torna-se um legítimo proprietário da existência do seqüestrado.


O seqüestro do corpo é uma privação total e absoluta daquilo que chamamos de "horizonte de sentido". O nosso mundo, este particular, mas integrado ao grande mundo, está solidificado a partir de significados e significantes que constituem o nosso horizonte de sentido.


Sentido é tudo aquilo que atribui coerência, liga, orienta e estrutura. É a partir deste horizonte de sentido que pensamos, agimos, amamos, desejamos, vivemos. Somos e estamos estruturados a partir de realidades que significam, isto é, realidades que nos revelam e que condensam um poder de nos fazer avançar os territórios da existência, de irmos além.


Estes significados assumem os mais diversos formatos em nossa condição humana. Eles evoluem para a condição de valores e assim se tornam fundamentais para a qualidade de nossa atuação no mundo. Os significados qualificam nossa existência.

Essa gama de significados, de valores, ocupa espaços muito diferentes na vida das pessoas, de maneira que aquilo para uma pessoa é fundamental em termos de significado, para outra pode ser mero detalhe.


Na vida, estamos constantemente descobrindo o que nos faz buscar nossa inteireza. A metáfora é interessante e pode nos ajudar a compreender melhor: o mosaico é feito de partes; essas partes se conjugam e compõem uma única peça. São inúmeros e pequenos significados que constroem a trama do mosaico. A pequena peça é fundamental para a construção do todo, e por isso não pode ser negada, separada. Assim somos nós.


Se pensarmos no espaço humano em que vivemos como peças de um mosaico, nós entraremos no cerne dos significados que nos constituem; nós estaremos no coração de nosso horizonte de sentido.


Quando nos referimos aos significados, nós estamos tratando de realidades materiais e imateriais. Estamos falando do quarto onde dormimos, com nossos travesseiros e lençóis, mas também das pessoas que nos rodeiam e dos amores que nos despertam. O quarto nos identifica, mas os amores também. O horizonte de sentido é uma conjugação de inúmeros fatores. A cidade onde moramos, a história já vivida; a casa que nos abriga; os lugares que freqüentamos; os amigos que temos; as crenças que professamos; as relações cotidianas, enfim, tudo isso compõe o nosso mundo particular.


É a partir deste mundo que enxergamos o outro mundo, que não é somente nosso, mas também nosso, assim como o mirante proporciona ao observador a visão que só é possível a partir de sua posição geográfica.


Quando uma pessoa é seqüestrada, o primeiro rompimento se dá com a materialidade de seus significados. Não dormirá em sua casa, estará privada de seus sabores favoritos, de seus ambientes, coisas particulares, de seu travesseiro, de seus livros, de seus perfumes, de suas paredes. Será violentamente exposta a uma outra realidade que não a sua. O corpo sofrerá a violência de não poder ir e vir. Terá que obedecer às ordens do recém-chegado, daquele que até então não pertencia ao seu mundo. Uma pessoa estranha, que definitivamente não faz parte de seus significados, mas que agora lhe acorrenta o corpo e o faz experimentar uma privação para a qual não estava preparado.


O seqüestrador, inicia no seqüestrado um processo de privações extremamente doloroso. Ao ser afastado dos locais de sua identificação, e passando a viver num ambiente estranho, inóspito e distante de tudo que o realiza, o seqüestrado mergulha num profundo estado de solidão. Não se trata de uma solidão comum, dessas que experimentamos ocasionalmente, e que faz parte do cotidiano de todo mundo. Trata-se de uma solidão muito mais profunda, caracterizada como "ausência de si mesmo".


Ao ser afastado de seu mundo particular, e de tudo o que ele representa, o seqüestrado sente-se privado de ser ele mesmo. É como se ele tivesse sido levado para longe de tudo o que para ele faz sentido. O seu mundo não é o que agora lhe é oferecido. O cativeiro é a negação do seu direito de ser e estar. Esse profundo estado de ausência pode agravar-se com o tempo, e evoluir para o que chamamos de "esquecimento do ser".


O esquecimento do ser, realidade muito comum nos casos de seqüestro do corpo, é uma forma de aniquilamento de nossa condição primeira, nosso estatuto original, e que chamamos de identidade.

A identidade nos diz sobre nós mesmos. Diz a nós e aos outros. Há dois aspectos interessantes na identificação: uma afirmação e uma negação. Identificar-se é um jeito que a pessoa tem de afirmar o que é, mas é também um jeito de afirmar o que não é. Ao identificar-se a pessoa estabelece uma autenticação, mas também uma separação.


Ao dizer "eu sou isso", naturalmente estou dizendo também "que não sou aquilo que negaria o que sou". Parece jogo de palavras, mas não é. Ao identificar que sou Fábio, naturalmente estou dizendo que não sou Fernando. A identificação é também diferenciação, porque em toda afirmação há sempre uma infinidade de negações latentes.


Essa identidade necessita ser cultivada. Vivemos constantemente esse processo. O tempo todo reivindicamos o que somos, e também renunciamos o que não somos. Identidade estabelece limites, assim como os conceitos limitam a realidade. Limite que não pode ser considerado como negativo.


Limitar é delimitar o local do encontro. É um jeito que temos de não nos perdermos neste mundo de tantas coisas. O limite favorece a compreensão da realidade existente. Um espaço delimitado é um espaço encontrado, identificado. Ao identificar o que sou, assumo a legitimidade de minha natureza. Digo o que posso e também o que não posso. Por isso o limite é positivo. Ele me proporciona um agir coerente, porque me posiciona a partir do que sou e não do que eu gostaria que fosse.


No mundo dos objetos, isso é constante. Identificamos o tempo todo. Uma mesa é uma mesa e não pode ser uma porta. Pronto, o conceito identificou, diferenciou, limitou de forma positiva. Ninguém poderá condenar a mesa por não ser porta. Ela já está no limite do seu conceito. No mundo das pessoas, é a mesma coisa. Nossa identidade nos limita, não para nos empobrecer, mas, ao contrário, para nos favorecer o crescimento. Quem sabe bem o que é e o que não é terá mais facilidade de explorar suas possibilidades, uma vez que os limites já estão apreendidos também. Apreender e conhecer os limites que se tem é um jeito interessante de potencializar as qualidades que nos são próprias.


Portanto, ao negar a identidade de uma pessoa, todas as suas potencialidades ficam fragilizadas. É por essa razão que o seqüestro do corpo é uma agressão contra a identidade da pessoa, porque a confunde profundamente a respeito daquilo que ela pode e daquilo que ela não pode. É uma forma de provocar um esquecimento do que se é.


Ao ser retirada de seu horizonte de sentido, a pessoa tem negados todos os seus elementos de identificação no mundo e com o mundo. Dessa negação nasce a ausência de si mesmo: uma forma de este estar sem estar, de viver sem viver. Trata-se de uma forma terrível de desolação, desespero e angústia. O corpo, privado de tudo o que lhe faz feliz, vive o limite de não ter o que buscar para nutrir-se de alegrias e descanso. Ele perde a capacidade de identificação, uma vez que está privado de seu espaço.


Fora de seu horizonte de sentido, o corpo adoece, perde a vitalidade; sofre na carne a saudade de tudo o que o completa e o faz ser o que é. Privado de sua liberdade, o corpo sofrerá os limites que desencadearão a condição de vítima.


"Quando digo o que sou, de alguma forma eu o faço para também dizer o que não sou. O ‘não ser está no avesso do ser’, assim como o tecido só é tecido porque há um avesso que o nega, não sendo outro, mas complementando-o. O que não sou também é uma forma de ser. Eu sou eu e meus avessos." 

Padre Fábio de Melo.

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imagem : google

M u d a . . .

Que quando a gente muda, o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo na mudança da mente. E, quando a mente muda, a gente anda pra frente. E, quando a gente anda, ninguém manda na gente! Na mudança de atitude não há mal que não se mude, nem doença sem cura. Na mudança de postura a gente fica mais seguro. Na mudança do presente a gente molda o futuro! " 

Gabriel O Pensador.

Imagem : Lago Moraine, Parque Nacional de Banff, Canadá.

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MAKTUB....











Já estava escrito, 
No tempo e no espaço
Que a minha alma e tua 

Uma luz seriam
Já estava escrito, 
Pelos milênios
Que no sagrado fogo da paixão 

Nos consumiríamos

Sol do deserto, 
Queimando a areia
Tua presença é água 

Que preserva a vida
Pomba selvagem, 
No azul da alma
Teu amor é luz, 

Que ilumina e cega

Já estava escrito,
E Allah o sabe
Que a serpente mágica do amor, 

Nos faria deuses
Está escrito, 
Antes dos tempos
Que a vida vale apenas,

 Quando o amor nos toca

((e o encontro se dará...maktub))

Marcus Vianna.

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Ser - A Paz do Silêncio
" O homem que tem olhos, olha para dentro, o cego olha para fora. O homem que tem olhos, busca o tesouro dentro. O homem que é cego corre pelo mundo afora, implorando, roubando as pessoas, matando, na esperança de encontrar algo que lhe falta. Nunca é possível encontrar dessa maneira, pois não foi do lado de fora que você perdeu. Você o perdeu no seu próprio ser: é para lá que deve ser levada a luz."

Osho
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

"VOCÊ NÃO SOFRE PORQUE AS COISAS SÃO IMPERMANENTES. VOCÊ SOFRE PORQUE AS COISAS SÃO IMPERMANENTES E VOCÊ PENSA QUE ELAS SÃO PERMANENTES". 


(THICH NHAT HANH)

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

À PORTA

        PESSOAS HÁ

                                  QUE TÊM SURTOS INCONTROLÁVEIS :

                         - AS MAIS OUSADAS . 

OUTRAS,

             PASSAM A VIDA INTEIRA

                    COM A MÃO AFLITA

                    NA MAÇANETA DA PORTA.

                                            - TRANCADA.


(a.d)

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domingo, 25 de janeiro de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

"Sua Felicidade"

De todas as lições, a maior foi acreditar que em nossa jornada há dias bons e ruins, mas que nunca podemos deixar de caminhar. Como dizem os budistas : um dia tem nuvens claras, no outro, escuras. Por isso, jogue fora qualquer script que não tenha sido feito por você e corra atrás do que realmente importa : "sua felicidade".

(Revista Bons Fluídos, edição setembro 2011)


Bom dia!!!

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O Poder do Elogio

Ana Carolina Carvalho
 


Imagine a situação: você está em um daqueles dias em que experimentou todo o armário e nada caiu bem. Os cabelos, então, decidiram tirar férias do bom caimento. Mesmo se sentindo péssima, tem que sair para trabalhar. Chegando no escritório, aquela colega que mal te conhece fala: “Nossa, como você está bonita hoje!”. O dia que começou tão seu inimigo não fica melhor, mais promissor? A segurança toma conta e te faz até resolver com mais desenvoltura os problemas que aparecem. Percebeu a força de umas poucas palavrinhas? Apesar desse poder de transformação do elogio, ele tem perdido espaço nos dias atuais. Poucas pessoas elogiam as outras, e esse ato mágico anda desaparecido.

Afinal, o que é o elogio? Por que ele é tão importante? Segundo Margarida Azevedo Dupas, autora do livro Psicanálise e Educação: Construção do Vínculo e Desenvolvimento do Pensar, elogiar o outro envolve uma série de sentimentos. “O elogio implica julgamento a favor de alguém. Mas só tem sentido se acompanhado, por parte de quem o expressa, de consideração, interesse, respeito, valorização, aceitação, acolhimento, admiração, afeição,
amor, apreciação, calor, carinho, enaltecimento, estima, ternura e sintonia”, lembra a psicanalista. Ou seja, se não for verdadeiro não tem valor.

Sentido à vida
Ponto para o elogio: ele desperta nos corações sentimentos puros e prazerosos. Mas não é só; também está envolvido com outra esfera de nossas vidas: a busca pelo reconhecimento. “Isso é fundamental para qualquer ser humano. E o elogio é uma forma de reconhecimento. Considerar algo que o outro faz mostra-lhe que sua existência não é em vão”, explica Antonio Carlos Amador Pereira, professor de psicologia da PUC-SP. “Entretanto, para ser positivo e benéfico, depende de autenticidade.”

O elogio resgata o afeto e é como se acendesse uma luzinha dentro do cérebro de quem o recebe, com esta frase cintilando: “eu sou importante”. “O oposto é a indiferença, que não faz bem para ninguém”, lembra o especialista. “Saber que o outro presta atenção aos seus atos, que tem carinho e preocupação com você, o faz investir na vida com afinco e responsabilidade e promove segurança interna.” Novamente, valem regrinhas nas quais a sinceridade está em jogo: o elogio só é saudável emocionalmente se for feito com equilíbrio.

Quando esbarra na bajulação, não é nada louvável. Por trás desse ato, estão
objetivos como levar vantagem e interesse em chegar a algum lugar, entre outros. E o principal: onde fica o respeito com a outra pessoa?

Autoestima que faz a diferença
Elogiar e receber elogios também tem a ver com autoestima. “Ela está relacionada à maneira como gostamos de nós mesmos. E o autorrespeito envolve saber que temos nossos próprios talentos e qualidades”, explica Luciana Marques de Souza Ferraz, socióloga e coordenadora da Organização Brahma Kumaris no Brasil. “Quando sabemos do nosso valor, conseguimos prestar atenção às qualidades dos outros e validá-las.”

Por isso, Antonio Carlos reforça a importância do equilíbrio. “Se você é capaz de se elogiar, também consegue mais facilmente elogiar e receber elogios. E isso é gratificante. Pessoas muito críticas consigo mesmas nem sempre sabem ouvir ou fazer elogios”, analisa o estudioso. Aqui, a palavra-chave é autoconhecimento: quais são suas qualidades?; no que você é bom e no que ainda precisa melhorar?; quando foi a última vez que se elogiou?

Para Luciana Ferraz, a meditação é uma ferramenta poderosa que ajuda nessa tarefa: “A meditação apazigua os pensamentos. Quando estamos quietos para o mundo externo, conseguimos olhar para o nosso interior com dedicação. Com a prática, vamos descobrindo quem somos, nossos defeitos e qualidades, e lapidamos a autoestima e o autorrespeito”. É como andar de bicicleta: com o tempo, aprendemos a equilibrar os valores e sentimentos – assim como fazemos sobre as duas rodas da magrela –, tanto os nossos quanto os dos outros. Aí fica fácil elogiar aquele colega do trabalho que fez uma boa apresentação, o filho pela dedicação nos estudos, o companheiro pelo jantar gostoso. E a vida acaba ganhando mais sabor.


Para ouvir enquanto lê: “Você é linda”, Caetano Veloso / “Eu me
amo”, Ultraje a Rigor / “Just the Way You Are”, Barry White 
 
revistaanamariabraga.uol.com.br

Daqui a 10 anos você terá se arrependido dessas 10 escolhas.

“Se ao menos …”   O uso dessas palavras talvez seja uma das coisas mais tristes que você fará em 10 anos.
Aqui estão dez escolhas que que podem te conduzir a frases de arrependimento como essa.
Identifique se está fazendo algo que não gostará no futuro e mude seus caminhos:

1. Ter vestido uma máscara para impressionar aos outros. 
Se a cara que você sempre mostra ao mundo é uma máscara, um dia não haverá nada por baixo. Quando você gasta muito tempo concentrando-se na percepção que os outros têm de você, ou no que todo mundo quer que você seja, você acaba se esquecendo de quem você realmente é. Portanto, não tema os julgamentos dos outros; você sabe em seu coração quem é e quais são as suas verdades. Você não tem que ser perfeito para impressionar e inspirar as pessoas . Deixe-os ficar impressionados e inspirados pela forma como você lida com suas imperfeições.

2. Deixar que outra pessoas tenha sonhos por você.
O maior desafio na vida é descobrir quem você é; o segundo maior é ser feliz com o que você encontra. Uma grande parte disso é a sua decisão de permanecer fiel a seus próprios objetivos e sonhos. Existem pessoas que discordam de você? Boa. Isso significa que você está de pés no chão e escolheu seu próprio caminho. Às vezes você vai fazer coisas e ser considerado louco, mas quando você se pegar animadamente perdendo a noção do tempo….aí você saberá que fez a escolha certa.

3. Mantendo companhias negativas.
Não deixe que alguém que tem uma atitude te influencie. Não deixe quem cheguem em você. Eles não podem puxar o gatilho, se você não lhes entregar a arma. Quando você se lembrar que, na maioria das vezes, manter a companhia de pessoas negativas é uma escolha, em vez de uma obrigação, você se libertará para sentimentos de compaixão ao invés e raiva, generosidade em vez de ganância, e paciência em vez de ansiedade.

4. Ser egoísta.
Uma vida repleta de atos de amor e bom caráter é a melhor lápide que alguém pode deixar. Aqueles que te inspiraram  e com quem você  compartilhou seu amor sempre se lembrarão de como você os fez sentir. Então esculpa seu nome em corações da maneira mais positiva possível. O que você tem feito para si mesmo sozinho morre com você; o que você tem feito para os outros e para o mundo permanece.

5. Evitar mudanças e crescimento. 
Você deve deixar o passado ir e abrir caminho para o novo; as velhas formas de agir e pensar podem não ser mais as melhores maneiras de viver. Se você reconhecer isso agora e tomar medidas para continuar e se adaptar, as suas chances de sucesso serão muito maiores.

6. Desistir quando as coisas ficam difíceis. 
Não existe fracasso, apenas resultados. Mesmo se as coisas não aconteceram do jeito que você esperava, não desanime ou desista. Lembre-se do que você é capaz e siga em frente. Aquele que continua a avançar um passo de cada vez vai ganhar no final. A vitória é  um processo que ocorre com pequenos passos, decisões e ações que gradualmente constroem uma realidade diferente.

7. Deixe de tentar gerenciar cada pequena coisa. 
A vida deve ser tocada, não estrangulada. Às vezes você tem que relaxar e deixar a vida acontecer sem preocupações excessivas. Aprenda a deixar que algumas coisas sigam sem o seu domínio.  Respire fundo e, quando a poeira baixar e você voltar, dê o próximo passo. Nem sempre você tem que saber exatamente onde  vai. 

8. Se contentar com menos do que você merece. 
Seja forte o suficiente para deixar o que não é bom ir e sábio o suficiente para esperar o que você merece. Às vezes você tem que ser derrubado para se levantar  mais forte do que jamais foi antes. Às vezes, os olhos precisam ser lavados por suas lágrimas para que você possa ver as possibilidades diante de você com uma visão mais clara e renovada. Apenas não se acomode.

9. Esquecer que tempo é finito.
O problema é que você sempre acha que tem mais tempo do que você realmente tem.  Um dia você vai acordar e não haverá mais tempo para trabalhar nas coisas que você sempre quis fazer. E é nesse ponto que você se arrependerá por não ter alcançado os objetivos que você definiu para si mesmo.

10. Ser preguiçoso e passivo. 
O mundo não lhe deve nada, mas você deve ao mundo alguma coisa. Então pare de sonhar e começar a fazer. Assuma total responsabilidade por sua vida – assuma o controle.  É tarde demais para sentar e esperar por alguém que fará alguma coisa algum dia. Um dia é hoje; e esse alguém que o mundo precisa é VOCÊ .

Traduzido e adaptado por Josie Conti






segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Postura do Terapeuta na execução da Acupuntura :

"Não dirigir para mais nada a atenção, encarar a agulha como um tigre na mão, o SHEN não desconcentrar, o paciente como um nobre tratar".

(Poema Chinês, "Biao You")

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Acredite, você merece ser feliz!!!

Somos prisioneiros das nossas emoções. Vivemos trancados pelo carcereiro da mente. Cumprimos a sentença de condenação, proferida pelo juiz interno. Somos assombrados pelos pesadelos internos. Só voltaremos a ser livres, quando nos conectarmos aos mais puros sentimentos e transformar alguns valores.
Acredite, você merece ser feliz e gozar da liberdade. Não se culpe por nada e manifeste os mais puros sentimentos.

 
Valcapelli Testa.

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domingo, 18 de janeiro de 2015

Programa Globo Reporter - Meditação - Parte 2

O poder da meditação - Programa Globo Repórter

A Meditação ..

“A meditação é uma maneira de ir para dentro de si mesmo,
de perceber que você não é o corpo e você não é a mente.
É um modo de fixar em nós mesmos, no mais profundo centro
do nosso ser; e uma vez que você encontrou o seu centro,
você terá encontrado tanto suas raízes quanto suas asas.”

Osho
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“Há um rio correndo muito depressa. 


É tão grande e veloz que alguns sentem medo.
Esses vão tentar se manter nas margens. Acham que serão despedaçados e que vão sofrer muito.
Saiba que o rio tem um destino. Os velhos dizem que temos de sair das margens, mergulhar no meio do rio, manter os olhos abertos e a cabeça acima d’água.
 
Um sábio Hopi

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sábado, 3 de janeiro de 2015

"Se seus sonhos estiverem nas nuvens, não se preocupe, pois eles estão no lugar certo; agora construa os alicerces".


Dalai Lama

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Perguntaram ao Dalai Lama:
- O que mais te surpreende na Humanidade?

E ele respondeu:

- Os homens... 

...Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.

Dalai Lama
 
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OS 10 LADRÕES DA SUA ENERGIA !!


1. Afaste-se daquelas pessoas que só chegam para compartilhar queixas, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamento dos outros. Se alguém procura uma lata para jogar o lixo que tem dentro, que não seja na sua mente.

2. Pague as suas contas a tempo. Ao mesmo tempo, cobre aqueles que te devem ou escolha deixar para lá, se você já percebeu que é impossível receber.

3. Cumpra as suas promessas. Se você não cumpriu alguma, pergunte-se o porquê desta resistência. Sempre você tem o direito de mudar de opinião, de se desculpar, de compensar, de renegociar e de oferecer outra alternativa diante de uma promessa não cumprida, mesmo que já um costume. A forma mais fácil de evitar o não cumprimento de algo que você não quer fazer é dizer "NÃO" desde o começo.

4. Elimine, dentro do possível, e delegue aquelas tarefas que você prefere não fazer, dedicando o seu tempo àquilo que, sim, você desfruta fazer.

5. Dê permissão a você mesmo para um descanso, quando você estiver em um momento que o necessite e dê permissão a você mesmo para agir quando estiver em um momento de oportunidade.

6. Jogue fora, recolha e organize... nada te tira mais energia que um espaço desordenado e cheio de coisas do passado que você já não necessita.

7. Dê prioridade à sua saúde, sem a máquina do corpo trabalhando ao máximo, você não pode fazer muito. Tome tempo para perceber o que seu corpo está te dizendo.

8. Enfrente as situações tóxicas que você está tolerando, desde resgatar um amigo ou um familiar, até tolerar ações negativas de um companheiro ou um grupo. Tome a ação necessária.

9. Aceite. Não é resignação, mas nada te faz perder mais energia que o resistir e brigar contra uma situação que você não pode mudar.

10. Perdoe... deixe ir uma situação que está te causando dor... você sempre pode escolher deixar ir a dor da recordação.

Dalai Lama

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Para refletirmos sobre a gratidão, a forma com que tratamos as pessoas quando tentam nos ajudar, quando tentam nos amar!!! Bom dia!!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

PARA VER O MUNDO COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ !!!

Somos como um navio em que detritos do mar vão se grudando, em meio a muito navegar. De tempos em tempos é preciso que o casco seja raspado, para voltar a deslizar suave pelas águas...
É isso que desejo para você e para mim, no início de cada ano: Esquecimento

Tomar um banho.
Deixar a água correr pelo corpo...
Sentir os detritos do passado se despregando e entrando pelo ralo.

Recuperar o corpo sem memória da criança, para ver o mundo como se fosse a primeira vez...

(Rubem Alves, meu poeta preferido)
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